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	<title>Paulo Teixeira &#187; Blogs</title>
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		<title>Reforma na agenda do PT</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 18:15:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>De olho no peso das novas regras para as eleições de 2012, Diretório Nacional se reúne na sexta-feira para começar a se articular para as eleições municipais do ano que vem.</p>
<p>No debate sobre reforma política que o PT promove na sexta-feira em reunião do Diretório Nacional, em Brasília, um ponto fundamental será a regra para as alianças das eleições municipais de 2012. A intenção dos petistas é, desde já, amarrar os partidos aliados ao governo, impedindo, assim, que candidatos petistas fiquem isolados. Preocupam os dirigentes do partido, especialmente, os movimentos do PSB – que se aproxima do PSD e do PDT – e os planos do PMDB de lançar o deputado federal Gabriel Chalita, hoje no PSB, candidato a prefeito de São Paulo.</p>
<p>A determinação de colocar logo em pauta a política de alianças é do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preocupado com o desempenho do partido em 2012. Em todas as conversas com a cúpula partidária, ele pergunta como estão as conversas para as eleições municipais. No aniversário do PT, em fevereiro deste ano, ele foi direto na cobrança: “Tem muita cidade importante em jogo nas eleições de 2012. Não podemos deixar para discutir esse assunto depois”.</p>
<p>As maiores cidades são as que mais preocupam Lula. Hoje, o PT não tem perspectiva de uma aliança sólida em São Paulo. Pode também ter problemas em Belo Horizonte, onde o prefeito, do PSB, mantém aliança com o PSDB, enquanto o vice é do PT. Quanto ao Rio de Janeiro, embora os petistas tenham algumas opções, o aliado Eduardo Paes, do PMDB, é candidatíssimo a mais quatro anos de mandato. Ou seja, se lançar candidato nesses três municípios considerados importantes para formação de uma base rumo a 2014, o PT corre o risco de ficar isolado. Para não deixar transparecer o medo de isolamento, os petistas pretendem discutir esse tema entre os seis pontos da reforma política que consideram fundamentais. De saída, o partido tende a acabar com as coligações nas eleições proporcionais – de vereadores, deputados estaduais e federais. Assim, os petistas acham que deixarão de dar “carona” a pequenas legendas.</p>
<p>Outra grande preocupação do PT é quanto ao fortalecimento dos partidos. “Hoje, o voto é muito personalista. É preciso encontrar uma forma de dar à política uma característica mais partidária. Por isso, o PT começa a trabalhar com a lista flexível”, afirma o líder da bancada na Câmara, deputado Paulo Teixeira (SP). Na lista flexível, o partido apresenta sua escolha de candidatos, na ordem de prioridade com que pretende preencher os assentos em disputa. O eleitor pode endossar a ordem proposta ou então mudá-la, votando em nomes que estão colocados no fim da listagem. “É uma forma de valorizar o partido sem tirar do eleitor o direito de escolher o integrante daquele partido que ele quer ver eleito”, afirma Teixeira.</p>
<p>A fidelidade partidária e o financiamento exclusivamente público para as campanhas políticas também estarão na ordem do dia dos debates dos petistas. Mas eles decidiram não deixar de lado o debate econômico e a alta nos preços dos combustíveis. O tema será abordado em palestra do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que deve ainda falar sobre inflação e juros.</p>
<p>Os petistas querem saber de Mantega se ter ele segurança de que a economia não vai degringolar, o que jogarira por terra o projeto de poder do partido. Em suas discussões mais reservadas, o partido tem avaliado que só há risco de os planos eleitorais do PT em 2012 e 2014 serem comprometidos se houver algum solavanco forte na economia. Hoje, o vilão mais forte nesse cenário é o preço da gasolina. Além de Mantega, os petistas esperam contar com a presença da presidente Dilma Rousseff e de Lula. Mas até ontem nenhum dos dois havia confirmado a participação.</p>
<p><em>(Do Estado de Minas)</em></p>
