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	<title>Paulo Teixeira &#187; Direitos Humanos</title>
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	<description>Deputado Federal</description>
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		<title>Entidades denunciam governo de São Paulo à OEA</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 14:54:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[estado de são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[OEA]]></category>
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		<description><![CDATA[O MCTP (Movimento contra o Tráfico de Pessoas), constituído por 100 entidades da sociedade civil brasileira protocolou uma denúncia na OEA (Organização dos Estados Americanos) relatando a ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2012/05/entidades-denunciam-governo-de-sao-paulo-a-oea/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.traficodepessoas.org.br/principal.html" target="_blank">MCTP</a> (Movimento contra o Tráfico de Pessoas), constituído por 100 entidades da sociedade civil brasileira protocolou uma denúncia na OEA (Organização dos Estados Americanos) relatando a falta de assistência às vítimas do tráfico de pessoas no estado de São Paulo.</p>
<p>Entre as irregularidades apontadas, as entidades destacam a extinção do plantão exclusivo para o recebimento de denúncias do tráfico de pessoas — disponível por 24 horas, com apoio integral dos profissionais capacitados no tema — e a desmobilização da rede estadual de enfrentamento ao tráfico de pessoas, que atuou de forma integrada nos últimos cinco anos no âmbito estadual e federal.</p>
<p>A Secretaria Estadual da Justiça e da Defesa da Cidadania, responsável pelo NETP (Núcleo do Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas do Estado de São Paulo) alega ter substituído o plantão de denúncias pelo canal público 181.</p>
<p>De acordo com as entidades o novo disque denúncia (181) não tem conexão com NETP. &#8220;Desde o bloqueio do plantão 24h, o Núcleo não foi informado sobre nenhum caso até o momento, além disso, o atendimento às vítimas de tráfico não pode ser feito de maneira aleatória. É um serviço que requer articulação e capacitação dos funcionários nesta área&#8221;.</p>
<p>A reportagem do <strong>Última Instância</strong> em contato com o disque denúncia constatou que o serviço recebe a denúncia, que segundo a atendente será encaminhada à Polícia Militar e Civil. No caso em que o denuciante é vítima a orientação da atendente é de que seja feito um Boletim de Ocorrência, pois o serviço de denúncia é anônimo. Ainda, segundo a funcionária, nenhum tipo de assistência é oferecida à vítima.</p>
<p>Anterior ao serviço 181, as denúncias eram recebidas através de um número Nextel amplamente divulgado pelo Núcleo atráves de cartazes. Entre janeiro de 2007 a maio de 2011, período anterior à suspensão dos serviços de apoio, o NETP realizou mais de 700 atendimentos às vítimas das diversas modalidades de tráfico de pessoas, além de diversas buscas ativas e forças tarefas, envolvendo Ministério Público, Poder Judiciário, Ministério do Trabalho e Polícias Civil e Federal.</p>
<p>De acordo com as entidades existe uma desconstrução desta política pública. &#8220;O NETP tornou-se um escritório burocrático, desrespeitando o Protocolo de Palermo e a Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas&#8221;.</p>
<p>Na convenção internacional contra o crime organizado,subscrita pelo Brasil em 1999, o País está obrigado oferecer proteção integral e reprimir este tipo de crime.</p>
<p>O documento também aponta que o Governo do Estado de São Paulo foi um dos últimos no País a instalar a COETRAE (Comissão para a Erradicação do Trabalho Escravo).</p>
<p>Segundo o MCTP, a Comissão para a Erradicação do Trabalho Escravo não tem nenhuma função prática, limitando-se à realização de reuniões burocráticas, sem a análise de casos concretos.</p>
<p>A denúncia também foi encaminhada para a OIT (Organização Internacional do Trabalho); Ministério Público Estadual e Federal; e representações diplomáticas na Europa, EUA e América Latina.</p>
<p><strong>Casos emblemáticos</strong></p>
<p>As entidades destacam casos emblemáticos que evidenciam a falta de assistência do Estado a estas vítimas: o caso dos bolivianos encontrados em condição de trabalho escravo na indústria têxtil (Caso Zara); o episódio  garoto haitiano vítima de tráfico de órgãos; e o recente caso de estupro envolvendo uma mulher boliviana vítima de trabalho escravo que, por negligência do Governo Estadual, não se encontrava inserida no sistema de proteção a vítimas, apesar da gravidade do caso.</p>
<p>Outro fato recente, como o caso da aliciadora Maria José Rodrigues, de 53 anos, que vendia bebês para o mercado nacional e internacional,  que não contou com a participação ou intervenção do Núcleo do Tráfico de Pessoas do Estado de São Paulo.</p>
<p><strong>Três milhões de pessoas traficadas por ano</strong></p>
<p>A OIT (Organização Internacional do Trabalho), afirma ser o tráfico humano a segunda fonte ilegal de renda do mundo, perdendo apenas para o tráfico de armamentos, com uma renda anual de 32 bilhões de dólares. Segundo a organização, são traficados por ano cerca de dois milhões e 800 mil seres humanos para o trabalho escravo, exploração sexual e venda de órgãos e tecidos. Deste total, 83% são de mulheres e crianças do gênero feminino.</p>
