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	<title>Paulo Teixeira &#187; Zero Hora</title>
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	<description>Deputado Federal</description>
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		<title>Código de Processo Penal amplia penas alternativas</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 17:55:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Zero Hora]]></category>
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		<description><![CDATA[Mudança possibilita substituição de prisão preventiva por medida cautelar A Câmara aprovou ontem projeto de lei que altera o Código de Processo Penal, aumentando, entre outros ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/04/codigo-de-processo-penal-amplia-penas-alternativas/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mudança possibilita substituição de prisão preventiva por medida cautelar</em></p>
<p>A Câmara aprovou ontem projeto de lei que altera o Código de Processo Penal, aumentando, entre outros pontos, a possibilidade de adoção de medidas cautelares e o valor das fianças. O texto segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.</p>
<p>Entre as mudanças aprovadas, estão a possibilidade de substituir a prisão preventiva – determinada antes do fim do julgamento – por outras medidas cautelares.</p>
<p>Algumas dessas medidas são recolhimento domiciliar noturno, monitoração eletrônica, proibição de manter contato com determinada pessoa e restrição a frequentar certos locais.</p>
<p>Alguém que responde a processo por brigar em um bar, por exemplo, poderá ser proibido de sair à noite e, só no caso de reincidência, ser preso. A determinação das medidas caberá ao juiz.</p>
<p>O maior objetivo da proposta, que agora segue para sanção presidencial, é desafogar o sistema carcerário, já que hoje a prisão preventiva é o principal instrumento usado pelo juiz para garantir o andamento do processo.</p>
<p>– O Judiciário terá novas ferramentas de controle sobre os processados, além da garantia de vagas para prisão de acusados pela prática de crimes mais graves – disse o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Marivaldo Pereira.</p>
<p>Artigo que acabava com prisão especial precisou ser retirado</p>
<p>A votação só foi possível, no entanto, após os deputados fecharem um acordo para retirar do texto proposta que acabava com a prisão especial para diversos setores, como advogados, parlamentares, prefeitos e governadores.</p>
<p>Pelo texto que veio do Senado, a prisão especial teria que ser determinada pelo juiz para pessoas que corressem algum tipo de risco, independente do diploma do preso. Os senadores, porém, não alteraram a lei da magistratura, que garante a cela especial para a defensoria e os magistrados, por exemplo.</p>
<p>– Não podemos revogar algumas (prisões especiais) e outras não. Temos que discutir a prisão especial para todos. Voltaremos a tratar disso na reforma do Código de Processo Penal – disse o líder do PT, Paulo teixeira (SP).</p>
<p>A aplicação da fiança também sofre alterações e poderá variar de acordo com a capacidade econômica do acusado, o prejuízo causado ou o proveito obtido com a prática da infração.</p>
<p>O valor deverá ser destinado à indenização da vítima ou ao pagamento das custas judiciais.</p>
<p>O projeto ainda cria um banco de dados para dar a possibilidade da efetivação do mandado de prisão em todo o país.</p>
<p>As mudanças<br />
MEDIDAS CAUTELARES<br />
Principais pontos aprovados pela Câmara<br />
- Como é: prisão preventiva é a principal forma de garantir o andamento do processo<br />
- Como fica: juiz também poderá optar por novas medidas cautelares ao longo do processo, como:<br />
– Comparecimento periódico perante a Justiça<br />
– Proibição de se ausentar do Estado e/ou contato com determinadas pessoas e/ou frequentar certos locais<br />
– Recolhimento domiciliar à noite<br />
– Suspensão de função pública ou atividade econômica<br />
– Internação provisória (em entidade de tratamento ou clínica)<br />
– Monitoramento eletrônico<br />
BANCO DE DADOS<br />
- Como é: não há um que reúna todos os mandados de prisão no país<br />
- Como fica: será criado e ficará a cargo do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Será possível a troca de informações entre os Estados<br />
FIANÇA COMO É:<br />
- de 1 a 5 salários mínimos para até 2 anos de prisão<br />
- de 5 a 20 salários mínimos para até 4 anos de prisão<br />
- de 20 a 100 salários mínimos para pena superior a 4 anos<br />
COMO FICA:<br />
- de 1 a 100 salários mínimos para até 4 anos de prisão<br />
- de 10 a 200 salários mínimos para pena superior a 4 anos<br />
- A aplicação poderá variar conforme a capacidade econômica do acusado, podendo ser aumentada em até mil vezes<br />
PRÓXIMO PASSO<br />
- Texto segue agora para a sanção presidencial</p>
<p><em>(Do Zero Hora)</em></p>
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		<title>Governistas articulam Comissão da Verdade</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 16:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clippling]]></category>
		<category><![CDATA[Zero Hora]]></category>
		<category><![CDATA[clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão da Verdade]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Líderes de partidos aliados vão trabalhar para votar, neste semestre, o projeto de lei que cria a Comissão da Verdade. Apontada como prioridade por governistas, a proposta visa aprofundar as investigações dos crimes cometidos durante o regime militar.</p>
<p>O projeto foi encaminhado ao Congresso pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na época, houve reação dos militares por temerem tratar-se de uma proposta revanchista. Segundo o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), o projeto foi costurado com os ministértios de Direitos Humanos, Defesa e Justiça.</p>
<p>– O ideal é votarmos a proposta como ela veio do Executivo – afirmou Teixeira.</p>
<p>Em janeiro, quando tomou posse na secretaria de Direitos Humanos, a ministra Maria do Rosário (PT) comprometeu-se a agilizar a tramitação do projeto na Câmara e no Senado que trata da criação da Comissão da Verdade para apurar as circunstâncias das mortes e dos desaparecidos durante a ditadura.</p>
<p>Enviado em maio do ano passado para o Congresso, o projeto diz que a comissão tem por objetivo “promover a reconciliação nacional” e terá a função de “promover o esclarecimento circunstanciado dos casos de torturas, mortes, desaparecimentos forçados, ocultação de cadáveres e sua autoria, ainda que ocorridos no Exterior”.</p>
<p>Os ministros Nelson Jobim (Defesa), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Maria do Rosário (Direitos Humanos) vão procurar líderes partidários no Congresso para articular a criação da comissão.</p>
<p>A mobilização começará nas próximas semanas, segundo informou ontem Maria do Rosário, em Genebra. A ministra lembrou, no entanto, que a presidente Dilma Rousseff não tem planos de propor uma revisão da Lei da Anistia.</p>
<p>– Não cabe ao Executivo propor isso. Essa deve ser uma questão da sociedade – diz Rosário.</p>
<p>Para ela, a criação da comissão está entre as prioridades do governo, mas insiste que o Executivo não irá além disso, pois se trata de uma comissão do resgate da memória, do direito de saber o que ocorreu.</p>
<p><em>(Do Zero Hora)</em></p>
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