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		<title>São Gabriel da Cachoeira mobiliza-se mais uma vez para combater violência</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 13:15:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Sociedade civil e representantes de órgãos governamentais reúnem-se para combater aumento de criminalidade decorrente do narcotráfico, da falta de perspectivas de vida para os jovens e omissão do Poder Público. Outro objetivo é buscar soluções para resolver o problema da segurança alimentar na região</p>
<p>Um movimento reunindo sociedade civil e governo está tentando combater mais uma onda de violência no município de maior população indígena do Brasil, São Gabriel da Cachoeira, no extremo noroeste do Amazonas &#8211; cerca de 95% dos mais de 40 mil habitantes são indígenas.</p>
<p>A mobilização já conseguiu instalar uma Defensoria Pública e garantir a permanência de uma promotora de Justiça na cidade. Um fórum interinstitucional foi criado no final de fevereiro para discutir e encaminhar propostas às diversas instâncias de governo. A ideia também é propor políticas públicas que cheguem às aldeias indígenas.</p>
<p>Participam da iniciativa a Igreja Católica, Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (IF-AM)/Campus São Gabriel da Cachoeira, Exército, Prefeitura, Câmara Municipal, Fundação Nacional do Índio (Funai), Ministério Público, Poder Judiciário, Centro de Defesa dos Direitos Humanos (CDH) e ISA.</p>
<p>Os índices de criminalidade do município chamam atenção há alguns anos. Em 2007, o assassinato de uma jovem índia Baniwa de apenas 20 anos, Marina Macedo, já havia deflagrado uma mobilização contra a impunidade (saiba mais). O então secretário Nacional de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, representantes do Ministério Público Federal (MPF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estiveram em São Gabriel para avaliar a situação (leia mais).</p>
<p>De lá pra cá, no entanto, nenhuma medida estruturante foi tomada pelos governos federal, estadual e municipal para resolver a situação. A violência voltou a crescer, com o registro de mais assassinatos, estupros, suicídios, casos de alcoolismo e uso de drogas. Segundo as organizações que compõe o movimento, há novos tipos de delitos (assalto à mão armada, crimes hediondos e outros) e grande parte dos casos está relacionada ao crescimento do tráfico de drogas.</p>
<p><strong>Reuniões</strong></p>
<p>No dia 31/3, em Manaus, ocorreu uma reunião entre representantes da mobilização, dos governos federal e estadual. No dia seguinte, outra aconteceu na Diocese de São Gabriel. Em junho, ocorrerá novo encontro em Brasília e, em julho, em São Gabriel.</p>
<p>Nas conversas realizadas até agora, os representantes das instituições que compõem o fórum relataram o incremento do número de vítimas entre jovens, baixo efetivo local e rotatividade dos agentes da Polícia Federal (PF), falta de coordenação entre a PF e Exército no combate ao narcotráfico, omissão do Poder Municipal e insuficiência de políticas públicas em geral.</p>
<p>Um dos principais problemas relatados foi a baixa execução dos programas voltados às comunidades indígenas. Os representantes da mobilização apontaram que existem recursos federais disponíveis para projetos locais, mas as administrações estadual e municipal não conseguem executá-los, há morosidade para sua liberação e inadequação dos procedimentos burocráticos à realidade regional e indígena. Muitas demandas não são respondidas. Segundo os indígenas, grande parte da responsabilidade pela gestão desses programas foi transferida para suas organizações sem que elas tenham sido preparadas para isso.</p>
<p>As reuniões e contatos com órgãos federais vêm sendo articulados pelo líder do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Teixeira (SP). O filho do parlamentar, Pedro Yamaguchi, jovem advogado da Diocese de São Gabriel, morreu afogado na cidade, no ano passado. Ele registrou grande parte dos problemas do município em um diário nos 90 dias que trabalhou lá.</p>
<p><strong>Segurança e saúde como prioridades</strong></p>