<p>Dados da ONU revelam que o Brasil é o maior fornecedor de jovens mulheres, adolescentes e crianças nas Américas traficadas para a indústria do sexo nos países do primeiro mundo.</p>
<p>(Do Última Instância, por Fabiana Barreto Nunes)</p>
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		<title>Busca de consenso adia votação da proposta que põe fim ao trabalho escravo</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 17:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[PEC 438/11]]></category>
		<category><![CDATA[pec do trabalho escravo]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho escravo]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um dia inteiro de negociações, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), decidiu em conjunto com os líderes partidários transferir  para o próximo dia 22 a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC 438/01),  conhecida  como PEC do Trabalho Escravo,  prevista para ser votada na quinta-feira (9) no plenário.</p>
<p>Durante esta semana  aconteceram na Câmara diversas manifestações pela aprovação da proposta, promovidas por entidades de direitos humanos e com a participação de parlamentares, artistas e ministros. A PEC, que tramita na Casa há 17 anos,  prevê o confisco de terras para fins de reforma agrária onde forem encontrados trabalhadores em situação análoga ao trabalho escravo.</p>
<p>Na avaliação do presidente da Câmara, a ideia é caminhar para a construção de um acordo que viabilize, “de forma mais tranquila”, a votação do projeto. “Estamos num esforço para construir  acordo, pois essa é uma matéria complexa. O que posso afirmar é que vamos votar, mas é obvio que vamos buscar à exaustão a construção de consenso”.  A nossa intenção, acrescentou Marco Maia, “não  é única e exclusivamente colocar na pauta e fazer disputa política. Queremos votar e aprovar a PEC do Trabalho Escravo”, frisou.</p>
<p>O líder do PT, deputado Jilmar Tatto (SP), também reiterou que o adiamento vai permitir a construção “de todos os acordos necessários” para garantir “um basta” ao trabalho escravo no Brasil.  “É uma construção coletiva e prefiro perder duas semanas e aprovar a PEC, do que forçar a votação hoje e não conseguir aprovar a proposta”.</p>
<p>Ainda de acordo com o líder petista, a intenção é elaborar um projeto de lei definindo “de forma clara” o que é trabalho escravo e que deverá ser votado no mesmo período da PEC.</p>
<p>Resistência  &#8211; O deputado Domingos Dutra (PT-MA), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara (CDH), criticou a resistência de alguns deputados em votar a PEC.</p>
<p>“A responsabilidade pela não votação é do setor produtivo e da bancada ruralista que, de uma forma equivocada, impedem uma mudança que não era mais para estar sendo discutida depois de 124 anos da Abolição da Escravatura no Brasil”, ressaltou o petista.</p>
<p>(Da Liderança do PT na Câmara)</p>
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		<title>Dilma anuncia lista de integrantes da Comissão da Verdade</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 20:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão da Verdade]]></category>
		<category><![CDATA[última instância]]></category>

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		<description><![CDATA[A presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta quinta-feira (10/5) os sete integrantes da Comissão da Verdade. São eles: José Carlos Dias (ex-ministro da Justiça), Gilson Dipp (ministro ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2012/05/dilma-anuncia-lista-de-integrantes-da-comissao-da-verdade/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta quinta-feira (10/5) os sete integrantes da Comissão da Verdade. São eles: José Carlos Dias (ex-ministro da Justiça), Gilson Dipp (ministro do Superior Tribunal de Justiça), Rosa Maria Cardoso da Cunha (advogada), Cláudio Fontelles (ex-subprocurador-geral da República), Paulo Sérgio Pinheiro (diplomata), Maria Rita Kehl (psicanalista e professora) e José Cavalcante Filho (jurista). Os integrantes foram apresentados pelo porta-voz da Presidência da República, Thomas Traumann e seus nomes serão publicados na próxima sexta (11/5) no <em>Diário Oficial da União</em>.</p>
<div id="leia-mais">
<p>Os sete integrantes foram escolhidos pela própria presidenta a partir de critérios como conduta ética e atuação em defesa dos direitos humanos. O convite a cada um foi feito pessoalmente por Dilma, que recebeu os sete em audiências hoje no Palácio do Planalto. Ainda não há informações sobre quem presidirá o colegiado.</p>
</div>
<p>A Comissão da Verdade será instalada oficialmente no dia 16 de maio, às 11h, em uma cerimônia em que estarão presentes os ex-presidentes José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. “Todos já confirmaram presença, numa demonstração de que a Comissão da Verdade não é uma comissão de governo, e sim de Estado”, avaliou o porta-voz.</p>
<p>A Comissão da Verdade vai apurar violações aos direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988, período que inclui a ditadura militar (1964-1988). O grupo terá dois anos para ouvir depoimentos em todo o país, requisitar e analisar documentos que ajudem a esclarecer as violações de direitos. De acordo com o texto sancionado, a comissão tem o objetivo de esclarecer fatos e não terá caráter punitivo.</p>
