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	<title>Paulo Teixeira &#187; Economia</title>
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		<title>Governo anuncia medidas para injetar R$ 57,8 bi na economia</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 19:20:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo anunciou, nesta terça (3), um conjunto de medidas que irá injetar R$ 57,8 bilhões na economia, ainda neste ano, para aumentar a competitividade da indústria, em retração acelerada desde o início da crise internacional. O pacote prevê desoneração da folha de pagamento, redução de impostos e crédito mais barato, dentre outras medidas. “O governo não vai abandonar a indústria brasileira”, afirmou a presidenta Dilma Rousseff.<br />
Najla Passos<br />
Brasília &#8211; O governo anunciou nesta terça (3) um pacote de medidas que irá injetar R$ 57,8 bilhões na economia, ainda neste ano. O objetivo é aumentar a competitividade da indústria, em retração acelerada desde o início da crise internacional. “O governo não vai abandonar a indústria brasileira”, afirmou a presidenta Dilma Rousseff, durante cerimônia no Palácio do Planalto.</p>
<p>A maior parte dos recursos virá do aporte de R$ 45 bilhões que o Tesouro destinará ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES). E o restante, de uma série de desonerações anunciadas. O pacote reforça o Programa Brasil Maior, lançado em agosto do ano passado, com o objetivo de aumentar a competitividade da indústria nacional.</p>
<p>A medida mais comemorada foi a desoneração da folha de pagamento para 15 setores, a partir da eliminação da contribuição previdenciária de 20%. A perda será compensada, em parte, pela cobrança de uma nova alíquota sobre o faturamento das empresas. Para os exportadores, a desoneração é total. Já para 11 setores da indústria destinada ao mercado interno, a nova alíquota sobre o faturamento será de 1% e, para quatro setores de serviços, de 2%. </p>
<p>“O ônus dos ajustes não recai sobre os trabalhadores. Não retira direitos ou reduz salários. Nós definimos uma forma de tributação mais adequada ao fluxo de receita das empresas. E o Tesouro vai compensar sempre eventuais perdas de arrecadação decorrentes das contribuições previdenciárias e ao mesmo tempo tomará todas as medidas para que não se crie a distorção de transformar em déficit uma política de governo de desoneração da folha de pagamento”, explicou a presidenta.</p>
<p>O ministro da Fazenda, Guido Mantega, acrescentou que a medida beneficiará também os trabalhadores. Segundo ele, com a redução do custo da mão de obra, novos empregos serão gerados. O ministro reforçou, ainda, que a desoneração não acarretará prejuízos à Previdência. “O Tesouro Nacional compensará as perdas, estimada em R$ 7,2 bilhões por ano”. Como as medidas passarão a valer em junho, as perdas estimadas para este ano são de R$ 4,9 bilhões.</p>
<p>Dentre as medidas tributárias previstas no pacote, o ministro destacou a desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para vários setores, já anunciada anteriormente. E acrescentou a postergação do pagamento do PIS/Confins, de março para novembro, para os setores mais atingidos pela crise. “Este recurso poderá ser usado como um capital de giro barato”, esclareceu. </p>
<p>Mantega incluiu no pacote, também, a desoneração do Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas e jurídicas que façam doações para entidades que trabalham com pesquisa para o tratamento de câncer. O impacto fiscal da medida estimado para o próximo ano é de R$ 305,8 milhões. </p>
<p>O ministro reforçou a iniciativa do governo de investir na preferência de compra de produtos nacionais. “O produto importado pode custar até 25% mais barato que nós compraremos o nacional”, explicou. Anunciou, também, dentre várias outras iniciativas, o aumento dos recursos para o Programa de Financiamento à Exportação (Proex), que passarão de R$ 1,24 bilhão para R$ 3,1 bilhões. </p>
<p>O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, informou que o aporte de R$ 45 bilhões do Tesouro Nacional pra as operações da instituição financeira permitirão maiores investimentos em inovação, além do barateamento dos jurados praticados. “Nós queremos mais investimentos e investimentos com mais qualidade”, disse ele. </p>
<p>O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, anunciou a implementação de um novo regime automotivo, que irá vigorar de 2013 a 2017. Segundo ele, o regime estabelece metas para as montadoras que, caso sejam cumpridas à risca, podem proporcionar uma redução de até 30% do IPI. Essas metas incluem investimentos em pesquisa, inovação, conteúdo nacional e eficiência energética.</p>
<p>Conjuntura econômica<br />
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o decréscimo da participação da indústria no Produto Interno Bruto (PIB) dos países é um fenômeno mundial observado desde 1991, mas que foi agravado com a crise econômica mundial. “Mesmo os países emergentes, como China e Índia, terão redução do Produto Interno Bruto (PIB). O Brasil é um dos poucos países que continuará crescendo, com a perspectiva de passar de 2,7% para 4,5% ”, explicou.</p>
<p>Segundo o ministro, o Brasil tem condições para responder à recaída da crise internacional porque possui um mercado interno dinâmico, depende menos dos mercados externos, possui grandes programas de investimento, demonstra forte solidez fiscal e acumulação de reservas, além de manter a inflação sob controle. </p>