<p>“Queremos uma intervenção nesta situação. Queremos a presença do estado”, reivindicou Abrahão França, diretor da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN). “Aqui é a porta de entrada do tráfico de drogas. Tem pessoas na cidade que são serradas, cortadas. Cadê a nossa segurança? O tráfico está ai, no táxi-lotação. As pessoas andam armadas, tem muita exploração sexual”, completou.</p>
<p>De acordo com ele, as duas principais prioridades de São Gabriel devem ser segurança e saúde. França cobrou a normalização do atendimento de saúde às comunidades. Ele afirmou que esse atendimento está sendo prejudicado em meio à transição da gestão dos serviços da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) para o Ministério da Saúde. França pediu ainda a instalação de uma delegacia da mulher.</p>
<p>“A Secretaria Geral da Presidência da República tem a meta de ouvir as demandas da sociedade no âmbito dos ministérios, queremos fazer essa aliança com vocês pra superar a questão da pobreza extrema, para que a demanda de vocês possa ser resolvida nesses ministérios”, afirmou o secretário Nacional de Articulação Social da Presidência, Paulo Maldos. Ele disse ser necessário destravar as políticas públicas para o município.</p>
<p>“Temos muita demanda das comunidades indígenas e não temos como atender neste momento por falta de recursos humanos. Sobre a segurança pública, a educação ajuda, mas não resolve sozinha”, argumentou Elias Brasilino, diretor do campus de São Gabriel da Cachoeira do IF-AM. Ele apresentou ainda uma preocupação com o envolvimento de algumas pessoas do município com o narcortráfico.</p>
<p>Outro problema apontado pelos representantes indígenas foi a insegurança alimentar. Daysilene Batista, da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), afirmou que a instituição deverá trazer ao município programas de formação de estoque, aquisição de alimentos e garantia de preços mínimos para a produção agrícola local em parceria com o Ministério de Desenvolvimento Social (MDS). A representante da Caixa Econômica Federal, Vanessa Sabóia, disse que uma agência do banco será aberta na cidade para viabilizar incentivos para a economia e pagar benefícios como o bolsa-família e seguro-defeso.</p>
<p>“Precisamos focar nossa preocupação na juventude, que está abandonada. As escolas de ensino médio não os preparam para a vida, mas apenas para continuarem seus estudos no ensino superior. Quando não conseguem, ficam sem fazer nada! Frustrados e na ociosidade, procuram a droga e a violência”, explicou Lucia Alberta Andrade, do ISA. Ela lembrou que houve avanços na educação indígena para a região, mas a mudança de gestão na prefeitura causou descontinuidade nessa política. Lucia apontou como questão emergencial a necessidade de regularizar o abastecimento de água. </p>
<p><em>(Do Socioambiental.org)</em></p>
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		<title>Debate sobre Itaipu expõe diferenças entre governo e oposição sobre política externa</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 18:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A revisão do Tratado de Itaipu, que triplica o valor que o Paraguai cobra do Brasil na venda da energia produzida pela usina hidrelétrica e não utilizada por aquele país, reacendeu no plenário as diferenças entre governo e oposição sobre a condução da política externa. De um lado, deputados da base defenderam que o Brasil, como maior país do continente, deve ajudar os vizinhos e buscar a cooperação. Do outro, DEM e PSDB argumentaram que o país está agindo de maneira ideológica e favorecendo o Paraguai sem receber nada em troca.</p>
<p>Para o deputado Antonio Imbassahy (PSDB-BA), o tratado quer influenciar na disputa presidencial do país vizinho. “Quando se pretende triplicar o valor pago sem que o Brasil tenha justificativa para isso, verificamos uma benesse do governo que vai alavancar a reeleição do presidente paraguaio, Fernando Lugo”, ressaltou. “Não acho razoável que o Brasil seja onerado por um entendimento que busca dar suporte à eleição do presidente de país amigo”, emendou.</p>
