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	<title>Paulo Teixeira &#187; R7</title>
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		<title>Paulo Teixeira faz balanço do ano legislativo</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 20:41:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em entrevista a Luiz Fara Monteiro, nesta semana, Paulo Teixeira fez um balanço do ano legislativo para o Brasília ao Vivo. (do R7)<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/12/paulo-teixeira-faz-balanco-do-ano-legislativo/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://pauloteixeira13.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Brasília-Ao-Vivo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-20319" title="Brasília Ao Vivo" src="http://pauloteixeira13.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Brasília-Ao-Vivo.jpg" alt="" width="481" height="321" /></a>Em entrevista a Luiz Fara Monteiro, nesta semana, Paulo Teixeira fez um balanço do ano legislativo para o Brasília ao Vivo.</p>
<p><a href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/12/paulo-teixeira-faz-balanco-do-ano-legislativo/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>(do R7)</p>
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		<title>Dilma reúne líderes da base aliada, mas não chama PDT</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 14:59:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[salário mínimo]]></category>

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		<description><![CDATA[Partido, que comanda Ministério do Trabalho, causou mal-estar por reajuste do mínimo A presidente Dilma Rousseff participa na manhã desta quarta-feira (2) de uma reunião com ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/03/dilma-reune-lideres-da-base-aliada-mas-nao-chama-pdt/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Partido, que comanda Ministério do Trabalho, causou mal-estar por reajuste do mínimo</em></p>
<p>A presidente Dilma Rousseff participa na manhã desta quarta-feira (2) de uma reunião com 15 líderes dos partidos da base aliada do governo na Câmara. O PDT, que votou contra o aumento do salário mínimo proposto pelo Planalto, não foi convidado para o encontro.</p>
<p>Além de Dilma e dos líderes, participam da reunião o vice-presidente Michel Temer, o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, e o ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio.</p>
<p>No primeiro mês de trabalhos da nova legislatura do Congresso, o governo conseguiu aprovar sua primeira medida importante ao aumentar o salário mínimo para R$ 545 e não para R$ 560 ou R$ 600, como defendiam as centrais sindicais e os partidos de oposição.</p>
<p>O reajuste do governo foi aprovado com facilidade, mas o PDT, da base aliada, foi contra, e defendeu reajuste maior, o que gerou mal-estar com o Planalto. O partido comanda o Ministério do Trabalho, com Carlos Lupi, que foi mantido no cargo após Dilma assumir.</p>
<p><strong>Cortes</strong></p>
<p>Outro assunto que deve ser destaque na reunião é o corte de cerca de 70% das emendas parlamentares por deputados e senadores. Ontem, o líder do PT, deputado Paulo Teixeira (SP), divulgou em que minimiza o prejuízo do contingenciamento.</p>
<p>Na nota, Teixeira diz apoiar o ajuste fiscal do governo e ressalta o fato de os gastos na área social terem sido preservados. Rebate, ainda, a principal crítica da oposição: de que os cortes só foram necessários porque o governo gastou muito em 2010, ano eleitoral.</p>
<p>“A elevação dos gastos no ano passado decorreu não de medidas eleitorais, mas da necessidade de ampliação da participação do Estado na economia, a fim de se evitar que a crise financeira internacional contaminasse o crescimento brasileiro, no médio e longo prazo, levando a uma situação de recessão grave”, diz o líder petista.</p>
<p>(Do R7)</p>
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		<title>Antes da festa, cúpula do PT se  reúne para substituir dirigentes</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 10:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No encontro, petistas devem oficializar o cargo de presidente de honra para Lula Antes da festa marcada para comemorar os seus 31 anos de fundação, o ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/02/antes-da-festa-cupula-do-pt-se-reune-para-substituir-dirigentes/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No encontro, petistas devem oficializar o cargo de presidente de honra para Lula</p>