<p>Mantega destacou a importância das ações de monitoramento e controle do câmbio, que já vem sendo tomadas em caráter permanente, para evitar que o chamado “tsunami monetário” atinja o país. “O câmbio se transformou em um dos principais instrumentos de competitividade entre os países. Hoje, todo mundo quer desvalorizar suas moedas para que seus produtos tenham maior competitividade”, justificou.</p>
<p>A presidenta Dilma Rousseff reforçou que o governo está atento à desvalorização das moedas, prática que ela classificou como “competição predatória”. “Vamos agir com firmeza nos organismos internacionais e adotar todas as salvaguardas possíveis para defender nossas empresas, nossos empregos e a renda de nossos trabalhadores. Nós sabemos que uma forma de competição predatória é a que usa medidas de desvalorização das moedas. Nós estamos atentos a essas práticas e vamos agir sempre dentro dos limites das normas internacionais”, afirmou.</p>
<p>(Da Carta Maior)</p>
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		<title>O pior de Lula/Dilma supera o melhor de FHC/Serra</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 18:28:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>

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		<description><![CDATA[O pior do novo é mais que o melhor do velho O IBGE confirmou os números do Banco Central sobre a evolução do PIB em 2011: ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2012/03/o-pior-de-luladilma-supera-o-melhor-de-fhccerra/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://pauloteixeira13.com.br/wp-content/uploads/2012/03/pib_tv1.jpg"><img class="size-medium wp-image-21459 aligncenter" title="pib_tv" src="http://pauloteixeira13.com.br/wp-content/uploads/2012/03/pib_tv1-300x131.jpg" alt="" width="300" height="131" /></a></p>
<p><em><strong>O pior do novo é mais que o melhor do velho</strong></em></p>
<h3><span style="font-weight: normal;">O IBGE confirmou os números do Banco Central sobre a evolução do PIB em 2011: expansão de 2,7%.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;"><br />
Pouco, de fato, diante das previsões de 4,5% feitas no início do ano.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">Mais, porém, que a média dos oito anos de FHC (2,3%) e um pouco mais que a média do primeiro período Lula (2,6%)</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">E muito, por dois fatores.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">O primeiro, os efeitos devastadores da crise mundial, que jogaram no negativo as economias do mundo desenvolvido e, até mesmo, refrearam de forma inédita o expansionismo econômico da China, que com seu câmbio controlado, é quem passa por menos problemas ante a avalanche de US$ 8 trilhões que, desde o final de 2008, inflacionaram o mundo através das injeções do governo americano e da União Europeia.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">O câmbio, atingido em cheio por este “tsunami” foi, como você vê no gráfico,o responsável pelo item mais negativo para a expansão do PIB: as importações, que cresceram três vezes acima da expansão da economia.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">O segundo fator – e os dois merecem ser considerados uma unidade – são as outras partes, além do câmbio, do tripé neoliberal do qual ainda não nos livramos completamente: inflação e  juros.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">O ano começou com uma ação forte – e mais importante que isso, crescente  – de contenção da atividade econômica, como antídoto à inflação. Obvio que, àquela altura, não se poderia prever que a crise externa se tornaria também um outro depressor da economia e, na prática, o resultado foi uma “overdose” que atirou a economias a partamares mais baixos do que se previa.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">Agora, ao contrário, a queda contínua da inflação – que, para desespero dos “roda-presa” vai chegar muito perto do centro da meta, de 4,5% ao ano – estimula uma recuperação progressiva do consumo e a redução mais ousada da taxa de juros.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">Por isso a questão cambial tem tomado o centro das atenções da área econômica e as constantes advertências de que se imporá controles ao fluxo de capitais.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">Por isso a reação dos países ricos criticando o “protecionismo” brasileiro, que não é, nem de longe, suficiente para compensar o artificialismo que o câmbio induz às relações de troca e, portanto , à dinâmica interna da economia.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;"><span style="font-weight: normal;">Seja como for, nenhuma medida será capaz de revitalizar sozinha o desequilíbrio amplamente favorável ao país em matéria de balança comercial. É urgente -  e estratégico – prosseguir num fortalecimento do mercado interno, de um lado, e na seletividade das encomendas industriais do setor mais promissor da economia,sobre o qual remanesce o controle estatal: o petróleo do pré-sal, além da agroindústria e da mineração, onde o potencial brasileiro nos confere vantagens estratégicas.</span></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">E, de outro lado, via redução dos juros e, com isso, do serviço e dos encargos da dívida, aliviar o Estado brasileiro da sangria permanente que nos obriga a uma carga tributária paralisante sobre setores vitais da economia e apequena a capacidade pública de investimento – estatal e paraestatal – sem a qual jamais nos tornaremos </span><span style="font-weight: normal;">um país desenvolvido.</span></h3>