<p>Esse argumento do oposicionista, segundo o deputado Fernando Ferro (PT-PE), busca macular o debate. “O Brasil, ao recompor esse preço, está sendo justo. Não estamos discutindo apenas o preço da energia, mas a relação entre dois países, na busca de diminuir assimetrias entre as economias vizinhas para fazer integração”, declarou. </p>
<p>A oposição destacou ainda que não cabe ao Brasil ajudar o país vizinho sem resolver os problemas internos. “O Brasil está graciosamente dando seis bilhões de reais ao Paraguai até 2023 desconsiderando que esse dinheiro poderia atenuar as mazelas do povo brasileiro”, afirmou o líder do DEM, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA).</p>
<p>O líder do PSDB, deputado Duarte Nogueira (SP), disse que o Brasil já tomou várias decisões em favor dos paraguaios, o que não justificaria o aumento dos repasses por Itaipu. “O Brasil já se dispôs a construir a segunda ponte para o Paraguai, investiu 20 milhões de reais para melhorar a infraestrutura daquele país; fez a lei dos sacoleiros; dá o mesmo tratamento dos motoristas brasileiros aos paraguaios”, enumerou.</p>
<p><strong>Integração</strong></p>
<p>Na defesa do tratado, o líder do PT, deputado Paulo Teixeira (SP), disse que o modelo defendido pelo governo atual quer o crescimento de todos os países do continente, e não apenas do Brasil. “Não passa pelo governo a ideia de o Brasil se desenvolver com o nosso vizinho passando fome. Queremos integração sul-americana para fazer com que o Paraguai não seja mais terceiro pior PIB do continente”, rebateu.</p>
<p>“O Paraguai se desenvolver é bom para o Brasil, é bom para os brasileiros que moram no Paraguai e é bom para o desenvolvimento de toda a América do Sul”, também defendeu o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP).</p>
<p>Esse embate levou a oposição a lançar mão de diversas medidas protelatórias para tentar inviabilizar a votação do tratado na sessão desta quarta-feira. Os partidos oposicionistas apresentaram diversos requerimentos pedindo a suspensão da votação, o adiamento da votação e a retirada de pauta da matéria. “Podemos até perder, mas vamos resistir e mostrar a nossa contrariedade até o final”, disse o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), antes da aprovação do projeto.</p>
<p><em>(Do Operamundi)</em></p>
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		<title>O elo indissociável entre Bolsonaro e a mídia</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 17:59:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>No final do ano passado, fiz aqui um breve balanço da vitória dos Direitos Humanos nas eleições de 2010. Parlamentares de todo o país foram eleitos com essa bandeira, como Luiza Erundina e Paulo Teixeira (SP), Camilo Capiberibe (AP), Erika Cocai (DF), Iriny Lopes (ES) e Eduardo Campos (PE), entre muitos outros.</p>
<p>Mostrei ainda que essa vitória foi particularmente expressiva no Rio de Janeiro, onde os deputados Chico Alencar, Alessandro Molon e Marcelo Freixo, que fizeram campanhas abertamente em defesa dos Direitos Humanos, foram eleitos com o dobro de votos de Arolde de Oliveira, Flávio e Jair Bolsonaro, que são conhecidos por se oporem frontalmente aos Direitos Humanos.</p>
<p>O resultado das urnas foi 547.492 votos para os que lutam por Direitos Humanos contra 278.425 votos para os outros três.</p>
<p>Não foi pouca coisa. Vale lembrar que na época a direita atacava a terceira edição do Programa Nacional de Direitos Humanos e as corporações de mídia concediam amplos espaços para “debater” temas polêmicos, muitas vezes descontextualizados e direcionados contra a então candidata Dilma Rousseff.</p>
<p>Agora, exatos seis meses depois das eleições, o deputado federal Jair Bolsonaro volta à carga contra os Direitos Humanos. Começou no CQC e seguiu os ataques em todos os espaços que conseguiu. Esquivou-se do preconceito racial (“minha esposa é mulata”) e redirecionou as pedradas contra os direitos LGBT. Se vai colar ou não, a Câmara dos Deputados vai dizer ao final do processo movido por vinte parlamentares contra ele.</p>
