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	<title>Paulo Teixeira &#187; IG</title>
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	<description>Deputado Federal</description>
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		<title>&#8216;Que o PMDB continue assim nos próximos quatro anos&#8217;, líder do PT</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 12:48:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo Teixeira (PT-SP) comemorou apoio integral dos peemedebistas ao projeto do governo que reajustou o salário mínimo O líder do PT da Câmara, Paulo Teixeira (SP), ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/02/que-o-pmdb-continue-assim-nos-proximos-quatro-anos-lider-do-pt/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Teixeira (PT-SP) comemorou apoio integral dos peemedebistas ao projeto do governo que reajustou o salário mínimo</p>
<p>O líder do PT da Câmara, Paulo Teixeira (SP), afirmou hoje que espera fidelidade &#8220;agora e nos próximos quatro anos.&#8221; Ele deu a declaração ao comentar os 100% de votos da bancada do PMDB na votação do salário mínimo de R$ 545 na noite de ontem.</p>
<p>&#8220;Comemoramos os votos do PMDB e esperamos contar com eles na base nos próximos quatro anos&#8221;, disse Teixeira.</p>
<p>&#8220;O PMDB se apresenta de maneira distinta do que se apresentou nos anos anteriores. Não é mais apenas aliado. Estão dentro do barco&#8221;, completou o líder petista. Segundo Teixeira, a divisão de cargos no começo do governo foi atabalhoada.</p>
<p>O líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), se desgastou com a presidenta Dilma Rousseff ao brigar pela presidência de Furnas a pedido de Eduardo Cunha (RJ). Sobre os dois deputados do PT que votaram contra o governo, Teixeira disse que &#8220;haverá repercussão&#8221;. Eles devem perder vagas em comissões e ter o trabalho na Câmara limitado.</p>
<p><em>(Do Portal IG)</em></p>
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		<title>PT defende uso da internet para evitar &#8216;judicialização&#8217;</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 16:03:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Partido defende a adoção do sistema de assinatura eletrônia para viabilizar projetos de de lei de iniciativa popular O PT quer fortalecer o uso dos instrumentos ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/02/pt-defende-uso-da-internet-para-evitar-judicializacao/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Partido defende a adoção do sistema de assinatura eletrônia para viabilizar projetos de de lei de iniciativa popular</p>
<p>O PT quer fortalecer o uso dos instrumentos de consulta e participação popular como forma de reduzir a interferência do Judiciário em questões eleitorais. A ideia faz parte da proposta de reforma política do partido. Entre os mecanismos propostos pelo PT está a permissão do uso da assinatura eletrônica, via internet, para apresentação de projetos de lei de iniciativa popular, hoje dificultadas pela necessidade da assinatura física.</p>
<p>“O Parlamento não decide muitas questões polêmicas hoje. Para estes casos podemos incentivar o uso de mecanismos de consulta popular, como referendos e plebiscitos. Além disso, para incentivar os projetos de iniciativa popular, defendemos um mecanismo que garanta que as assinaturas possam ser colhidas pela internet e não só a assinatura física, como é hoje”, disse o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira.</p>
<p>Segundo ele, isso evitaria as constantes intervenções do poder Judiciário em questões eleitorais, a exemplo do que ocorreu nas eleições do ano passado, quando candidatos barrados pela Ficha Limpa (um exemplo de lei de iniciativa popular), acabaram ganhando o direito de tomar posse nos tribunais.</p>
<p>De acordo com o líder petista, a proposta de reforma política elaborada pelo partido é dividida em quatro pontos básicos. O primeiro é o fortalecimento dos partidos. O PT defende o voto em lista fechada para cargos proporcionais. Neste caso o eleitor votaria no partido e não no candidato.</p>
<p>O segundo diz respeito ao financiamento das campanhas, um dos principais fatores de corrupção. O PT é favorável ao financiamento público das campanhas eleitorais. “Isso garante que o processo não fique tão vulnerável ao poder econômico”, disse Teixeira.</p>