<p><span style="font-weight: normal;">(Do Tijolaço, via Conversa Afiada)</span></p>
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		<title>Em 2011, Alckmin cortou R$ 3,5 bilhões em investimentos</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 16:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Alckmin]]></category>
		<category><![CDATA[governo de são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>

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		<description><![CDATA[A &#8220;pisada no freio&#8221; dos investimentos no Estado de SP não mereceram destaque na grande imprensa brasileira. Talvez porque um orçamento de R$ 150 bilhões não ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/12/em-2011-alckmin-cortou-r-35-bilhoes-em-investimentos/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A &#8220;pisada no freio&#8221; dos investimentos no Estado de SP não mereceram destaque na grande imprensa brasileira. Talvez porque um orçamento de R$ 150 bilhões não seja importante. Em contrapartida, qualquer redução dos investimentos federais ganha &#8220;capa&#8221; de jornal. Pior ainda: promessas de investimentos do governo Alckmin para 2018 ou 2022 também recebem destaque. Enquanto isso, atrasos nas obras do Metrô, do combate às enchentes, da habitação e do saneamento não parecem importante.</p>
<div>Veja abaixo uma das poucas reportagens que destacaram a execução orçamentária do governo paulista em 2011.<br />
Também apresentamos a tabela com o detalhamento dos investimentos e inversões financeiras (repasses para as empresas estatais investirem) em 2011, na comparação com 2010.<br />
Considerando os investimentos diretos e as inversões financeiras, o corte foi ainda maior: R$ 4,3 bilhões.</div>
<div><strong>Em 2011, Alckmin cortou R$ 3,5 bilhões em investimentos</strong></div>
<div>(do ABCD Maior)</p>
<div>No primeiro ano de seu mandato, o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), reduziu em 55% os investimentos em todo o Estado. Levantamento baseado em dados do Sigeo (Sistema de Informações Gerenciais da Execução Orçamentária do Estado), compilados pela liderança do PT na Assembleia Legislativa, apontam redução de R$ 3,56 bilhões entre janeiro e outubro de 2011 se comparado com o mesmo período de 2011.</div>
<div>Os cortes atingem praticamente todas as secretarias. Algumas delas afetam áreas sensíveis e de interesse direto da população. Exemplo disso ocorre na saúde pública. Se no ano de 2010 o governo paulista aplicou R$ 391,7 milhões na Saúde, Alckmin reduziu o investimento para R$ 205,5 milhões. Ou seja, R$ 186,1 milhões a menos.</div>
<div>Corte ainda maior atingiu a Educação. A Pasta sofreu redução de 77% nos investimentos entre 2010 e 2011. Assim, as escolas do Estado receberam apenas R$ 28 milhões neste ano. Em 2010, foram repassados R$ 124,5 milhões para a educação.</div>
<div>Segurança Pública e Habitação também tiveram redução. Os investimentos para garantia da segurança dos paulistas tiveram corte de 62,6%. No ano passado, o repasse para a Secretaria foi de R$ 194,6 milhões; em 2011, o valor ficou em R$ 72,7 milhões. Na habitação a redução foi de 39,6 milhões.</div>
<div>Meio Ambiente- Apesar dos propagados investimentos, a questão ambiental também sofreu com os cortes. No espaço de tempo de apenas um ano, Alckmin diminuiu em R$ 42 milhões os repasses para a Secretaria de Meio Ambiente, que recebeu, em 2011, apenas R$ 6,3 milhões.</div>
<div>&#8220;Este é o modo tucano de governar: em 2010, ano eleitoral, eles investem de maneira agressiva. Depois, nos anos subsequentes, puxam o freio. Quem paga a conta, no final, é a população&#8221;, afirma o deputado estadual Carlos Grana (PT).</div>
<div>O líder do PSDB na Câmara, Orlando Morando, foi procurado, mas não respondeu à reportagem. A assessoria de imprensa do governo de São Paulo não retornou aos questionamentos até o fechamento desta edição.</div>
<div>SOCIAL &#8211; As áreas que tratam os projetos sociais foram as mais afetadas. O maior corte foi na Secretaria de Desenvolvimento Social, que perdeu quase todo seu orçamento, de R$ 32,7 milhões em 2010, para R$ 83 mil em 2011. Outras áreas que já possuem baixo orçamento tiveram redução parecida.</div>
<div>É o caso da secretaria de Direitos da Pessoa com Deficiência, com corte de 94%, e recebeu apenas R$ 536 mil neste ano. Situação parecida acontece na secretaria de Esporte, Lazer e Juventude. Em 2010, ano eleitoral, foram investidos R$ 6,5 milhões, mas em 2011, apenas R$ 56 mil (-99,1%).</div>
</div>
<p><a href="http://pauloteixeira13.com.br/wp-content/uploads/2011/12/execução-investimentos-janout-1011.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-20395" title="execução investimentos janout 1011" src="http://pauloteixeira13.com.br/wp-content/uploads/2011/12/execução-investimentos-janout-1011.png" alt="" width="837" height="421" /></a></p>
<p>(Do Transparência SP)</p>