<p>O fato é que mais uma vez o Jair Bolsonaro conseguiu os holofotes necessários para sua perpetuação na Câmara dos Deputados, do mesmo modo que o fazem seus filhos Flávio e Carlos, um eleito deputado estadual e outro alçado à Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Eles não lideram mandatos ativos, propositivos, com participação popular. A família Bolsonaro é eleita por ter coragem de falar aquilo que muitos recalcam e só expressavam em círculos reduzidos ou nas urnas. É o discurso agressivo, machista, sexista, racista. Raso, reducionista, pobre. Mas que conta com o apoio de uma certa parcela da população, que tende a diminuir à medida que o país desenvolver seus sistemas de educação, de comunicação e de cultura.</p>
<p>Como patriarca, Jair é malandro. Mira nas altas autoridades, quer criar grandes polêmicas e, dessa forma, ampliar sua visibilidade na mídia. As corporações de mídia entram na onda para aumentar a audiência ou por afinidade ideológica, nunca para promover o verdadeiro debate que o país precisa para resolver questões tão sérias quanto essas que estão em jogo. Para ficar num só exemplo, dramático exemplo, lembremos do adolescente de 14 anos assassinado violentamente em São Gonçalo. Motivo? Ele era homossexual. Qual foi o grande debate nacional promovido pelas corporações de mídia desde o episódio? Nada, apenas matérias pontuais.</p>
<p>A família Bolsonaro presta um desserviço ao país, sim, isto é indiscutível, sobretudo para uma nação que quer ser reconhecida internacionalmente pelo respeito aos Direitos Humanos. Mas não adianta apenas criticar o expoente do desserviço se não conseguirmos mudar o principal: o sistema de comunicação, que do jeito que está hoje atrasa os avanços, coloniza as mentes e empurra o Brasil para o abismo das violações de direitos.</p>
<p>Coincidência ou não, à medida em que a comunicação alternativa avança a direita raivosa perde espaço na sociedade. Até a vitória, sempre!</p>
<p>Por Marcelo Salles, jornalista, atuou como correspondente da revista Caros Amigos no Rio de Janeiro (2004 a 2008), e em La Paz (2008 a 2009).</p>
<p><em>(Do Escrivinhador)</em></p>
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		<title>PT apresenta propostas para o Código Florestal na segunda</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 14:10:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O prazo definido para apresentação da proposta foi acertado em reunião do Núcleo Agrário Parlamentares que integram o Núcleo Agrário do PT na Câmara dos Deputados ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/04/pt-apresenta-propostas-para-o-codigo-florestal-na-segunda/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O prazo definido para apresentação da proposta foi acertado em reunião do Núcleo Agrário</em></p>
<p>Parlamentares que integram o Núcleo Agrário do PT na Câmara dos Deputados apresenta na segunda-feira ( 11) uma proposta para pontos do substitutivo ao projeto de lei que altera o Código Florestal, matéria que pode ser votada a qualquer momento no plenário. O deputado federal Padre Ton (PT) integra o grupo de trabalho que reunirá as diversas contribuições já existentes e outras que poderão ser apresentadas para definir um texto de consenso.</p>
<p>Além do deputado Padre Ton integram o grupo os deputados Marcon (RS), Fernando Marroni (RS), Luci Choinacki (SC) e Assis do Couto (PR).</p>
<p>O prazo definido para apresentação da proposta foi acertado em reunião do Núcleo Agrário realizada hoje (5) à tarde, quando o grupo fez uma avaliação do processo de embate que envolve o substitutivo do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP). O deputado Padre Ton propôs trabalho conjunto com o Núcleo de Meio Ambiente, que defende, e não está previsto no projeto, a prestação de serviços ambientais para o agricultor que manter a floresta em pé.</p>
<p>O fim da Área de Preservação Permanente (APP) em topo de morro; a anistia das multas para os que desmataram APP e Reserva Legal, que soma R$ 10 bilhões e a extinção da obrigatoriedade das pequenas propriedades de terem Reserva Legal (RL), propostos pelo relator, são pontos em que o PT não tem concordância.</p>
<p><strong>Governo</strong></p>