<p>A comissão vai aproveitar as informações produzidas há 16 anos pela Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos e há dez anos pela Comissão de Anistia.</p>
<p>A lei que cria a Comissão da Verdade foi sancionada em novembro do ano passado. Por lei, estão excluídas pessoas que tenham cargos executivos em partidos políticos, que “não tenham condições de atuar com imparcialidade no exercício das competências da comissão” ou “estejam no exercício de cargo em comissão ou função de confiança em quaisquer esferas do Poder Público”.</p>
<p>(Do Última Instância)</p>
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		<title>É hoje! Ato de juristas em defesa das famílias do Pinheirinho</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 16:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[governo de são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[pinheirinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Compareça! Dia 16 de Fevereiro, às 19 horas, na Sala dos Estudantes &#8211; USP, no Largo São Francisco. No dia 22 de janeiro de 2012, o ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2012/02/ato-de-juristas-em-defesa-das-familias-do-pinheirinho/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address> </address>
<p><a href="http://www.sasp.org.br/index.php/component/content/article/242-compareca-dia-16-de-fevereiro-as-19-horas-na-sala-dos-estudantes-usp-no-largo-sao-francisco-ato-dos-juristas-em-defesa-das-familias-do-pinheirinho-.html">Compareça! Dia 16 de Fevereiro, às 19 horas, na Sala dos Estudantes &#8211; USP, no Largo São Francisco.</a></p>
<p>No dia 22 de janeiro de 2012, o Estado de São Paulo foi palco de mais uma operação típica de guerra. Foram mais de 2 mil policiais militares, apoiados pela Guarda Civil Metropolitana de São José dos Campos, tropa de choque, cavalaria, cães, três helicópteros, centenas de viaturas, muitas bombas de gás lacrimogênio, disparos de bala de borracha e — investiga-se — até mesmo o uso de munição letal.</p>
<p>O objetivo: cumprir ordem de reintegração de posse de um terreno de 1,3 milhão de metros quadrados, ocupado há 8 anos por aproximadamente 6 mil pessoas, localizado na cidade de São José dos Campos.</p>
<p>O resultado: dezenas de pessoas feridas; centenas, incluindo um grande número de crianças e idosos, traumatizadas com tamanha brutalidade; milhares de pessoas desabrigadas e privadas de seus bens materiais; além de relatos, ainda a serem apurados,de casos de violência sexual, desaparecimentos e até mortes. E um terreno vazio, agora cheio de entulho feito do que antes eram lares. Negros e negras são maioria entre as famílias vítimas. Ainda, as crianças constituíam 1/3 dos moradores da ocupação, sendo que a maior parte das famílias é chefiada por mulheres. Uma verdadeira barbárie social. E também uma barbárie jurídica.</p>
<p>Veja: <a href="http://www.sasp.org.br/images/stories/sasp%20-%20ato%20juristas%20-%20pinheirinho.pdf" target="_blank">Convocatória: Ato dos Juristas em defesa das famílias do Pinheirinho</a></p>
<p>Assine! Divulgue! Manifesto dos juristas contra as ações do governo no Pinheirinho.</p>
<p>Caros/as, abaixo o texto do manifesto dos juristas (operadores do direito) contra as ações do governo no Pinheirinho.</p>
<p>Solicitamos que mandem adesões para <a href="http://www.peticoesonline.com/peticao/manifesto-pela-denuncia-do-caso-pinheirinho-a-comissao-interamericana-de-direitos-humanos/353">http://www.peticoesonline.com/peticao/manifesto-pela-denuncia-do-caso-pinheirinho-a-comissao-interamericana-de-direitos-humanos/353</a></p>
<p>Carlos Alberto Duarte (Presidente &#8211; SASP)</p>
<p>Giane Alvares (Advogada &#8211; Setor de Direitos Humanos do MST)</p>
<p><strong>​MANIFESTO</strong></p>
<p>​No dia 22 de janeiro de 2012, às 5,30hs. da manhã, a Polícia Militar de São Paulo iniciou o cumprimento de ordem judicial para desocupação do Pinheirinho,  bairro  situado em São José dos Campos habitado por cerca de 6 mil pessoas.</p>
<p>​A operação interrompeu bruscamente negociações que se desenrolavam envolvendo as partes judiciais, parlamentares, governo do Estado de São Paulo e governo federal.</p>
<p>​O governo do Estado autorizou a operação de forma violenta e sem tomar qualquer providência para cumprir o seu dever constitucional de zelar pela integridade da população, inclusive crianças, idosos e doentes</p>
<p>​O desabrigo e as condições em que se encontram neste momento as pessoas atingidas são atos de desumanidade e grave violação dos direitos humanos.</p>
<p>​A conduta das autoridades estaduais contrariou princípios básicos,consagrados pela  Constituição e por inúmeros instrumentos internacionais de defesa dos direitos humanos,  ao determinar a prevalência de um alegado direito patrimonial sobre as garantias de bem-estar e de sobrevivência digna de 6 mil pessoas.</p>
<p>​Verificam-se,  de plano,   ofensas ao artigo 5º, nos. 1 e 2, da Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de São José), que estabelecem que toda pessoa tem direito a que se respeite sua integridade física, psíquica e moral,  e que ninguém deve ser submetido a tratos cruéis, desumanos ou degradantes.</p>
<p>​Ainda que se admitisse a legitimidade da ordem executada pela Polícia Militar, o governo do Estado não poderia omitir-se diante da obrigação  ética e constitucional de tomar, antecipadamente, medidas para que a população atingida tivesse preservado seu direito humano à moradia, garantia básica e pressuposto de outras garantias, como trabalho, educação e saúde.</p>