<p>Antes da festa marcada para comemorar os seus 31 anos de fundação, o PT reúne nesta quinta-feira (10) sua cúpula para mudanças na direção do partido. Como alguns dirigentes assumiram cargos no governo federal, terão que deixar o posto no partido e dar lugar a aliados na Executiva.</p>
<p>O órgão, composto por 21 membros, é uma espécie de poder executivo do partido, que cumpre as ordens aprovadas pelo Diretório, instância “legislativa” da legenda, com mais de 80 membros eleitos pelos filiados.</p>
<p>No encontro de hoje, deverão deixar a Executiva o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, hoje secretário-geral nacional da legenda, e a ministra da Secretaria de Política para as Mulheres, Iriny Lopes, secretária de relações internacionais do PT.</p>
<p>O líder do PT no Senado, Humberto Costa, apenas muda de cargo: sai da vice-presidência da Executiva e assume como representante do Senado no órgão, que tem assento privativo.</p>
<p>As trocas serão feitas por votação e a tendência é que sigam divisões internas do PT, formado por várias correntes. Cardozo, por exemplo, deve dar lugar a outro membro da Mensagem ao Partido, que tem como expoentes o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, e o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), que já tem lugar garantido na Executiva.</p>
<p>De forma semelhante, Iriny Lopes deverá emplacar em seu lugar um integrante da Articulação de Esquerda, tendência menor formada, entre outros, pelo ex-ministro da Pesca, Altemir Gregolin, e Valter Pomar, quadro histórico do PT. Costa deve emplacar um dirigente da Construindo um Novo Brasil, corrente majoritária, a mesma do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dos ex-ministros Luiz Dulci e José Dirceu, e do secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho.</p>
<p>Na pauta da reunião estará também a criação oficial do cargo de presidente de honra do PT, que será dado a Lula. Até então, o posto existia apenas simbolicamente, nunca tendo sido posto no estatuto do partido, embora tenha sido proposto em 1995 num congresso nacional.</p>
<p>No início da reunião, cerca de 10 dirigentes do Diretório costumam fazer os tradicionais discursos de “conjuntura política”: tomam, cada um, alguns minutos para comentários sobre o momento vivido pelo país e as pretensões de seus aliados.</p>
<p>No final, o ex-presidente da sigla Ricardo Berzoini falará sobre o Congresso Nacional do PT, que reunirá milhares de filiados em setembro. No evento, deverão ser discutidas novas formas de eleição do Diretório Nacional.</p>
<p>(Do site R7 Notícias)</p>
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		<title>PT evita discutir valor do mínimo  e diz apoiar regra para reajuste</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 09:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em discussão do Diretório Nacional, apenas 1 dos 84 membros votou conta orientação O Diretório Nacional do PT, composto por 84 membros que decidem os rumos ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/02/pt-evita-discutir-valor-do-minimo-e-diz-apoiar-regra-para-reajuste/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em discussão do Diretório Nacional, apenas 1 dos 84 membros votou conta orientação</p>
<p>O Diretório Nacional do PT, composto por 84 membros que decidem os rumos do partido, aprovou nesta quinta-feira (10) uma resolução de apoio à política de reajuste de salário mínimo adotada pela presidente Dilma Rousseff.</p>
<p>Durante reunião para elaboração do documento, os petistas evitaram discutir publicamente o valor estipulado pelo governo, R$ 545, alvo de reclamações de centrais sindicais, partidos da oposição e mesmo aliados.</p>
<p>Na discussão, apenas um membro do Diretório, o militante Markus Sokol, de uma ala mais radical do partido, votou contra, defendendo a reabertura na negociação com as centrais.</p>
<p>No texto, o PT afirma que a atual regra, acertada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com os sindicalistas em 2007, trouxe “inegáveis conquistas da classe trabalhadora”.</p>
<p>&#8220;O PT defende a manutenção das regras até aqui acordadas e o prosseguimento do diálogo com as centrais sindicais, para que, também nessa área, o país continue avançando, já que a valorização permanente do salário mínimo não só aumenta a renda dos trabalhadores como se constitui em poderoso estímulo à economia”, diz a resolução.</p>