<p> O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Teixeira, disse que o governo precisa apresentar uma proposta para o Código Florestal, para demonstrar unidade, e que o ministro da Agricultura Vagner Rossi está em disputa com as bases do agronegócio hoje representadas pela senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da Confederação Nacional de Agricultura, CNA. “Por isso dificulta uma proposta por parte do governo”, disparou.</p>
<p>Para o deputado Amauri Teixeira (PT-BA), caso o Código Florestal vá a votação “antes do governo apresentar uma proposta mediadora, os caras irão passar o rodo”. Ele referiu-se aos representantes do agronegócio na Câmara dos Deputados.   </p>
<p><em>(Do Rondoniadinamica.com)</em>  </p>
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		<title>Diário de Pedro Yamaguchi Ferreira incentivou o pai a tomar a iniciativa de criar a comissão</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 11:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Os planos do missionário leigo e o advogado era atuar nas comunidades indígenas e &#8220;fazer a vida&#8221; na região</p>
<p>Depois que esteve em São Gabriel da Cachoeira, no dia 4 de junho de 2010, para deslocar o corpo do filho até São Paulo, o deputado federal Paulo Teixeira voltou outras três vezes ao município – a última, no dia 1º abril de 2011.</p>
<p>Desta vez, ele visitou o local onde Pedro foi visto pela última vez, minutos antes de ser levado pela correnteza, acompanhado do bispo do município, Pe. Edson Damian, responsável pela ida do rapaz para a Pastoral Indigenista, e jogou um buquê de flores nas águas do rio Negro.</p>
<p>Com voz serena, Paulo Teixeira relatou à reportagem do<strong>acritica.com a</strong> rotina do filho em São Gabriel da Cachoeira e de como o rapaz ia se transformando e amadurecendo a cada dia, ao acompanhar os incontáveis e variados problemas vividos pelas populações indígenas.</p>
<p>Missionário leigo que havia trabalhado na Pastoral Carcerária em São Paulo, ele tinha chegado três meses antes para trabalhar na Pastoral Indígena de São Gabriel da Cachoeira.</p>
<p>No dia 1º de junho, minutos antes do almoço, depois de uma manhã atarefada, foi relaxar um pouco à beira do rio Negro. Mas, ao pisar numa das pedras à margem, a forte correnteza do rio Negro carregou Pedro. Seu corpo foi encontrado dois depois.</p>
<p><strong>Realidade</strong></p>
<p>Pedro chegou a São Gabriel da Cachoeira como um típico jovem encantado com a Amazônia, ainda desconhecendo direito os problemas que iria enfrentar.</p>
<p>O primeiro contato com os jovens do município foi pelo futebol. Bom de bola, ele acabou entrando para um time local. Mas para além da diversão, Pedro se deparou com “uma dura realidade”, lembra pai.</p>
<p>“Ele trabalhava 18 horas por dia. Estava sempre assoberbado, mas nunca desistia. Pelo contrário, ele nos falava que queria ir mais para dentro das comunidades, que provavelmente não iria voltar tão cedo e já pensava em fazer sua vida aqui, formar família”, conta Paulo Teixeira.</p>
<p>Segundo o deputado, Pedro já havia até arrumado “uns casinhos” com moças indígenas.</p>
<p>Em pouco tempo no município, Pedro virou uma espécie de consultor dos indígenas, atuando sempre gratuitamente.</p>
<p><strong>Consultor</strong></p>
<p>“A chegada dele gerou muita expectativa. A primeira vez em que ele esteve no presídio, muitos o aguardavam. Como a cidade não tinha defensor público, ele atuava como advogado. Conseguiu fazer acordo com a juíza e tirou seis rapazes presos cujas penas já estavam vencidas. Se deparou com a dureza da realidade, com a falta de perspectiva dos jovens e relatava tudo isso em um diário. Ele virou uma referência para os mais pobres e muitos passaram a requerer sua a atuação”, conta o deputado.</p>
<p>Além de solicitado para defender causas na área do Direito, Pedro também era chamado para ajudar na elaboração de estatutos de associações comunitárias e organizações indígenas.</p>
<p>“Acredito que naquele dia (1º de junho), o Pedro estava muito assoberbado. Na semana seguinte ia viajar para Brasília para fazer um curso de 15 dias e queria deixar as coisas redondas durante sua ausência. Ele havia ido ao fórum de justiça e, antes da refeição, decidiu ir à praia. Imagino que deve ter pisado numa pedra e escorregou. Soube que uma senhora que lavava roupa ainda jogou um lençol para ele se agarrar, mas o pano era liso”, narra o pai.</p>