<p>​Há uma escalada de  violência estatal  em São Paulo  que deve ser detida. Estudantes, dependentes químicos e agora uma população de 6 mil pessoas já sentiram o peso de um Estado que torna-se mais e mais um aparato repressivovoltado para esmagar qualquer conduta que não se enquadre nos limites estreitos, desumanos e mesquinhos  daquilo que as autoridades estaduais pensam ser “lei e ordem”.</p>
<p>​É preciso pôr cobro a esse estado de coisas.</p>
<p>​Os abaixo-assinados vêm a público expor indignação e inconformismo diante desses recentes acontecimentos e das cenas desumanas e degradantes do dia 22 de janeiro em São José dos Campos. Denunciam esses atos como imorais einconstitucionais e exigem, em nome dos princípios republicanos, apuração esanções.</p>
<p>​Conclamamos as pessoas e entidades comprometidas com a democracia, com os direitos da pessoa humana, com o progresso social e com a construção de um país solidário e fraterno a se mobilizarem para, entre outras medidas, levar à Comissão Interamericana de Direitos Humanos a conduta do governo do Estado de São Paulo.</p>
<p>​Isto é um imperativo ético e jurídico para que nunca mais brasileiros sejam submetidos a condições degradantes por ação do Estado.</p>
<p><em> </em></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="line-height: normal;">(Sindicato dos Advogados do Estado de São Paulo) </span></span></p>
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		<title>Líder do Movimento da População de Rua é contemplado com o Prêmio Direitos Humanos</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 19:28:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[moradores de rua]]></category>
		<category><![CDATA[premio]]></category>
		<category><![CDATA[solenidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A presidenta Dilma Rousseff participou da solenidade de entrega do Prêmio Direitos Humanos, na sexta-feira (09/12), no Palácio do Planalto. Essa foi a 17ª edição do ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/12/lider-do-movimento-nacional-de-moradores-em-situacao-de-rua-recebe-premio-direitos-humanos-2011/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A presidenta Dilma Rousseff participou da solenidade de entrega do Prêmio Direitos Humanos, na sexta-feira (09/12), no Palácio do Planalto. Essa foi a 17ª edição do evento, que visa homenagear pessoas e instituições que se destacaram na defesa, na promoção e no combate às violações dos diretos humanos no país.</p>
<p>Dentre os contemplados, está o líder do Movimento Nacional da População de Rua, Anderson Lopes Miranda, que recebeu o prêmio na categoria Garantia Dos Direitos da População Em Situação de Rua. Saudamos o companheiro por essa conquista!</p>
<p><a href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/12/lider-do-movimento-nacional-de-moradores-em-situacao-de-rua-recebe-premio-direitos-humanos-2011/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>Petistas defendem Classificação Indicativa para proteger crianças</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 14:01:24 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Criança e Adoslecente]]></category>

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		<description><![CDATA[Deputados federais petistas lamentaram os votos de quatro ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que consideraram a Classificação Indicativa para emissoras de rádio e TV uma ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/12/petistas-defendem-classificacao-indicativa-para-proteger-criancas/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pauloteixeira13.com.br/wp-content/uploads/2011/12/lider-pt-erika-emiliano_D1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-20214" title="lider pt - erika - emiliano_D1" src="http://pauloteixeira13.com.br/wp-content/uploads/2011/12/lider-pt-erika-emiliano_D1.jpg" alt="" width="408" height="250" /></a>Deputados federais petistas lamentaram os votos de quatro ministros do  Supremo Tribunal Federal (STF) que consideraram a Classificação  Indicativa para emissoras de rádio e TV uma norma inconstitucional e uma  ameaça à liberdade de expressão.</p>
<p>O julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 2404),  protocolada pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), teve início na  quinta-feira (1º) e foi suspenso porque o ministro Joaquim Barbosa pediu  mais tempo para analisar o processo. Até o momento, votaram a favor da  ação do PTB, apoiada pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e  Televisão (ABERT), quatro ministros: o relator Dias Toffoli, a ministra  Cármen Lúcia e os ministros Ayres Britto e Luiz Fux.</p>
<p>A  Classificação Indicativa estabelece que as emissoras devem adequar sua  grade de programação aos horários permitidos para cada faixa etária,  segundo os critérios do Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e  Qualificação do Ministério da Justiça (DEJUS), elaborados em conjunto  com emissoras de rádio e TV, entidades da sociedade civil, pesquisadores  e defensores dos direitos de crianças e adolescentes.</p>
<p>O relator  Toffoli considera que a norma representa uma restrição à liberdade de  expressão. “Não cabe ao Estado atuar como protagonista na definição do  que deve ou não ser veiculado na televisão”, afirmou o ministro em seu  voto.</p>