<p>O presidente do PT, José Eduardo Dutra, disse que obteve a garantia do líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), que a bancada votará unida pelos R$ 545 e pela manutenção da atual regra de reajuste (inflação do ano anterior mais crescimento do PIB de dois anos antes).</p>
<p>(Do site R7 Notícias)</p>
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		<title>Líderes da Câmara esperam que nova gestão faça reformas e mantenha independência</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 13:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Deputados têm boas expectativas em relação ao novo presidente da Casa, Marco Maia Parlamentares dos partidos aliados ao governo e da oposição não se surpreenderam com ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/02/lideres-da-camara-esperam-que-nova-gestao-faca-reformas-e-mantenha-independencia/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deputados têm boas expectativas em relação ao novo presidente da Casa, Marco Maia</p>
<p>Parlamentares dos partidos aliados ao governo e da oposição não se surpreenderam com a eleição da nova Mesa Diretora da Câmara e têm boas expectativas em relação à gestão. A vitória já esperada do novo presidente da Casa para o biênio 2011/2012, deputado Marco Maia (PT-RS), foi bem recebida pelos parlamentares.</p>
<p>Para o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), depois da eleição do candidato apoiado pelo Planalto, agora é hora de enfrentar desafios.<br />
- Nosso desafio é resolver os problemas da educação, da reforma tributária e resolver grandes questões que são entraves ao desenvolvimento do país que demandam leis. Por exemplo: temos 183 mil normas legais. Temos leis obsoletas, que precisam ser revogadas, existem leis colidentes com a Constituição. Então, temos um trabalho pela frente muito grande.</p>
<p>O deputado Gastão Vieira (PMDB-MA) quer mais espaço para os deputados se expressarem.</p>
<p>- O que eu espero é ter condições para bem exercer o meu mandato.</p>
<p>Ele reclama que apenas os líderes e vice-líderes têm espaço na mídia, enquanto a grande maioria da Casa não tem como expressar o trabalho que aqui fazem.</p>
<p>- Esse é o grande desafio, criar condições para que todos nós tenhamos condições de exercer e divulgar o nosso mandato.</p>
<p>Proporcionalidade</p>
<p>Paulo Bornhausen (DEM-SC) diz estar satisfeito com a manutenção do acordo que estabeleceu a divisão proporcional dos cargos da Mesa Diretora, conforme a representação partidária.</p>
<p>- Começou bem, mantendo a proporcionalidade dos partidos, portanto respeitando o voto do eleitor. Os partidos que estão assumindo a Câmara nas devidas posições são os partidos que saíram das urnas com essas posições.</p>
<p>O líder do PSDB, Duarte Nogueira (SP), observou que, pelo critério da proporcionalidade, a legenda ficou com a primeira-secretaria da Mesa, agora a cargo do deputado Eduardo Gomes (TO).</p>
<p>Para o líder, a manutenção do acordo sobre a divisão dos cargos garante a pluralidade.</p>
<p>- Acho que o objeto foi dar estabilidade à instituição e acho que o Poder Legislativo, em especial a Câmara, independentemente de ter uma enorme maioria governista, não pode perder o protagonismo de provocar elementos importantes para discussão da sociedade. Não só ficar à mercê de uma pauta, nesse momento de 22 MPs [Medidas Provisórias], mas procurar avançar mais nas reformas política e tributária, e discutir caminhos para ampliar o aumento do salário mínimo.</p>
<p>Independência do Parlamento</p>
<p>Já o deputado Júlio Delgado (PSB-MG), eleito para a quarta-secretaria da Mesa, responsável pelo auxílio moradia e dos imóveis funcionais ocupados pelos deputados, cobrou independência do Parlamento.</p>
<p>- Que a gente possa, nessa Mesa, traduzir o sentimento dessa nova legislatura dos deputados que assumem. Que a gente possa ter decisões, na Mesa como um todo, independentemente das áreas de atuação de cada secretaria e das vice-presidências, mas, acima de tudo, ações da Mesa, que possam ser levadas à sociedade para que ela possa sentir o respaldo de quem a representa aqui no Congresso Nacional. Essa é a nossa intenção para esse biênio que vamos assumir.</p>
<p>O líder do PT, deputado Paulo Teixeira (SP), espera que a nova direção da Casa coloque em pauta temas prioritários para a sociedade.<br />