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		<title>OCDE: Desigualdade de renda cai no Brasil e sobe nos países ricos</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 14:33:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>catia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade de renda]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo estudo da insuspeita organização, que reúne países ricos e emergentes como o México, reconhece importância do Estado para &#8220;enfrentar&#8221; mercado e reduzir diferença de renda ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/12/ocde-desigualdade-de-renda-cai-no-brasil-e-sobe-nos-paises-ricos/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novo estudo da insuspeita organização, que reúne países ricos e emergentes como o México, reconhece importância do Estado para &#8220;enfrentar&#8221; mercado e reduzir diferença de renda entre as pessoas, defende que ricos paguem mais impostos e ainda pede elevação das taxas sobre propriedade e riqueza. Apesar do avanço na última década, Brasil segue entre os campeões de desigualdade.</p>
<p>Marcel Gomes</p>
<p>São Paulo – A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), clube que reúne países ricos e emergentes como México, divulgou segunda-feira (5) um compêndio sobre a evolução da desigualdade de renda no mundo. O estudo “Permanecemos divididos: por que a desigualdade segue aumentando” traz três conclusões importantes:</p>
<p>1) A diferença da renda recebida pelos trabalhadores da OCDE aumentou na maioria dos países do grupo para o maior nível em 30 anos;</p>
<p>2) Na contramão, o Brasil – que não é membro da OCDE, mas também foi analisado – registrou queda da desigualdade nos últimos anos;</p>
<p>3) Não fosse a ação dos Estados através de suas políticas sociais, o buraco entre ricos e pobres seria muito mais profundo.</p>
<p>O estudo da OCDE aponta que mesmo países reconhecidos por sua igualdade, como Alemanha, Dinamarca e Suécia, enfrentam processos de concentração econômica. Nessas nações, a média da renda dos 10% mais ricos em relação àquela dos 10% mais pobres saltou de cinco para seis vezes, dos anos oitenta para cá – ou seja, a concentração aumentou 20%.</p>
<p>A desigualdade subiu também em países como Itália, Japão, Coréia e Reino Unido, que atingiram uma taxa de dez para um. Na direção oposta, o México assistiu a um recuo das diferenças de renda, mas continua sendo o mais desigual da OCDE – os mexicanos mais ricos ganham 27 vezes a mais do que os mais pobres.</p>
<p>Já o Brasil é um caso a parte. Apesar do recuo da desigualdade desde o final da década de noventa, em torno de 8,5%, os 10% mais ricos recebem em média 50 vezes mais do que a renda dos mais pobres. Entre as nações analisadas, o país só é batido pela África do Sul, onde a herança do apartheid mantém essa relação em 61 para um.</p>
<p><strong>Causas e conseqüências</strong></p>
<p>De acordo com a OCDE, a principal razão para a desigualdade de renda nos países do bloco é o aumento das diferenças salariais entre os trabalhadores.</p>
<p>A acelerada evolução tecnológica abre mais vagas para os altamente qualificados e impulsiona a elevação do salário deles, enquanto os trabalhadores com menos anos de estudos mantêm remuneração estagnada.</p>
<p>&#8220;Não há nada inevitável quando se fala de desigualdade&#8221;, disse o mexicano Angel Gurría, secretário-geral da OCDE, na conferência à imprensa.</p>
<p>&#8220;Nosso relatório indica claramente que aperfeiçoamento profissional da força de trabalho é de longe o mais poderoso instrumento para combater a alta desigualdade de renda. O investimento nas pessoas deve começar na primeira infância e ser mantido na educação formal e no trabalho&#8221;, completou.</p>
<p>A aposta na educação pode ter um viés ideológico, mas também é pragmática. A OCDE reconhece que desde os anos noventa os países do bloco reduziram benefícios sociais pagos aos trabalhadores e apertaram as regras de elegibilidade para conter gastos públicos.</p>
<p>Reverter isso no atual momento da crise financeira internacional parece um caminho improvável diante das medidas já tomadas em países com Grécia, Portugal e Itália.</p>
<p>Mas a organização não descarta a importância estatal no combate à desigualdade. Para reforçar esse papel, defende novas políticas fiscais para que os ricos paguem mais impostos, que sejam eliminadas deduções tributárias e reavaliados as taxas sobre propriedade e riqueza.</p>
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		<title>O socorro à Europa via FMI</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 11:57:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>catia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na quinta-feira, 1º dezembro, a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde esteve em Brasília para se reunir com a presidenta Dilma Rousseff, o ministro ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/12/o-socorro-a-europa-via-fmi/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pauloteixeira13.com.br/wp-content/uploads/2011/12/paulo_Teixeira-e1323260363406.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-20211" title="paulo_Teixeira" src="http://pauloteixeira13.com.br/wp-content/uploads/2011/12/paulo_Teixeira-e1323260363406.jpg" alt="" width="436" height="266" /></a>Na quinta-feira, 1º dezembro, a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde esteve em Brasília para se reunir com a presidenta Dilma Rousseff, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Na pauta, solicitação de apoio financeiro para socorrer países da zona do euro afetados pela crise econômica internacional.</p>