<p>(Do Jornal A Crítica)</p>
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		<title>Reforma gera impasse entre ambientalistas e ruralistas</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 11:34:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo &#8211; Relator da proposta de reforma do Código Florestal, o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) ressaltou ontem que as discussões em torno do tema não são uma briga entre ambientalistas e ruralistas. Durante audiência pública no Senado, Rebelo defendeu que a atualização do código é uma necessidade para proteção do meio ambiente e da <a href="http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=6&amp;id_noticia=368079#">agricultura</a>do País. &#8220;A desinformação na sociedade e na imprensa é muito grande sobre isso e todo mundo reproduz o jargão de que é uma briga entre ambientalistas e ruralistas. Não é. Isso é a necessidade do País de proteger o meio ambiente e a agricultura&#8221;, defendeu.</p>
<p>A proposta de Rebelo não conta com o apoio do maior partido da Câmara, que apresentará uma proposta alternativa. Segundo o <a href="http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=6&amp;id_noticia=368079#">líder</a> do PT, Paulo Teixeira (SP), as mudanças propostas pelo relator anistiam desmatadores e diminuem as áreas de proteção ambiental, protegendo os ruralistas contrários à preservação ambiental. &#8220;Algo simplesmente inaceitável&#8221;, disse. Há expectativa de que o PT incorpore soluções apontadas pelo Ministério do Meio Ambiente para buscar consenso entre ruralistas e ambientalistas.</p>
<p>(Do DCI)</p>
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		<title>Pedro Yamaguchi Ferreira foi recebido como ´parente´ pelos indígenas</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 11:32:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Pai do rapaz quer publicar o diário onde o missionário relatou os problemas dos indígenas e mostrava preocupação com a juventude</p>
<p>De estatura mediana, moreno e olhos puxados, herança da mãe japonesa, Alice, Pedro foi logo “confundido” com um indígena.</p>
<p>Em pouco tempo estava sendo chamado de “parente” (expressão dita apenas para pessoas mais próximas) pelos indígenas. Abraão França fala com voz embargada e olhos marejados sobre Pedro.</p>
<p>“Ele parecia um cara da família, um ´parente´ nosso. O fato de trabalhar de maneira voluntária também ajudava. Quando chegou, participava das assembleias dos indígenas e muita gente procurava ele para legalizar estatutos,documentos e defender algumas causas”, diz.</p>
<p>Conforme França, na visita que fez à comunidade, Pedro comeu peixe moqueado preparado especialmente para ele.</p>
<p>“A gente queria que nos ajudasse a fazer o estatuto da nossa comunidade. Mas uma semana depois, aconteceu aquilo com ele. Ficamos muito triste”.</p>
<p>Pedro Yamaguchi Ferreira  deixou um diário de quase 200 páginas, segundo seu pai, Paulo Teixeira.</p>
<p>O deputado federal planeja publicar o diário, mas ainda não tem data para isto. Por enquanto, ele sugere que pessoas interessadas em saber mais sobre Pedro, seu trabalho, seus objetivos e motivos que o levaram até São Gabriel da Cachoeira, entrem no site dedicado ao filho,<a href="http://www.omissionariopedro.wordpress.com/">www.omissionariopedro.wordpress.com</a>.</p>
<p>(De A Crítica.com Amazônia)</p>
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		<title>PT e ministra fazem coro contra Bolsonaro</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 14:35:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>BRASÍLIA. A liderança do PT na Câmara aderiu ao movimento contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), acusado de racismo e homofobia por causa de declarações a um programa de TV. Ontem, o líder petista na Câmara, deputado Paulo Teixeira (SP), divulgou nota em que repudia as declarações, classificando a conduta de Bolsonaro como deplorável.</p>
<p>Em outra frente, a ministra de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros, disse que a fala do deputado foi racista. Ela aproveitou para relativizar o direito à imunidade parlamentar para expressar opiniões, lembrando que a Constituição define o racismo como crime inafiançável e imprescritível.</p>