<p>O terceiro ponto é a governabilidade. Para reduzir a vulnerabilidade dos governantes no sistema presidencialista, o PT é favorável ao fim das coligações nas eleições proporcionais ou então obrigar os partidos coligados a agir em bloco no Parlamento. O quarto e último ponto da proposta petista é referente à interferência do Judiciário no processo eleitoral. O que seria minimizado com o incentivo à consulta e participação popular.</p>
<p>A bancada do PT na Câmara deve traçar a estratégia de encaminhamento da reforma política em um seminário marcado para ocorrer hoje e amanhã, em Brasília.</p>
<p><em>(Do IG)</em></p>
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		<title>Briga por liderança partidária põe em jogo até 138 cargos</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 13:30:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De olho no poder de nomear até 138 funcionários a mais, deputados e senadores disputam a vaga de líder para obter maior projeção e status no ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/01/briga-por-lideranca-partidaria-poe-em-jogo-ate-138-cargos/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De olho no poder de nomear até 138 funcionários a mais, deputados e senadores disputam a vaga de líder para obter maior projeção e status no Congresso. Entre hoje até segunda-feira, a maioria dos novos líderes será definida por meio de consenso ou votação. A escolha também envolve interesses das cúpulas dos partidos e de projetos para candidaturas em 2012 e 2014.</p>
<p>Na Câmara, por exemplo, 14 legendas têm com gabinetes de liderança, onde trabalham mais de 1.300 servidores, entre efetivos e comissionados. Dependendo da representatividade do partido, medida pelo número da bancada, o gabinete do líder abriga entre 25 e 138 funcionários, que conta com serviços postais, de telefonia, internet, TV a cabo.</p>
<p>Não existe verba específica para as lideranças, que são custeadas pela Casa. A briga por espaço é tanta que o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB-SP), quando era presidente da Câmara, abriu uma exceção e considerou que partidos com menos de cinco deputados eleitos teriam direito a lideranças, o que é proibido pelo regimento da Casa.</p>
<p>A escolha do líder leva em consideração questões estratégicas, como a relação com o comando das legendas e, claro, os futuros candidatos nas próximas eleições. Durante as sessões plenárias, o líder tem prerrogativa de falar a qualquer momento, seja para fazer uma comunicação da liderança ou discutir uma matéria em votação.</p>
<p>O tempo é definido pelo tamanho da bancada do partido. Por exemplo: Com maior número de deputados eleitos, respectivamente, o PT terá 10 minutos e o PMDB, 9 minutos, para comunicações de liderança. Enquanto partidos com bancadas menores, como PSOL e PTdoB, somam 5 minutos por semana.</p>
<p>O próprio cargo serve de trampolim para voos mais altos dentro e fora do Congresso. O senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG) é um exemplo disso. Depois de liderar seu partido na Câmara, se consolidou como candidato a presidente da Casa em 2001. Eleito, conseguiu no ano seguinte ser candidato a governador de Minas Gerais. Novamente, foi eleito e reeleito.</p>
<p>De volta ao Congresso após oito anos, Aécio teve participação na escolha do líder não só do PSDB, mas também do DEM – histórico aliado dos tucanos. Depois de avalizar a indicação de Duarte Nogueira como líder do PSDB na Câmara, Aécio pediu que Marcos Montes (DEM-MG) desistisse de disputar a liderança do DEM.</p>
<p>Com o apoio do ex-presidente do DEM Jorge Bornhausen, Montes queria disputar a liderança contra Antonio Carlos Magalhães (DEM-BA), aliado do atual presidente do partido, Rodrigo Maia. Bornhausen e Maia disputam o comando do DEM. Na última eleição presidencial, o grupo de Bornhausen forçou o apoio ao tucano José Serra.</p>
<p><strong>De olho em 2014</strong></p>
<p>Interessado no apoio do DEM para disputar o Palácio do Planalto em 2014, Aécio convenceu o conterrâneo Marcos Montes a desistir da contenda pela liderança. Mesmo assim, o DEM manterá a disputa com o deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR).</p>