<p>Christine Lagarde foi informada de que o Brasil está disposto a participar do socorro à Europa, desde que este socorro seja feito via FMI. Esta operação ocorreria nos moldes da operação realizada em 2009. Naquela ocasião, o Brasil emprestou ao FMI US$10 bilhões, montante expresso nos papéis em Direitos Especiais de Saque (DES), a moeda com que trabalha o fundo. Foi aí que o Brasil se tornou credor do FMI e obteve um aumento de sua cota na composição acionária daquela instituição multilateral.</p>
<p>A presidenta Dilma Roussef informou que o Brasil trabalha com a possibilidade de colocar de US$ 10 bilhões a US$ 15 bilhões num eventual pacote de socorro a países da zona do euro. O Brasil condiciona também a concessão desta colaboração à transformação do empréstimo em aumento de cotas no país no FMI.</p>
<p>Christine Lagarde foi também informada que o Brasil, neste episódio, agirá em coordenação com os demais membros do BRICS &#8211; Brasil, Rússia, Índia e China e África do Sul. As autoridades monetárias destes países vão se reunir em janeiro, antes da próxima reunião do G-20, para fechar uma posição comum sobre o socorro à Europa em crise. A tendência é que todos os membros do BRICS adotem o mesmo discurso que Christine Lagarde ouviu em Brasília.</p>
<p>Comentando o assunto, o ministro da Fazenda Guido Mantega disse: &#8220;É uma satisfação que desta vez o FMI não tenha vindo dar dinheiro ao Brasil, mas pedir dinheiro para nós&#8221;. Mantega certamente estava se referindo à &#8220;responsabilidade fiscal&#8221; tucana que, sob FHC, obrigou o Brasil a recorrer três vezes aos empréstimos do FMI de pires na mão, sempre oferecendo em contrapartida a alienação de parcelas da soberania nacional.</p>
<p>Brasília, 6 de dezembro de 2011</p>
<p>Deputado Paulo Teixeira</p>
<p>Líder do PT</p>
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		<title>Câmara aprova projeto que amplia peso do Brasil no FMI e na política externa</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 11:49:48 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[fmi]]></category>
		<category><![CDATA[política externa]]></category>

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		<description><![CDATA[O plenário da Câmara aprovou nesta terça-feira (6) o projeto de decreto legislativo (PDC 533/11), que amplia o peso do Brasil nos processos decisórios do Fundo ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/12/camara-aprova-projeto-que-amplia-peso-do-brasil-no-fmi-e-na-politica-externa/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O plenário da Câmara aprovou nesta terça-feira (6) o projeto de decreto legislativo (PDC 533/11), que amplia o peso do Brasil nos processos decisórios do Fundo Monetário Internacional (FMI) e aumenta a cota brasileira no FMI de 1,78% para 3,16%.</p>
<p>Pelo convênio constitutivo do FMI, o Brasil passará da 14ª para a 10ª posição entre as nações com maior número de cotas.</p>
<p>O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) ressaltou a importância da aprovação. &#8220;Existem dois aspectos centrais: muda uma regra de indicação dos cargos no FMI, que até o tratado ser assinado, os Estados Unidos, a China, o Reino Unido, a Alemanha e a França indicavam seus próprios membros e os demais países participavam de uma eleição. A partir desse tratado, todos os países participarão da eleição.</p>
<p>Outro ponto é que quase triplica a participação do Brasil nas cotas do FMI. Com isso, o Brasil tem uma responsabilidade maior com os outros países e interfere mais na política internacional&#8221;, destacou o líder do governo.</p>
<p>Na avaliação do líder do PT, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), &#8220;no momento em que o Brasil cresce, se desenvolve, busca maior autonomia, interfere na política internacional, é fundamental a aprovação deste projeto, para mostrar que o Brasil quer ter mais voz diante do mundo&#8221;.</p>
<p>Ainda de acordo com o líder petista, a aprovação é importante também &#8220;para que a Europa comece a ver o peso dessa civilização que se constrói abaixo do Equador, e para fazer com que o nosso Brasil possa exportar uma nova filosofia de mundo, uma nova civilização que está sendo criada. E o faremos mudando as instituições, como é o caso do FMI, como é o caso do Banco Mundial. Precisamos democratizar a Organização das Nações Unidas, a ONU, enfim, os organismos multilaterais, para que construamos um mundo baseado na igualdade, na justiça e na democracia, um mundo em que todos os países opinem igualmente&#8221;, disse Paulo Teixeira.</p>
<p>O deputado Dr. Rosinha (PT-PR), relator do projeto pela Comissão de Relações Exteriores, disse que o acordo &#8220;aumenta a participação do Brasil em número de cotas no fundo, sem implicar maior aporte de dinheiro ao FMI&#8221;. O Brasil, disse Dr. Rosinha, &#8220;aumenta sua participação no Fundo Monetário Internacional, bem como todos os países em desenvolvimento, diminuindo o poder da Europa&#8221;.</p>
<p>(Da Liderança do PT na Câmara, por Gizele Benitz)</p>
