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	<title>Paulo Teixeira &#187; Direito Autoral</title>
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	<description>Deputado Federal</description>
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		<title>Maioria dos vírus rouba dados financeiros</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 11:16:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>catia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Direito Autoral]]></category>
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		<description><![CDATA[O ataque de criminosos brasileiros a contas bancárias virou uma grande preocupação nos últimos anos. Pesquisa da Kaspersky de 2009 mostrou que 95% dos vírus produzidos ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/11/maioria-dos-virus-rouba-dados-financeiros/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ataque de criminosos brasileiros a contas bancárias virou uma grande preocupação nos últimos anos. Pesquisa da Kaspersky de 2009 mostrou que 95% dos vírus produzidos no País tinham o objetivo de roubar dados financeiros. Em âmbito global, o Brasil produziu 36% de todos os trojans bancários naquele ano. A empresa garante que os número atuais não são muito diferentes.</p>
<p>Outro levantamento, do Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança (Cert.br), mostra que notificações sobre tentativas de fraude com cavalos de troia representaram 43% das tentativas de fraude no terceiro trimestre de 2011, aumento de 18% em relação ao mesmo período de 2010. Eles são trojans (não só bancários) usados para infectar a máquina da vítima com um código que furta credenciais em sites de comércio eletrônico e bancos, número de cartão de crédito e login de sites de redes sociais, por exemplo.</p>
<p>A analista de segurança do Cert.br Miriam von Zuben observa maior ocorrência de tentativas de fraudes relacionadas a novas campanhas. &#8220;Os atacantes costumam explorar assuntos em destaque no momento para tentar enganar os usuários.&#8221;</p>
<p>A punição para esse criminoso, porém, ainda não tem resposta no Brasil. Há três iniciativas em curso: a Lei Azeredo, há mais de dez anos em tramitação, não é consenso no governo nem na população ao tentar tipificar 11 tipos de crime; o Projeto de Lei Alternativo, do deputado <strong>Paulo</strong> <strong>Teixeira</strong> (PT-SP), que define apenas três crimes; e o Marco Civil, cuja intenção é estabelecer direitos e deveres na internet.</p>
<p>Hoje, a maior parte das decisões são tomadas por jurisprudência. Leva-se em conta a conclusão de um processo semelhante para resolver o problema.</p>
<p>Em todo o mundo, existe um comércio intenso de &#8220;malwares&#8221; cuja adoção está se tornando cada vez mais rápida. Kits de vírus (de 5 a 15 códigos maliciosos) são vendidos por US$ 100 mil e, poucas semanas depois, já são encontrados na internet por US$ 25, mostra pesquisa da Websense Security Labs. A solução, paliativa ou não, é se prevenir. Manter os programas atualizados ajuda tanto quanto a mudança de comportamento. / N.F.</p>
<p>(Do Estado de São Paulo)</p>
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		<title>Consulta pública da reforma na LDA recebe mais de 8 mil contribuições</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 15:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Autoral]]></category>
		<category><![CDATA[balanço]]></category>
		<category><![CDATA[direito autoral]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da cultura]]></category>
		<category><![CDATA[reforma na lei de direito autoral]]></category>

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		<description><![CDATA[Os números abaixo evidenciam o sucesso absoluto da consulta pública da reforma na lei de direito autoral. Em 79 dias, foram dadas nada menos que 8.431 ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2010/09/consulta-publica-da-reforma-na-lda-recebe-mais-de-8-mil-contribuicoes/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os números abaixo evidenciam o sucesso absoluto da consulta pública da reforma na lei de direito autoral. Em 79 dias, foram dadas nada menos que 8.431 contribuições que, depois de analisadas pelo Ministério da Cultura, serão enviadas ao Congresso Nacional até o fim deste ano.</p>
<p>Os dados foram digulgados pelo ministro da Cultura, Juca Ferreira, que apresentou um balanço sobre a consulta públcia nesta quinta-feira (9/9).</p>
<p>Confira a nota do <a href="http://www.telesintese.com.br/index.php/plantao/15782-projeto-de-lei-de-direitos-autorais-trara-avancos-na-area-da-internet" target="_blank">Tele.Síntese</a></p>
<p><strong>Projeto de lei de direitos autorais trará avanços na área da internet</strong></p>
<p>O projeto de lei de Direitos Autorais, a ser entregue até o final do ano ao presidente da República, trará avanços no conceito de “acesso interativo” e “compartilhamentos de arquivos” na internet, pontos pouco desenvolvidos no texto atual. A informação é do ministro da Cultura, Juca Ferreira, que apresentou nesta quinta-feira, dia 9, um balanço da consulta pública a que foi submetido o anteprojeto. Ele ressaltou que ainda não há consenso sobre esses temas em outros países, mas que o Ministério da Cultura recebeu diversas sugestões que poderão ser aproveitadas.</p>
<p>“Não dá para ignorar a tecnologia, a internet e essa facilidade de reprodução que a digitalização permite”, disse Ferreira. Segundo ele, esses avanços são positivos porque ampliaram os acessos a conteúdos culturais, independentemente de onde o usuário esteja. Porém, afirma que é preciso gerar novos modelos de negócios e uma regulamentação que permitam a realização do direito do autor nesse ambiente. “Em vez de reprimir o acesso, como alguns defendem, é preciso navegar nessa onda e transformá-la numa ampliação do direito autoral. É preciso queimar um pouco os neurônios para chegar a uma solução”, defendeu.</p>
<p>O ministro acredita que essa equação, que está em debate em todas as partes do mundo, pode ser resolvida sem aumentar o custo dos produtos para o consumidor. “A tecnologia não aumenta preço, pelo contrário. Essa possibilidade de desmaterialização dos conteúdos barateia o produto cultural”, enfatizou. Ele reconhece que enfrenta resistência de alguns setores, como o fonográfico. Segundo Ferreira, o segmento está perdendo dinheiro, mas a solução para o problema seria a de encontrar saídas ao invés de empurrar o consumidor para a pirataria, em função do alto preço dos CDs.</p>
<p><strong>Contribuições</strong></p>
<p>Na consulta pública, que durou 79 dias, foram registradas 8.431 manifestações, críticas e contribuições ao texto. O teor das contribuições será analisado pelo Ministério da Cultura (MinC), que pretende encaminhar o projeto ao Congresso Nacional até o final deste ano. O ministro Juca Ferreira rebateu críticas de alguns setores de que a intenção do governo é estatizar a política de diretos autorais. “É a velha crítica da estatização, feita por setores que ainda estão na época da bomba de Napalm (bomba incendiária) do B-52 (avião americano de combate)”, disse Ferreira.</p>
<p>O ministro ressaltou que as principais polêmicas geradas pelo texto derivaram da referência à necessidade de harmonização do direito autoral com o Código de Defesa do consumidor, a licença não-voluntária para atender situações excepcionais dos setores de artes visuais e de livros e a permissão do uso de obras como recurso criativo.</p>
<p>As maiores rejeições à modernização da legislação vieram das entidades ligadas ao Ecad, que não querem dar transparência ao processo de arrecadação e distribuição dos direitos autorais. Segundo o ministro, o reconhecimento de outros autores, incluído na proposta, também foi criticado tanto por usuários, que temem aumentar o preço dos produtos, e pelos próprios autores, que receiam receber menos.</p>
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