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	<title>Comentários sobre: O mito da legalização das drogas</title>
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		<title>Por: Visionário</title>
		<link>http://pauloteixeira13.com.br/2009/11/o-mito-da-legalizacao-das-drogas/#comment-354</link>
		<dc:creator>Visionário</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 18:56:54 +0000</pubDate>
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		<description>Se fôssemos proibir tudo que faz mal e vicia, as farmácias e os supermercados iriam à falência...</description>
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		<title>Por: Visionário</title>
		<link>http://pauloteixeira13.com.br/2009/11/o-mito-da-legalizacao-das-drogas/#comment-353</link>
		<dc:creator>Visionário</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 18:52:43 +0000</pubDate>
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		<description>Por que proibir? Esta é a pergunta que deve ser feita. A proibição de qualquer conduta que não cause dano a terceiros é, segundo nossa sistema de Estado vamos dizer assim, inconstitucional. A proibição das drogas se funda em moralismo e conservadorismo, não há fundamento jurídico que justifique esta política fracassada. Nossa Constituição zela pela liberdade, e a partir do momento em que a liberdade é cassada, por pressão de um grupo esta se torna uma decisão autoritária. Quem, além de mim mesmo pode ser prejudicado com o CONSUMO de uma droga? Ninguém, há até a argumentação de que os gastos com saúde pública seriam crescentes e arcaríamos com muito, então neste caso poderíamos utilizar este argumento para inúmeras situações que causam mais gastos do que o consumo de drogas, como por exemplo a má-alimentação e o sedentarismo, estas &#039;condutas&#039; são as que mais consomem recursos da súde pública, quanto às drogas, o que acontece é que se faz uma valoração MORAL em vez de prática, ora, qual será a diferença entre gastar 10 milhões de reais por mês com doentes por conta de má-alimentação e gastar o mesmo com viciados em drogas(situação extrema entre usuários)?? Nenhuma, a diferença que a política consegue enxergar é a moral, que nada mais é do que um conceito inventado pelos homens para diferenciar ações que muitas vezes, consideradas imorais, fazem parte da natureza humana, mas não entremos muito neste mérito... E quanto à questão do tráfico e da violência, você sse esquecem que Fernandinho beira-mar e cia são apenas camelôs, se engana quem acha que o tráfico dá dinheiro pra pobre e favelado, tem muito juiz, policial, ministro e outros que são os verdadeiros financiadores de tudo. Caso fôssemos considerar o argumento da saúde pública, estaríamos legitimando o Estado para que a liberdade individual fosse algo irrisório e extremamente controlado pelo Estado, fazendo este conceito existir apenas em nossos sonhos, num juízo de razoabilidade, a regulação das drogas seria algo mais justo, pois seriam produtos taxados como qualquer outro e gerariam impostos para o setor público, já que é uma mercado que está quase sempre em alta. Se eu quero consumir drogas, o problema é meu, nesta decisão só está envolvida minha vontade, o que não posso fazer é praticar alguma conduta que cause dano a terceiro, como por exemplo dirigir embreagado, isso é crime, mas ingerir álcool não, sabe por que com outras drogas é diferente? Por que nossas sociedades estão cheias de seres humanos medíocres que não conseguem enxergar além dos conceitos criados pela Igreja e pelo senso comum.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por que proibir? Esta é a pergunta que deve ser feita. A proibição de qualquer conduta que não cause dano a terceiros é, segundo nossa sistema de Estado vamos dizer assim, inconstitucional. A proibição das drogas se funda em moralismo e conservadorismo, não há fundamento jurídico que justifique esta política fracassada. Nossa Constituição zela pela liberdade, e a partir do momento em que a liberdade é cassada, por pressão de um grupo esta se torna uma decisão autoritária. Quem, além de mim mesmo pode ser prejudicado com o CONSUMO de uma droga? Ninguém, há até a argumentação de que os gastos com saúde pública seriam crescentes e arcaríamos com muito, então neste caso poderíamos utilizar este argumento para inúmeras situações que causam mais gastos do que o consumo de drogas, como por exemplo a má-alimentação e o sedentarismo, estas &#8216;condutas&#8217; são as que mais consomem recursos da súde pública, quanto às drogas, o que acontece é que se faz uma valoração MORAL em vez de prática, ora, qual será a diferença entre gastar 10 milhões de reais por mês com doentes por conta de má-alimentação e gastar o mesmo com viciados em drogas(situação extrema entre usuários)?? Nenhuma, a diferença que a política consegue enxergar é a moral, que nada mais é do que um conceito inventado pelos homens para diferenciar ações que muitas vezes, consideradas imorais, fazem parte da natureza humana, mas não entremos muito neste mérito&#8230; E quanto à questão do tráfico e da violência, você sse esquecem que Fernandinho beira-mar e cia são apenas camelôs, se engana quem acha que o tráfico dá dinheiro pra pobre e favelado, tem muito juiz, policial, ministro e outros que são os verdadeiros financiadores de tudo. Caso fôssemos considerar o argumento da saúde pública, estaríamos legitimando o Estado para que a liberdade individual fosse algo irrisório e extremamente controlado pelo Estado, fazendo este conceito existir apenas em nossos sonhos, num juízo de razoabilidade, a regulação das drogas seria algo mais justo, pois seriam produtos taxados como qualquer outro e gerariam impostos para o setor público, já que é uma mercado que está quase sempre em alta. Se eu quero consumir drogas, o problema é meu, nesta decisão só está envolvida minha vontade, o que não posso fazer é praticar alguma conduta que cause dano a terceiro, como por exemplo dirigir embreagado, isso é crime, mas ingerir álcool não, sabe por que com outras drogas é diferente? Por que nossas sociedades estão cheias de seres humanos medíocres que não conseguem enxergar além dos conceitos criados pela Igreja e pelo senso comum.</p>
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