<p>- O caso efetivamente está provocando muita reação e mostra que existe um repúdio da sociedade com esse tipo de atitude racista. Ao mesmo tempo, coloca para a Câmara a oportunidade muito boa de mandar uma mensagem para a sociedade, contrária a toda e qualquer tipo de declaração racista por um de seus membros. Espero que os deputados respondam à altura dos avanços que a sociedade já obteve no combate ao racismo &#8211; disse. &#8211; Liberdade de expressão, todos sabemos o que é. Como entendemos perfeitamente o que a Constituição considera crime de racismo.</p>
<p>A nota do líder do PT condenou as declarações feitas por Bolsonaro, manifestando apoio às seis representações contra o deputado já enviadas à Corregedoria e ao Conselho de Ética da Câmara. Uma sindicância investigará se houve quebra de decoro. &#8220;Suas declarações demonstram um total desrespeito à condição de representante de todos os cidadãos e cidadãs brasileiras e, em especial, do povo do Rio de Janeiro, já que em seu dia a dia faz comentários jocosos e estereotipados a respeito das mulheres, negros, homossexuais e militantes dos direitos humanos e pela democracia em geral&#8221;, diz a nota.</p>
<p>&#8220;Não vou discutir promiscuidade&#8221;</p>
<p>Na entrevista ao programa &#8220;CQC&#8221;, da Band, o deputado respondia a perguntas gravadas. A cantora Preta Gil quis saber o que Bolsonaro faria se um filho dele se apaixonasse por uma negra. O deputado respondeu: &#8220;Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco, porque meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambiente como lamentavelmente é o teu&#8221;.</p>
<p>(Do O Globo)</p>
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		<title>Lideranças indígenas de São Gabriel da Cachoeira/AM disseram que os projetos de políticas públicas não evoluíram</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 14:29:18 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Em São Gabriel da Cachoeira, as lideranças indígenas fizeram suas queixas</p>
<p>O legado e o exemplo de cidadania e solidariedade de Pedro começaram a render frutos logo depois de sua morte. Passado o luto inicial, Paulo Teixeira começou a articular ações para construir políticas públicas para São Gabriel da Cachoeira.</p>
<p>A campanha política (na qual ele tentava a reeleição) interrompeu a atividade, mas após sair vitorioso nas eleições, o deputado retomou o plano.</p>
<p>Em novembro fez a primeira reunião com a Secretaria Geral da Presidência. Outra reunião, mais recente, aconteceu no último dia 17 de marco, já para organizar a vinda da comitiva ao Amazonas. Antes de prosseguir até São Gabriel da Cachoeira, o grupo se reuniu em Manaus, com funcionários locais dos ministérios, um dia antes da viagem.</p>
<p>Na reunião em São Gabriel da Cachoeira, uma das maiores queixas dos indígenas foi a não implementação de políticas públicas que, apesar de já existirem no papel e são anunciadas pelo governo federal com toda a pompa, nunca foram efetivas na prática.</p>
<p>É o caso de um programa anunciado em 2008, com a presença do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em São Gabriel da Cachoeira, chamado Territórios da Cidadania, que tinha à frente o Ministério de Desenvolvimento Agrário.</p>
<p>O programa abrangeria outros dois três municípios da região do Alto Rio Negro, Barcelos e Santa Isabel do rio Negro.</p>
<p>“Fizeram oficinas, mas depois disto, a gente não viu nada. Ficou só no discurso. A gente quer que saia do papel”, conta Abraão Franco, presidente da Federação das Organizações Indígenas do Alto Rio Negro (Foirn).</p>
<p>À época da visita do ex-presidente, foram anunciados também investimentos para a conservação da BR-307 (R$ 14 milhões), construção de um terminal hidroviário na sede do município (R$ 4 milhões) e melhoria no sistema de abastecimento de água.</p>
<p>No entanto, a estrada permanece intrafegável, não existe porto na cidade e falta de um sistema de abastecimento de águas em SGC.</p>
<p>(Do Jornal A Critica)</p>
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