<p>Deputados petistas discordam desse tese e defendem a Classificação Indicativa. O líder do PT na Câmara, deputado <strong>Paulo Teixeira (SP)</strong>,  lembra que os princípios nos quais se baseiam a norma estão inscritos  na Constituição de 1988 e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).  “A Classificação Indicativa está prevista pela Constituição Federal, no  seu artigo 220, e pelo ECA. A sociedade precisa sensibilizar o STF  quanto à importância desse tema e garantir que as crianças continuem  protegidas da sanha consumista da mídia, que, muitas vezes, busca vender  produtos sem se preocupar com o fato de que crianças e adolescentes  estão em fase de formação e não dispõem de todos os elementos para  discernir entre informação e publicidade, ficando muito expostas às  mensagens que estimulam o desejo desenfreado pelo consumo”, avaliou  Teixeira.</p>
<p>Já a deputada <strong>Erika Kokay (PT-DF)</strong> defende o princípio constitucional de prioridade absoluta aos direitos  das crianças e adolescentes e a doutrina de proteção integral que  preconiza o ECA. “Sob o manto da liberdade da expressão, não se pode  permitir uma agressão às crianças e adolescentes. A Constituição é clara  quanto à prioridade absoluta dos direitos de crianças e adolescentes e o  ECA detalha esse princípio com a doutrina de proteção integral. Os  grandes meios de comunicação não estão preocupados com a liberdade de  expressão, mas sim com a sua liberdade de usar os seus instrumentos e  conteúdos para auferir mais lucro. Espero que o STF não derrube a  Classificação Indicativa”, disse a parlamentar, que coordena a Frente  Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos Humanos da Criança e do  Adolescente.</p>
<p>O deputado <strong>Emiliano José (PT-BA)</strong> se  mostrou preocupado quanto à possível anulação da Classificação  Indicativa. “Se essa decisão se consumar, será o mesmo que pedir para a  raposa tomar conta do galinheiro. A Classificação Indicativa é uma  medida civilizatória, democrática, presente – até de forma mais rigorosa  do que a nossa norma – em praticamente todos os países de democracia  longeva, como os EUA, os países escandinavos e da Europa Ocidental, a  Austrália, entre outros. O voto dos ministros do STF até agora vai na  contramão da proteção das crianças e adolescentes e espero que essa  posição seja revertida no decorrer do julgamento”, declarou Emiliano  José.</p>
<p>O julgamento ainda não tem data marcada para ser retomado.</p>
<p>(Da Liderança do PT na Câmara, por Rogério Tomaz Jr.)</p>
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		<title>Cineastas pedem mais discussão sobre Belo Monte</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 18:23:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>catia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Monte]]></category>
		<category><![CDATA[índios]]></category>

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		<description><![CDATA[Os cineastas Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi defenderam hoje (24) o aprofundamento da discussão, por toda a sociedade brasileira, a respeito da construção da usina hidrelétrica ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/11/cineastas-pedem-mais-discussao-sobre-belo-monte/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os cineastas Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi defenderam hoje (24) o aprofundamento da discussão, por toda a sociedade brasileira, a respeito da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará, uma das principais obras previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).</p>
<p>Em reunião com o líder do PT na Câmara, deputado Paulo Teixeira (SP), ambos manifestaram preocupação com o futuro dos índios que habitam o Parque Nacional do Xingu, que têm como sagrada a área da futura hidrelétrica.</p>
<p>“A obra suscita um debate, no plano global, sobre como as sociedades devem optar por modelos sustentáveis; agora, longe do calor eleitoral de 2010, deve ser discutida de forma ampla pela sociedade brasileira”, disse Lais.  Ela concordou com a necessidade do País de geração de energia, mas defendeu uma discussão sobre o modelo que se baseia  num sistema econômico consumista que gera demandas energéticas crescentes. A cineasta também admitiu a importância da modernização das atuais fontes geradoras de energia, para que possam aumentar sua capacidade de geração sem impacto ambiental adicional, diminuindo assim a necessidade de novos empreendimentos na área.</p>
<p>Bolognese disse que fontes mais limpas de energia, como a eólica e a solar, não vão suprir as necessidades do Brasil e admitiu a  necessidade de construção de hidrelétricas na Amazônia. “Desde que não sejam em Belo Monte, onde há aspectos culturais milenares que nos levam a uma reflexão sobre o porquê da obra. Hidrelétricas podem ser construídas em outros rios amazônicos, sem as implicações que Belo Monte terá para os indios que vivem no parque nacional do Xingu e os ribeirinhos da região”. Segundo ele, o rio Xingu,  para os índios que vivem no parque homônimo da região, é o “centro de referência e a essência de seu modo de vida e de sua mitologia”.</p>
<p>No encontro com o líder do PT, os dois cineastas estavam acompanhados do produtor de cinema Marcos Barreto.</p>
<p>(Da Liderança do PT na Câmara)</p>
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		<title>População brasileira apoia direitos indígenas, aponta pesquisa da Perseu Abramo</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 00:48:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>catia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[indígenas]]></category>