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		<title>Governo reduz juros, corta impostos e apoia consumo contra crise global</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 13:40:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para enfrentar o desafio de impedir que a crise global contamine  o crescimento  da economia brasileira , o Governo Dilma adotou várias medidas nesta última semana ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/12/governo-reduz-juros-corta-impostos-e-apoia-consumo-contra-crise-global/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pauloteixeira13.com.br/wp-content/uploads/2011/12/consumo-de-eletrodomesticos.jpg"><img class="size-full wp-image-20237 alignright" title="consumo de eletrodomesticos" src="http://pauloteixeira13.com.br/wp-content/uploads/2011/12/consumo-de-eletrodomesticos.jpg" alt="" width="371" height="249" /></a>Para enfrentar o desafio de impedir que a crise global contamine  o  crescimento  da economia brasileira , o Governo Dilma adotou  várias medidas nesta última semana : reduziu o Imposto sobre Produtos  Industrializados (IPI) cobrado na chamada linha branca (geladeira,  fogão e eletrodomésticos), que será menor até março do ano que vem; cortou para zero o PIS/Cofins que incidia sobre massas alimentícias  extendendo até dezembro do ano que vem, a desoneração de pães   e da farinha de trigo; e o Banco Central anunciou a redução, pela terceira vez consecutiva, da taxa básica de juros.</p>
<p>Estas medidas fazem parte da  aposta do governo no consumo popular como forma de enfrentar efeitos  provocados no país pela crise econômica global. Ao baratear os produtos,  o governo quer que as pessoas saiam às compras, ajudando o comércio a  vender e a indústria a produzir. Assim, a economia continuaria girando,  com geração de emprego e renda . “O objetivo é viabilizar um crescimento  de 5% no próximo ano”, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega.</p>
<p>Para  que a queda de impostos se transformasse   em preço menor para o consumidor, é preciso que as empresas &#8211; que  fabricam e vendem &#8211; aceitem reduzi-lo, em vez optar por aumentar a  margem de lucro. Segundo Mantega, que antes do anuncio das medidas  negociava as medidas com empresários, eles teriam se comprometido a  repassar o benefício tributário ao cliente. O IPI menor valerá até 31 de  março do ano que vem. O acordo foi mantido pois no mesmo dia do anuncio  da medida a redução de preço foi sentida pelos consumidores.</p>
<p>O  governo decidiu também fazer uma pequena redução do Imposto sobre  Operações Financeiras (IOF) cobrado nos empréstimos dos bancos às  pessoas físicas. Em abril, tinha dobrado a alíquota desse imposto, com o  objetivo oposto, de esfriar o consumo para evitar o crescimento da  inflação..Há duas semanas, Banco Central já havia decidido retirar  algumas dificuldades impostas a empréstimos a pessoas físicas.</p>
<p>Segundo  Mantega, decisões como essas poderão ser adotadas de novo a qualquer  momento, por causa da crise econômica global. “Se for necessário,  tomaremos novas medidas. Queremos ga  rantir que o mercado brasileiro e a geração de emprego continuem fortes  e que os investimentos continuem acontecendo”, disse.</p>
<p>(Fonte Carta Maior )</p>
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		<title>Estudo diz que governo federal transfere mais dinheiro do que gasta</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 16:39:21 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[carta maior]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<description><![CDATA[Governo Federal consolida padrão de intervenção cada vez mais transferidor de renda Em dez anos, peso das despesas com servidores e máquina pública fica estável, como proporção ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/12/estudo-diz-que-governo-federal-transfere-mais-dinheiro-do-que-gasta/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><em><a href="http://pauloteixeira13.com.br/wp-content/uploads/2011/12/pib.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-20182" title="pib" src="http://pauloteixeira13.com.br/wp-content/uploads/2011/12/pib.jpg" alt="" width="350" height="280" /></a>Governo Federal consolida padrão de intervenção cada vez mais transferidor de renda</em></h2>
<p>Em dez anos, peso das despesas com servidores e máquina pública fica estável, como proporção do produto interno bruto (PIB), enquanto transferências do tipo aposentadorias e bolsa família mordem 2,7 ponto percentual a mais. Investimentos também crescem, mas menos e abaixo da média internacional. &#8216;Debate precisa ser qualificado&#8217;, diz pesquisador.</p>
<p>Najla Passos / Carta Maior</p>
<p>BRASÍLIA &#8211; O governo federal não tem perfil “gastador”, como acusam adversários políticos, mas “transferidor”. Em dez anos, o aumento do gasto público como proporção do produto interno bruto (PIB) não resultou da elevação de despesas com pagamento de salário ou compra de material de escritório, mas sim com a área social, por meio de transferência de renda. É o que diz estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado nesta quinta-feira (1).</p>
<p>Segundo o estudo, a fatia do PIB &#8211; soma das riquezas geradas no país &#8211; destinada à compra de bens e serviços e ao pagamento do funcionalismo se manteve estável entre 2001 e 2011. Já as transferências de recursos federais para famílias, empresas, governadores e prefeitos aumentaram em 2,7 ponto percentual seu peso no PIB.</p>