- Espero que se façam as reformas política e tributária, que avancemos no problema do trabalho escravo na sociedade brasileira, que nós avancemos a regulamentação da comunicação social. Enfim, temos uma série de temas a serem tratados e eu espero que este ano seja muito fértil para o Parlamento brasileiro.</p>
<p>Pauta dos trabalhadores</p>
<p>O deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), que é presidente da Força Sindical, acredita que o presidente Marco Maia será um aliado dos trabalhadores.</p>
<p>- É a primeira vez na história da Câmara que um metalúrgico está assumindo a presidência da Casa. Eu sei que na maioria das vezes ele não vai poder decidir sozinho o que votar, mas sabemos que vai ser um aliado dos trabalhadores aqui na presidência da Casa e esperamos poder votar as questões de interesse dos trabalhadores.</p>
<p>Entre as prioridades, o deputado apontou a votação da proposta de redução da carga de trabalho de 44 para 40 horas semanais, a aprovação do fim do fator previdenciário, o aumento do salário mínimo e das aposentadorias e a correção da tabela do imposto de renda.</p>
<p><em>(Do R7)</em></p>
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		<title>PT tenta conter mal-estar na Câmara após governo cortar emendas de deputados</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 13:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tema deve ser tratado nesta quarta-feira em reunião de líderes com a presidente Ainda no processo de “digestão” do corte nas emendas parlamentares anunciado pelo governo ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/02/pt-tenta-conter-mal-estar-na-camara-apos-governo-cortar-emendas-de-deputados/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tema deve ser tratado nesta quarta-feira em reunião de líderes com a presidente</em></p>
<p>Ainda no processo de “digestão” do corte nas emendas parlamentares anunciado pelo governo na última segunda-feira (28), deputados da base governista passaram a terça-feira (1º) tentando conter os ânimos na Câmara e minimizaram a ação da tesourada do Planalto. Dos R$ 50 bilhões que o governo vai contingenciar no Orçamento deste ano, R$ 18 bilhões correspondem às emendas parlamentares.</p>
<p>Enquanto no Senado o corte causou “desconforto”, conforme admitiu o próprio presidente da Casa, o senador José Sarney (PMDB-AP), o vice-líder do PT na Câmara, deputado José Guimarães (CE), afirma ter sido procurado por colegas preocupados com o detalhamento dos cortes. Ele, no entanto, descarta possíveis retaliações da base contra o governo.</p>
<p>- Algumas pessoas externaram algumas preocupações, querem detalhar onde foram os cortes, mas nada que se constitua numa ação política contra o governo. A base governista é sólida.</p>
<p>Na tentativa de justificar os cortes, que levaram cerca de 70% das emendas apresentadas por deputados e senadores, o líder do PT, deputado Paulo Teixeira (SP), divulgou nota na tarde de ontem em que minimiza o prejuízo do contingenciamento.</p>
<p>Na nota, Teixeira diz apoiar o ajuste fiscal do governo e ressalta o fato de os gastos na área social terem sido preservados. Rebate, ainda, a principal crítica da oposição: de que os cortes só foram necessários porque o governo gastou muito em 2010, ano eleitoral.</p>
<p>“A elevação dos gastos no ano passado decorreu não de medidas eleitorais, mas da necessidade de ampliação da participação do Estado na economia, a fim de se evitar que a crise financeira internacional contaminasse o crescimento brasileiro, no médio e longo prazo, levando a uma situação de recessão grave”, diz o líder petista.</p>
<p>Nesta quarta-feira (3), as queixas devem ser levadas à presidente Dilma Rousseff na reunião de coordenação política, que conta com os líderes dos partidos aliados.</p>
<p><strong>Críticas</strong></p>
<p>Enquanto na Câmara o PT nega qualquer retaliação por parte da base governista por conta dos cortes, no Senado a oposição não teve problemas para aprovar, nesta terça-feira, a criação de uma subcomissão para avaliar o atual sistema tributário nacional. A proposta, apresentada pelo senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos), foi aprovada por unanimidade, com direito a voto favorável do líder do PT, Humberto Costa (PE) e do líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR).</p>
<p>Membro da Comissão de Finanças da Câmara, o deputado Vaz de Lima (PSDB-SP) promete tomar medida semelhante assim que o colegiado for instalado na Casa.</p>
