Bras Santos, do jornal Diário do Alto Tietê
Famílias que foram transferidas das casas alagadas no Jardim Romano, na Zona Leste da capital, para apartamentos da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) na periferia de Itaquaquecetuba, protestaram ontem contra possíveis deficiências na infraestrutura em unidades dos conjuntos Safira e Pedra Branca, que ficam na estrada do Preju, próximo à divisa com a cidade de Suzano.
No final da manhã um grupo de moradoras conversou com a reportagem do DAT para reclamar, principalmente, de vagas em escolas municipais e creches da prefeitura na região do bairro Parque Marengo. As mães disseram que a CDHU teria garantido que todas as crianças pequenas teriam vagas em unidades escolares de Itaquá e que os responsáveis poderiam ficar tranquilos em relação a esse assunto.
A dona de casa Silvia Ferreira também reclamou que o apartamento onde está morando pegou fogo por causa de um curto-circuito na instalação elétrica feita por empresas contratadas pela CDHU. Os 250 apartamentos nos dois conjuntos começaram a ser construídos na primeira metade da década passada por empreiteiras contratadas pela Caixa Econômica Federal (CEF). As obras ficaram abandonadas por mais de dois anos até que em 2008 a CDHU decidiu comprar da CEF mais de 700 moradias que estavam quase prontas. No mês passado, a prefeitura de São Paulo e a companhia habitacional, em regime de urgência, decidiram transferir mais de 200 famílias do Jardim Romano (antiga favela Pantanal) para os dois conjuntos do Marengo. Mais 100 famílias estão ocupando apartamentos da CDHU no bairro Morro Branco.
Leia a reportagem completa – http://www.diariodoaltotiete.com.br/pesquisa.aspx?tipo=1&idedito=50




















Um Comentário
gostaria de comentar. mas só pessoalmente, para voce se possivél ou para Tim Maia oo o Simão.