<p>No Senado, o posto de líder do DEM também ainda segue indefinido por influência da disputa pela presidência do partido. Atual líder, o senador José Agripino (RN) é cotado para assumir o comando o DEM. Ele tem o apoio de Rodrigo Maia. O problema é, de novo, a disputa deste com Jorge Bornhausen, que lançou Marco Maciel para presidente.</p>
<p>A eleição para presidente do DEM está marcada para março. Se Agripino for escolhido presidente do partido, a vaga de líder deverá ficar com o senador Demóstenes Torres. Na última eleição, a bancada do DEM no Senado diminuiu seu tamanho de 14 para apenas cinco senadores.</p>
<p><strong>Planalto influencia escolha</strong></p>
<p>No PT, a escolha do líder também é influenciada por interesses do Palácio do Planalto e da cúpula do partido. O novo líder da Câmara é Paulo Teixeira (SP). Com origem na tendência interna petista Mensagem ao partido, ele só chegou ao cargo graças ao apoio da majoritária Construindo Um Novo Brasil (CNB).</p>
<p>A CNB, porém, já emplacou o novo líder no Senado. Será o ex-ministro da Saúde e recém-eleito senador Humberto Costa. A corrente também defende a manutenção do deputado Cândido Vaccareza (PT-SP) no posto de líder do governo na Câmara. Ele, porém, enfrenta dificuldades porque tentou ser candidato a presidente e foi derrotado.</p>
<p>Deputado ligado ao CNB, João Paulo Cunha é bom exemplo de como uma liderança pode ajudar alçar voos mais altos. Depois de ser líder do PT na Câmara, ele candidatou-se à presidência da Casa. Deixou o posto em 2005 quando começou a se preparar para disputar o governo de São Paulo. Envolvido no “mensalão”, abandonou seus planos.</p>
<p>Com a maior bancada no Senado e segunda maior na Câmara, o PMDB vai reduzir seus respectivos líderes este ano: Renan Calheiros (AL), no Senado, e Henrique Eduardo Alves (RN), já negociaram suas permanências. Ambos também articulam nos bastidores candidaturas às presidências do Senado e da Câmara em 2013.</p>
<p><em>(Do <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/disputa+por+liderancas+envolve+ate+138+cargos+por+gabinete/n1237969875834.html" target="_blank">IG</a>)</em></p>
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		<title>Líder do PT tenta evitar oposição a Marco Maia na Câmara</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 16:16:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[líder do PT]]></category>
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		<description><![CDATA[Ao iG, Paulo Teixeira (PT-SP) afirma que distribuição de cargos em comissões evitará disputa por cargo de presidente Novo líder do PT na Câmara, o deputado ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2010/12/lider-do-pt-tenta-evitar-oposicao-a-marco-maia-na-camara/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao iG, Paulo Teixeira (PT-SP) afirma que distribuição de cargos em comissões evitará disputa por cargo de presidente</p>
<p>Novo líder do PT na Câmara, o deputado Paulo Teixeira (SP), 49 anos, afirmou em entrevista ao iG que a distribuição de cargos em comissões temáticas será usada para construir a candidatura única de Marco Maia (PT-RS) à Presidência da Câmara. “Vamos distribuir o poder na Câmara de uma maneira equilibrada para que todos se sintam representados em postos de poder. Desse modo, vamos evitar qualquer sentido de disputa”, disse em entrevista por telefone.</p>
<p>Marco Maia foi escolhido candidato depois de uma disputa dentro da bancada do PT. Ele não era apontado como favorito, já que a cúpula do partido e o Palácio do Planalto já haviam acertado a indicação do deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP).</p>
<p>A disputa dentro do PT abriu brecha para o lançamento de candidaturas alternativas dentro da base aliada. O deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) lidera um movimento para viabilizar um nome contra Maia. O próprio Aldo é apontado opção mais forte para essa função.</p>
<p>Teixeira afirma que Maia tem o apoio da oposição (PSDB e DEM). Ele conta também como deverá comandar a bancada do PT, a maior da Casa a partir de fevereiro. O novo líder diz que as prioridades são a reforma política e a segurança pública.</p>
<p><strong>iG &#8211; Como será sua gestão à frente da bancada do PT?</strong><br />