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		<description><![CDATA[Cinquenta e quatro por cento da população brasileira entende que as terras indígenas são insuficientes para que as comunidades desenvolvam o seu modo de vida. Este ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/11/populacao-brasileira-apoia-direitos-indigenas-aponta-pesquisa-da-perseu-abramo/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cinquenta e quatro por cento da população brasileira entende que as terras indígenas são insuficientes para que as comunidades desenvolvam o seu modo de vida. Este é apenas um dos dados da pesquisa <strong>“<a href="/images/stories/rokstories/pesquisaindios.pdf">Indígenas</a><a title="Resumo da pesquisa" href="/images/stories/rokstories/pesquisaindios.pdf" target="_blank"> no Brasil: demandas dos povos e percepções da opinião pública</a>”</strong>, realizada pela Fundação Perseu Abramo e divulgada nesta terça-feira (22) na Câmara.<br />
A divulgação da pesquisa, que teve apoio da Fundação Rosa Luxemburgo, fez parte do ato de relançamento da Frente Parlamentar Mista de Apoio aos Povos Indígenas, que terá o deputado <strong>Padre Ton (PT-RO)</strong> como novo presidente.</p>
<p>O levantamento abrangeu um universo total de 2006 entrevistas entre a população geral –  realizadas em 150 municípios das cinco regiões – e 402 entrevistas com índios residentes em centros urbanos. Os resultados surpreenderam positivamente a Fundação Perseu Abramo e os parlamentares da frente. Alguns dos principais dados do estudo (ao final da matéria segue o link para o resumo completo da pesquisa):</p>
<p>- 80% acreditam que existe preconceito contra indígenas;<br />
- 86% concordam (71% totalmente e 15% em parte) que os indígenas protegem mais o meio ambiente do que os brancos;<br />
- 66% acreditam (42% totalmente e 24% em parte) que os indígenas são os verdadeiros donos das terras do Brasil, porque já estavam aqui antes dos brancos chegarem;<br />
- 61% acreditam que há conflitos com os indígenas hoje (destes, 62% acreditam que os conflitos envolvem disputas sobre demarcação e direito à terra);<br />
- 54% entendem que as terras destinadas aos povos indígenas são insuficientes para o seu modo de vida;<br />
- 79% acredita que os indígenas correm risco de perder suas terras;<br />
- 40% avaliam que os grandes fazendeiros representam a maior ameaça aos indígenas;<br />
- 77% acreditam (54% totalmente e 23% em parte) que fazendas e agroindústrias nas terras indígenas só deveriam ser permitidas se os índios concordassem;<br />
- 88% acham que o governo deveria proteger os direitos indígenas;<br />
- apenas 14% defendem (6% totalmente e 8% em parte) que o mais importante é o crescimento do país, mesmo que, para isso, os indígenas tenham que sair das suas terras.</p>
<p>Na opinião de Padre Ton, o estudo da Perseu Abramo indica que a sociedade brasileira é menos conservadora do que o Congresso Nacional. “Esta Casa é anti-indígena, muito conservadora, e a pesquisa demonstra uma percepção positiva da sociedade em relação aos indígenas, inclusive no tocante aos seus principais problemas, como a garantia da terra como um direito destes povos, além da educação e da saúde”, comemorou Padre Ton.</p>
<p>Para o presidente da Fundação Perseu Abramo, Nilmário Miranda, a pesquisa é muito positiva para os povos indígenas e os seus defensores. “O surpreendente da pesquisa é a indicação do amadurecimento da população brasileira no reconhecimento da importância do direito dos povos indígenas à terra, à cultura, à educação, à saúde, entre outros. Eu esperava uma rejeição maior. Acredito que a pesquisa servirá de estímulo à atuação da frente parlamentar”, declarou Miranda.</p>
<p><strong>Frente Parlamentar –</strong> A ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos, participou do evento e elogiou a iniciativa. “Queremos contar com a frente parlamentar para nos trazer informações, sendo os olhos e o coração destas comunidades, bem como queremos cumprir a nossa missão de prestar as informações devidas e, através da cobrança da frente, fazer o nosso trabalho avançar nesta área”, frisou Maria do Rosário.</p>
<p>O líder do PT na Câmara, deputado <strong>Paulo Teixeira (PT-SP)</strong>, prestigiou a criação da frente e ressaltou a importância do tema para a bancada petista. “Temos um compromisso com esta causa e sabemos que é preciso avançar muito na legislação, bem como evitar que haja retrocessos para os direitos dos povos indígenas”, falou Teixeira.</p>
<p>A deputada <strong>Dalva Figueiredo (PT-AP)</strong> foi designada vice-presidente da frente parlamentar e citou alguns dos principais desafios do grupo. “A frente é um instrumento de mobilização para que possamos atuar em prol da aprovação das demandas indígenas, como o Estatuto dos Povos Indígenas, o Conselho Nacional de Políticas Indigenistas, entre outras bandeiras”, disse a deputada.</p>
<p>Padre Ton pretende continuar o trabalho iniciado pelo falecido deputado petista Eduardo Valverde, também de Rondônia, que coordenou a frente dos povos indígenas na legislatura passada, mas perdeu a vida num acidente de carro em janeiro deste ano.</p>