<p>Só os repasses do tipo aposentadoria e bolsa família responderam por 2 pontos, dos 2,7. Hoje, as transferências todas representam cerca de 21% do PIB. Em menor grau, e abaixo da média internacional, os investimentos públicos também reforçaram seu espaço no PIB (0,3 ponto a mais). Entretanto, ainda permanecem em menos de 1% do PIB.</p>
<p>“O governo federal está consolidando um padrão de intervenção cada vez mais transferidor e cada vez menos executor”, disse o técnico Rodrigo Orair, um dos autores do estudo. “Nossa preocupação é qualificar o debate sobre a natureza dos gastos públicos federais, que tem se baseado em preconceitos e premissas sem fundamentos”, afirmou outro técnico do órgão, André Calixtre.</p>
<p>Das transferências efetivadas pelo governo, a maior parte (71,1%) é para famílias. E, destas, a maior fatia (um terço) são despesas previdenciárias, seguidas por políticas de garantia de renda a desempregados, como seguro-desemprego e abono salarial (26,5%), e pelas políticas de proteção aos deficientes físicos e idosos (16,2%), por meio da Lei OrgÃ ¢nica de Assistência Social (Loas). Programas sociais de transferência de renda, como o Bolsa Família, estão em quarto lugar, respondendo por 12% do bolo.</p>
<p>As pesquisas do IPEA &#8211; não só esta &#8211; mostram que os efeitos da política de valorização do salário mínimo sobre os benefícios da previdência social, da Loas e dos programas sociais de transferência de renda contribuem com mais de um terço da participação das transferências às famílias no PIB. “A valorização do salário-mínimo tem sido um fator incontestável de distribuição de renda”, afirmou Rodrigo Orair.</p>
<p>O governo também tem transferido mais renda para estados e municípios (29,2%). Em 2001, essa despesa significava 5,1% do PIB. Hoje, soma 5,8%. As transferências constitucionais e legais aumentaram 0,35% do PIB, puxadas, principalmente, por despesas com saúde, graças Emenda Constitucional 29, e com educação, por conta do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educa ção Básica (Fundeb).</p>
<p><a href="http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/comunicado/111202_comun icadoipea122.pdf">Veja comunicados do IPEA</a></p>
<p>(Da Carta Maior)</p>
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		<title>Governo reduz IPI sobre eletrodomésticos da linha branca</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 14:55:51 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[eletrodomésticos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Diário Oficial da União publica hoje (1º) em edição extraordinária a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de eletrodomésticos da chamada linha branca. O ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/12/governo-reduz-ipi-sobre-eletrodomesticos-da-linha-branca/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Diário Oficial da União publica hoje (1º) em edição extraordinária a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de eletrodomésticos da chamada linha branca. O IPI do fogão, por exemplo, cairá de 4% para 0%. A geladeira terá o imposto reduzido de 15% para 5% e a máquina de lavar, de 20% para 10%. No caso de máquinas de lavar semiautomáticas (tanquinhos), a redução será de 10% para 0%. As medidas também valem para os estoques nas lojas e vão vigorar até 31 de março de 2012.</p>
<p>O governo reduzirá ainda o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) cobrado sobre o financiamento ao consumo de 3% para 2,5%, anunciou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista coletiva para detalhar as medidas, que visam a incentivar o consumo.</p>
<p>Também participa da entrevista o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel. As medidas ajudarão o Brasil a enfrentar a crise mundial com estímulos à produção e ao emprego.</p>
<p>(Da Agência Brasil)</p>
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		<title>Alampyme-BR promove seminário em São Paulo</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 16:57:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>catia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alampyme-BR]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>

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		<description><![CDATA[O deputado Paulo Teixeira participará na próxima segunda-feira do 1° Encontro Euro Latinoamericano das Micro, Pequenas e Médias Empresas que vai marcar oficialmente o início das ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/11/alampyme-br-promove-seminario-em-sao-paulo/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado Paulo Teixeira participará na próxima segunda-feira do 1° Encontro Euro Latinoamericano das Micro, Pequenas e Médias Empresas que vai marcar oficialmente o início das atividades, da Alampyme-BR (Associação Latinoamericana de Micro, Pequenas e Médias Empresas ) no Brasil.  No encontroa ocasião será realizado o seminário “As MPEs, suas contribuições e necessidades para a integração social e produtiva na América Latina”.</p>
