Boletim Informativo
O Parlamentar
Nosso Estado
Fotos-
Links
Últimos comentários
- natanael baptista em O governo de Goiás estava envolvido com Cachoeira
- Joca Liberato em Sobre drogas e invasão
- Joca Liberato em Sobre drogas e invasão
- Alex Ferreira em Para Chauí, ditadura iniciou devastação física e pedagógica da escola pública
- Yara Izzo em Participem. Dia 9 de abril (segunda)
Nuvem de tags
reforma política Dilma Meio Ambiente legislativo Dilma Rousseff Fernando Haddad Habitação Direitos Humanos clipping governo dilma paulo teixeira Campanha 2010 economia Educação pt Lula Redução de Danos Câmara dos Deputados São Paulo enchentes Código Florestal Eleições 2010 Descriminalização das Drogas Governo Lula Cidadania Saúde debate drogas zona leste InternetArquivo



















Cinco bairros da zona leste de SP permanecem alagados; moradores deixam casas
Da Folha Online
A Subprefeitura de São Miguel, na zona leste de São Paulo, afirmou no início da tarde desta terça-feira que cinco bairros da região permanecem alagados após as fortes chuvas que atingiram parte da região metropolitana de São Paulo nos últimos dias.
De acordo com a subprefeitura, os bairros que permanecem com acúmulo de água nas ruas e residências são: Jardim Helena, Jardim Romano, Vila Itaim, Vila Aimoré e Jardim São Martinho. Hoje, equipes da prefeitura trabalham no local para a realização de drenagem da água, informou a subprefeitura.
Apesar de as equipes estarem no local, o órgão não soube informar o prazo para a retirada da água. De acordo com a subprefeitura, não existe um balanço exato de pessoas afetadas atualmente pelo alagamento, uma vez que diversas famílias estão sendo retiradas da região.
Segundo a subprefeitura, alguns desses moradores estão sendo levadas para um conjunto habitacional da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), em Itaquaquecetuba (Grande SP), mas o número de famílias transferidos até a tarde de hoje não foi informado.
A região alagada foi a que mais sofreu com o temporal do dia 8 de dezembro –ficou 14 dias debaixo d’água. Na véspera e no Natal voltou a chover e a água invadiu o quintal das casas.
Cansados de conviver com alagamentos a cada nova chuva, os moradores protestaram. Cerca de cem manifestantes atearam fogo em móveis estragados pelos últimos temporais, em pneus e em entulhos na rua Manoel Félix de Lima, uma das mais afetadas.
A prefeitura e o Estado começaram a demolir casas em ocupações irregulares no local, onde pretendem construir um parque na tentativa diminuir as enchentes na região.