<p>- Eu não estava aqui na legislatura passada, mas tive sempre o entendimento que acordo político é acordo político. Se a presidente quisesse ela podia ter vetado os cortes.</p>
<p>O discurso de que há alternativas também é compartilhado pelo líder do PSOL na Câmara, deputado Chico Alencar (RJ), que reclama dos cortes.</p>
<p>- O paradoxo é que os juros e serviços da dívida pública, que consomem 44% do Orçamento, ficam intocados. Então é muito injusto.</p>
<p>Para ele, no entanto, o governo conterá os ânimos distribuindo cargos a aliados.</p>
<p>- Essa compensação, para quem é da base do governo, acontece no âmbito do preenchimento de cargos. Isso ameniza os descontentamentos de uma certa forma.</p>
<p><em>(Do R7)</em></p>
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		<title>PMDB agenda viagens para campanha de petista à presidência da Câmara</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 13:31:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marco Maia deve participar de reunião do PDT ainda nesta quarta Os encontros entre caciques do PT e do PMDB para selar uma trégua na divisão ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/01/pmdb-agenda-viagens-para-campanha-de-petista-a-presidencia-da-camara/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Marco Maia deve participar de reunião do PDT ainda nesta quarta </em></p>
<p>Os encontros entre caciques do PT e do PMDB para selar uma trégua na divisão de cargos no segundo escalão do governo já resultaram num primeiro compromisso: os peemedebistas passarão a ajudar na campanha do petista Marco Maia (RS) pela presidência da Câmara dos Deputados na próxima legislatura.</p>
<p>Ainda nesta terça-feira (11), quando Maia recebeu em almoço o líder do PMDB na Casa, Henrique Eduardo Alves (RN), o vice-presidente Michel Temer, além dos petistas Paulo Teixeira e Arlindo Chinaglia, ficou acertado um calendário de viagens de campanha.</p>
<p>Escolhido pelo PT como candidato único, Maia deverá visitar, nas próximas semanas, os Estados de Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Os dois primeiros são governados por oposicionistas –Raimundo Colombo (DEM) e Beto Richa (PSDB)&#8211; que mantém boas relações regionais com o PMDB.</p>
<p>Os outros, chefiados por governistas—Sérgio Cabral (PMDB) e Tarso Genro (PT)—possuem bancadas estaduais do PMDB com grande força na Câmara. Caciques do partido deverão acompanhar Maia nas viagens para articular apoio ao petista.</p>
<p>O apoio PMDB é mais uma tentativa de conciliação com o PT, após atritos entre os aliados na primeira semana de governo da presidente Dilma Rousseff por causa da ocupação de cargos de segundo escalão. Além da eleição para a Câmara, em que o apoio já havia sido acertado, a rixa pôs em cheque a intenção do governo de frear uma elevação do salário mínimo para mais de R$ 540.</p>
<p>Homem forte do PDMB nas negociações, Alves adota agora discurso de paz, após bate-bocas com lideranças petistas.</p>
<p>- Vamos deixar [as nomeações] para depois da eleição [da Câmara], em fevereiro. Afinal nós não somos aliados, somos governo.</p>
<p>Ainda nesta quarta-feira (12), o PDT, outro partido da base aliada, reúne sua bancada na Câmara para acertar quem irá apoiar nas eleições da Casa. Maia deve ser chamado para participar ao final do encontro.</p>
<p><strong>Nomeações</strong></p>
<p>Ontem, uma conversa “de paz” entre o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, e Temer liberou nomeações menores, desde que sejam previamente negociadas entre os partidos.</p>
<p>Nesta quarta-feira (12), o Diário Oficial da União já trouxe algumas alterações em ministérios-chave para os dois partidos. As principais mudanças foram no Ministério da Integração Nacional, que passou do controle do PMDB para o PSB.</p>
<p>Foi nomeado como novo subchefe da pasta Alexandre Navarro Garcia, no lugar de Marcelo Pereira Borges. Foram trocados ainda vários nomes de influência no órgão, como a Secretaria Nacional de Defesa Civil. Segundo uma liderança do PMDB, não houve surpresas, “por serem cargos próximos ao comando, já acertados na transição”.</p>
<p>Houve também trocas de menor peso na Secretaria de Atenção à Saúde e na Funasa. A presidência primeira já foi ocupada pelo PT, a contragosto do aliado. A segunda ainda é almejada pelo PMDB.</p>
<p><em>(Do R7)</em></p>
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