Paulo Teixeira &#8211; Será intensa. Vamos trabalhar para fazer a discussão dos grandes temas da sociedade. Como maior bancada, nós temos grande responsabilidade. E, claro, vamos dar sustentabilidade ao governo da presidenta Dilma.</p>
<p><strong>iG – E quais são os grandes temas?</strong><br />
Teixeira – Sem dúvida alguma, a reforma política e a melhoria de segurança.</p>
<p><strong>iG – Mas já existe uma proposta definida de reforma política?</strong><br />
Teixeira – Precisamos ter como foco três pilares: financiamento público, o fim das coligações proporcionais e o incentivo ao voto partidário. Além disso, precisamos intensificar os mecanismos de democracia direta, o referendo e o plebiscito por exemplo.<br />
<strong><br />
iG – O senhor não concorda que há muitas dificuldades? Não há pontos divergentes em todos os partidos e bancadas?</strong><br />
Teixeira – Pelo menos dentro do PT, a ideia principal é acabar com o financiamento privado de campanha, que gera uma grande corrupção no Estado brasileiro.</p>
<p><strong>iG – E em relação às propostas de segurança pública?</strong><br />
Teixeira – Na área de segurança pública, há a questão da lavagem de dinheiro. Precisamos encontrar mecanismos para a investigação. Hoje grande parte do sistema penal e judicial pega a ponta. Não pega o meio, que financia. Que é o crime organizado.</p>
<p><strong>iG – Mas o que é preciso ser feito então?</strong><br />
Teixeira – Precisamos aperfeiçoar a legislação para dar mecanismos mais efetivos ao Estado de combate ao crime organizado. Há uma série de projetos tramitando aos quais nós precisamos nos dedicar.<br />
<strong><br />
iG – E nas outras áreas?</strong><br />
Teixeira – Temos o Plano Nacional de Cultura e o Plano Nacional de Educação. Haverá ainda um grande debate sobre as questões urbanas, que é o envio ao Congresso do Minha Casa, Minha Vida 2.</p>
<p><strong>iG – O episódio da escolha do Marco Maia como candidato a presidente da Câmara provou que a bancada do PT nem sempre é uma bancada dócil, que acata as decisões sem questionar. Como o senhor pretende lidar com isso?</strong><br />
Teixeira – Eu pretendo criar uma dinâmica de debate político na bancada por meio de comissões, coordenação por área e reuniões periódicas. Vamos tentar fazer um planejamento que antecipe os temas e já coloque a bancada para trabalhá-los. Nós queremos entrar em 2011 já aquecidos.</p>
<p><strong>iG – Setores do PT sempre reclamaram da falta de espaço em relação ao grupo majoritário, chamado Construindo Um Novo Brasil.</strong><br />
Teixeira – Eu acho que a bancada precisa promover o debate político e a valorização dos mandatos. Gostaria de corrigir o que perguntou sobre a escolha do Marco Maia. Não havia definição de governo em relação à escolha do presidente da Câmara. A presidenta Dilma Rousseff e o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, nunca nos disseram que havia um candidato apoiado pelo Palácio do Planalto. Então no caso do candidato a presidente da Câmara, a bancada teve total liberdade para escolher. A bancada do PT é muito solidária ao governo. É a mais solidária do governo que tem na Câmara.</p>
<p><strong>iG – Mas o senhor não acha que houve um momento que as coisas estavam concentradas demais?</strong><br />
Teixeira – Oito anos do nosso governo fizeram com que essa bancada passasse por todos os problemas possíveis. A crise de 2005 (mensalão), o segundo mandato do governo e as CPIs. Então eu creio que a bancada está mais madura.</p>
<p><strong>iG – O senhor acha possível a construção de um consenso para fazer Marco Maia presidente da Câmara?</strong><br />
Teixeira – O PT já está unido. Os grandes partidos também já declaram apoio ao Marco Maia, o PMDB, PSDB e o DEM. Agora nós precisamos fazer um trabalho de convencimento do PC do B, PDT e PSB.</p>
<p><strong>iG – A distribuição dos cargos de presidente da comissão podem ajudar nesse sentido?</strong><br />
Teixeira – Vamos distribuir o poder na Câmara de uma maneira equilibrada para que todos se sintam representados em postos. Desse modo, vamos evitar qualquer sentido de disputa. A disputa só ocorre quando o político vai perder poder, espaço. Não é esse o ânimo que nós estamos sentindo na Câmara.</p>
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