<p>Também participaram do relançamento da frente os deputados petistas <strong>Amauri Teixeira (BA)</strong>, <strong>Bohn Gass (RS)</strong>, <strong>Emiliano José (BA)</strong>, <strong>Fernando Ferro (PE)</strong>, <strong>Francisco Praciano (AM)</strong>, <strong>João Paulo Lima (PE)</strong>, <strong>Luiz Alberto (BA)</strong> e <strong>Marcon (RS)</strong>.</p>
<p>(Da Liderança do PT na Câmara, de Rogério Tomaz Jr.)</p>
<p>O resumo da pesquisa está disponível para download no site da Liderança do PT na Câmara (<a title="Resumo da pesquisa" href="/images/stories/rokstories/pesquisaindios.pdf" target="_blank"><strong>clique aqui</strong></a>). Mais informações no site da Fundação Perseu Abramo (<a href="http://www.fpabramo.org.br/" target="_blank"><strong>www.fpabramo.org.br</strong></a>).</p>
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		<title>Líderes reafirmam compromisso com o fim do racismo</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 14:28:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>catia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao racismo]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>

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		<description><![CDATA[No discurso para chefes de Estado da América Latina, Caribe e África, reunidos em Salvador para as comemorações do Ano Internacional dos Afrodescendentes, a presidenta Dilma ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/11/lideres-reafirmam-compromisso-com-o-fim-do-racismo/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No discurso para chefes de Estado da América Latina, Caribe e África, reunidos em Salvador para as comemorações do Ano Internacional dos Afrodescendentes, a presidenta Dilma Rousseff citou as marcas deixadas pela escravidão no Brasil. As mais dramáticas, segundo ela, foram a invisibilidade dos pobres e miseráveis, e a visão de que era possível fazer o país crescer sem incluir e distribuir renda. Lembrando a “revolução social” vivida pelo Brasil no governo do ex-presidente Lula, Dilma Rousseff defendeu o crescimento com inclusão social.</p>
<p>“Acredito que, de fato, uma das maiores contribuições do presidente Lula ao processo de transformação do Brasil tenha sido a afirmação de que só era possível um verdadeiro desenvolvimento se nós também nos dispuséssemos a distribuir a renda”, disse a presidenta.</p>
<p>O Palácio Rio Branco, uma construção do século XVI e símbolo da revitalização do centro histórico de Salvador, o Pelourinho, foi o palco do encontro dos chefes de Estado que discutiram medidas para superar a discriminação de que ainda são vítimas os descendentes dos africanos nas Américas.</p>
<p>Dilma Rousseff citou o Censo do IBGE no qual metade da população brasileira se declarou, em 2010, afrodescendente. São 97 milhões de pessoas ou 50,7% da população. E de acordo com estimativas do Banco Mundial, Unicef e Cepal, na América Latina e no Caribe, pelo menos 150 milhões de habitantes são afrodescendentes, o que corresponde a 30% da população destas regiões.</p>
<p>“A despeito dos avanços em prol da igualdade racial, sabemos que a desigualdade persiste. Os afrodescendentes ainda sofrem com o desemprego, a pobreza extrema e a violência. Reverter este quadro é o objetivo maior da Declaração de Salvador que hoje aprovamos”, afirmou a presidenta.</p>
<p>No documento, os líderes reafirmaram o compromisso com a eliminação completa e incondicional do racismo e de todas as formas de discriminação e intolerância, o que a presidenta Dilma reiterou no seu discurso, condenando a xenofobia.</p>
<p>“Essa diversidade cultural e facial nos une, nos define e enriquece. É uma das nossas grandes contribuições para o mundo de hoje, no momento em que vemos surgir a xenofobia e o preconceito. Somos muito mais de 150 milhões de homens e mulheres e o Brasil se orgulha de ser o país com a segunda maior população negra do mundo depois da Nigéria.”</p>
<p>A Declaração de Salvador também enfatiza que a magnitude das contribuições dos afrodescendentes para a formação social, cultural, religiosa, política e econômica dos países da América Latina e Caribe deve ser valorizada e reconhecida. Além disso, o documento ressalta a importância de preservar e disseminar o rico legado da África e dos afrodescendentes para a construção e desenvolvimento dos países da região.</p>
<p>(Do Blog do Planalto)</p>
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		<title>Governo lança Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 19:11:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>catia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas com deficiencia]]></category>
		<category><![CDATA[Viver Sem Limite]]></category>

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		<description><![CDATA[Acompanhada do presidente do Senado, José Sarney, do presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, e do secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/11/governo-lanca-plano-nacional-dos-direitos-da-pessoa-com-deficiencia/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41002"><a href="http://blog.planalto.gov.br/wp-content/uploads/2011/11/1STU3752.jpg"><img title="1STU3752" src="http://blog.planalto.gov.br/wp-content/uploads/2011/11/1STU3752.jpg" alt="" width="580" /></a></div>
<div>Acompanhada  do presidente do Senado, José Sarney, do presidente da Câmara dos  Deputados, Marco Maia, e do secretário Nacional de Promoção dos Direitos  da Pessoa com Deficiência, Antônio José do Nascimento Ferreira,  presidenta Dilma Rousseff lança o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa  com Deficiência – Viver sem Limite. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR</div>
<div id="attachment_41002"></div>
<p>O governo federal lançou na última quinta-feira (17), o Plano Nacional dos Direitos da  Pessoa com Deficiência, o Viver Sem Limite, que reúne ações estratégicas  em educação, saúde, cidadania e acessibilidade. Dados do Instituto  Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que 45,6 milhões de  pessoas têm algum tipo de deficiência, o que corresponde a 23,91% da  população brasileira. Com o Viver Sem Limite, o governo pretende  promover a inclusão social e a autonomia da pessoa com deficiência,  eliminando barreiras e permitindo o acesso a bens e serviços.</p>
<blockquote><p>“Estamos aqui para celebrar a coragem de viver sem  limites. É incrível a força que há nas pessoas para vencer desafios e  superar limites”, disse a presidenta quando retomou o discurso  interrompido pela emoção.</p></blockquote>
<p>Dilma Rousseff chorou no início da cerimônia realizada no Palácio do  Planalto para lançamento do  Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com  Deficiência ao comentar as presenças das filhas do deputado Romário e do  senador Lindbergh Faria.</p>
<p>No discurso, a presidenta ressaltou a importância da autonomia na  vida das pessoas com deficiências. E defendeu que todos os brasileiros  tenham condições de desenvolver todas as suas potencialidades.</p>
<blockquote><p>“São brasileiros que podem realizar plenamente seus  sonhos individuais, mas podem e devem ajudar a concretizar o nosso sonho  coletivo”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Segundo a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência  da República, Maria do Rosário, o Viver Sem Limite articula e organiza  ações já desenvolvidas no âmbito do governo federal, que foram  aprimoradas e fortalecidas para eliminar barreiras e permitir o acesso  da população com deficiência a bens e serviços.</p>
<blockquote><p>“É o reconhecimento da responsabilidade do Estado brasileiro, uma responsabilidade irrenunciável”, disse a ministra.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=tdQgJxpJ-1o" target="_blank"><img src="http://img.youtube.com/vi/tdQgJxpJ-1o/0.jpg" border="0" alt="" width="425" height="355" /></a></p>
<p>O secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com  Deficiência, Antônio José do Nascimento Ferreira, explicou que o Viver  Sem Limite tem metas para serem alcançadas até 2014, com previsão  orçamentária de R$ 7,6 bilhões. As ações previstas serão executadas em  conjunto, por 15 órgãos do governo federal, sob a coordenação da  Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.</p>
<p><strong>Educação</strong> &#8212; Na área da Educação, por exemplo, o  plano prevê a ampliação do acesso dos alunos com deficiência à escola,  saltando de 229.017 para 378 mil o número de crianças e adolescentes nas  salas de aula. Outra medida é adequar as escolas públicas e as  instituições federais de ensino superior às condições de acessibilidade.</p>
<p>O Viver Sem Limite determina ainda a implantação de novas salas de  aula com recursos multifuncionais e a atualização das salas já  existentes, e a oferta de até 150 mil vagas para pessoas com deficiência  nos cursos federais de formação profissional e tecnológica.</p>
<p><strong>Saúde</strong> – No chamado eixo Saúde, está prevista a  ampliação e qualificação da triagem neonatal com a inclusão de dois  novos exames no teste do pezinho, além da implantação completa do exame  em todos os estados até 2014. O plano também estabelece a implantação de  45 centros de referência em reabilitação, garantindo atendimento das  quatro modalidades: intelectual, física, visual e auditiva.</p>
<p>Outra medida refere-se ao atendimento odontológico, com um aumento em  20% no financiamento do SUS para 420 centros de especialidades  odontológica. O governo também pretende formar 660 novos profissionais  de saúde em órteses e próteses até 2014 para atuar nas oficinas  ortopédicas que serão criadas. A expectativa é aumentar em 20% o  fornecimento de órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção.</p>
<p><strong>Inclusão social</strong> – O trabalhador que perder o emprego  voltará a receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A garantia  está no Viver Sem Limite, que também permite que a renda da  aprendizagem seja acumulada com a do BPC. Outra ação prevê a busca ativa  e o encaminhamento ao mercado de trabalho de 50 mil beneficiários.</p>
<p><strong>Acessibilidade</strong> – O eixo Acessibilidade prevê a  construção e 1,2 milhão de moradias adaptáveis pelo programa Minha Casa,  Minha Vida 2. As obras de mobilidade urbana da Copa do Mundo 2014 e do  PAC 2 também serão adaptadas aos portadores de deficiências.</p>
<div id="__ss_10206395">
<div>Veja mais <a href="http://www.slideshare.net/" target="_blank">apresentações</a> do <a href="http://www.slideshare.net/BlogDoPlanalto" target="_blank">Blog do Planalto</a></div>
</div>
<p>Outras medidas preveem a implantação de cinco centros tecnológicos de  formação de instrutores e treinadores de cães-guias, microcrédito pelo  Banco do Brasil para aquisição de produtos de tecnologias assistivas no  valor de até R$ 25 mil e juros de 0,64 ao mês e desoneração tributária  de R$ 609,84 milhões até 2013 sobre esses produtos.</p>
<p>(Do Blog do Planalto)</p>
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