<p>&#8220;Vamos debater o papel do poder público no fortalecimento das microempresas e as contribuições e necessidades destas para alcançarmos maior integração social e produtiva da América Latina”, afirma o microempresário Sérgio Miletto, presidente da Alampyme-BR. Segundo Miletto, é urgente desenvolver mecanismos que garantam às microempresas a participação em licitações públicas, “uma vez que o governo é, em suas três instâncias (federal, estadual e municipal), o maior adquirente de bens e serviços no Brasil”.</p>
<p>Voltado para dirigentes empresariais, micro, pequenos e médios empresários, representantes de governos e de instituições parceiras nacionais e estrangeiras, o seminário visa debater propostas de políticas públicas para o setor na América Latina. O evento tem o patrocínio da IBM e apoio da Fecomercio-SP.</p>
<p>Entre os palestrantes já confirmados estão o deputado federal Pepe Vargas, presidente da Frente Parlamentar das MPEs; Francisco dos Reis, presidente da Eurolatim 98% (Associação Euro Latinoamericana de MPEs e Economia Social); Juan Manuel Martinez Ramos, diretor da AUPEX (Associação de Universidades Populares de Extremadura-Espanha), além de representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, do BNDES, da Presidência da República, do SEBRAE e de entidades representativas de microempresas.</p>
<h2>Evento: Seminário “As MPEs, suas contribuições e necessidades para a integração social e produtiva na América Latina”</h2>
<p>Dia: 28/11/2011 (segunda-feira)</p>
<p>Local: Fecomercio-SP, Rua Doutor Plínio Barreto, 285</p>
<p>Horário: das 9h00 às 18h00</p>
<p>Inscrições: www.alampymebr.org.br</p>
<p>Segunda-feira 28/11/2011</p>
<p>8h00 &#8211; 8h30 – Traslado dos convidados estrangeiros do hotel até a Fecomercio-SP</p>
<p>8h30 &#8211; 9h00 – Café de boas-vindas e cadastramento</p>
<p>9h00 &#8211; 9h15 – Abertura e apresentação da ALAMPYME-BR</p>
<p>Sergio Miletto &#8211; Presidente &#8211; da ALAMPYME•BR</p>
<p>Francisco Balkanyi &#8211; Presidente de Honra de Alampyme•BR</p>
<p>9h15 &#8211; 10h45 – “Políticas públicas para inclusão das MPEs na integração social e produtiva da América Latina”</p>
<p>Moderador: Paulo Roberto Feldmann, representante da FecomercioSP</p>
<p><strong>Palestrantes:</strong></p>
<p>Sérgio Nunes de Sousa, Diretor de Micro, Pequena e Médias Empresas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC)</p>
<p>Pepe Vargas &#8211; Deputado Federal, Presidente da Frente Parlamentas das MPEs</p>
<p>Francisco dos Reis &#8211; Presidente da Eurolatim 98% &#8211; Associação Euro Latinoamericana de MPEs e Economia Social</p>
<p>Gianna Cardoso Sagazio – Assessora da Presidência BNDES</p>
<p>Dirsomar Ferreia Chaves &#8211; Secretário da Secretaria da Micro e Pequena Empresa e Economia Solidária do Governo do Distrito Federal</p>
<p>10h45 &#8211; 12h00 &#8211; “O papel do poder público no fortalecimento das MPEs”</p>
<p>Moderador: Artur Neves &#8211; Conselheiro do IBGC &#8211; Instituto Brasileiro de Governança Corporativa</p>
<p><strong>Palestrantes:</strong></p>
<p>Paulo Teixeira &#8211; Deputado Federal e Lider do PT na Bancada</p>
<p>Bruno Quick Lourenço de Lima &#8211; Gerente da Unidade de Políticas Públicas do SEBRAE Nacional</p>
<p>Júlio Durante representando o Sr. Alencar Burti &#8211; Presidente do SEBRAE-SP</p>
<p>Paulo Lofreta &#8211; Presidente da CEBRASSE &#8211; Central Brasileira do Setor de Serviços</p>
<p>Vicente Cândido, Deputado Federal, ex- Presidente da Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa (Estadual) (a confirmar)</p>
<p>12h00 – 13h30 &#8211; Brunch oferecido por AlampymeBR</p>
<p>13h30 &#8211; 15h30 &#8211; “O papel das MPEs no fortalecimento do mercado regional alinhado com as diretrizes de superação da miséria de forma justa e sustentável”</p>
<p>Moderador: Sra. Miriam Duailibi . Presidente do Ecoar.</p>
<p><strong>Palestrantes:</strong></p>
<p>Afonso Magalhães &#8211; Subsecretário de Economia Solidária da Secretaria da Micro e Pequena Empresa e Economia Solidária do Governo do Distrito Federal</p>
<p>José Tarcísio da Silva &#8211; Presidente da COMICRO &#8211; Confederação Nacional das Micro Empresas e Empresas de Pequeno Porte</p>
<p>Juan Manuel Martinez Ramos &#8211; Diretor do AUPEX Associação de Universidades Populares de Extremadura.</p>
<p>Carlos Eduardo Fernandez da Silveira &#8211; Diretor do IPEA &#8211; Instituto Pesquisa Econômica Aplicada</p>
<p>Javier Delgado Iglesias &#8211; Museólogo que tem como clientes o Museo del Prado, Museo Thyssen Bornegmissa e  Reina Sofia de Madri</p>
<p>15h30 &#8211; 16h00 Coffee Break</p>
<p>16h00 &#8211; 17h30 &#8211; “Apresentação de propostas para elaboração de um programa regional de apoio às MPEs”</p>
<p>Moderador: Michael Haradom &#8211; Presidente do Conselho da Alampyme•BR</p>
<p>Palestrantes:</p>
<p>Silvio Roberto Sakata &#8211; Subsecretário de Apoio e Fomento da Secretaria da Micro e Pequena Empresa e Economia Solidária do Governo do Distrito Federal</p>
<p>José Avando Souza &#8211; Presidente da Associação dos Telecentros da América Latina e Caribe</p>
<p>Alcely Strutz Barroso  – Gerente de Cidadania Corporativa da IBM</p>
<p>Marco Piva &#8211; Secretário Geral da Altercom &#8211; Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação.</p>
<p>Joaquim Palhares &#8211; Presidente da Agência Carta Maior.</p>
<p>David Ugarte &#8211; Fundador da Cooperativa de Las Índias Digitais de Madri.</p>
<p>17h30 &#8211; 18h00 &#8211; Encerramento</p>
<p>Sergio Miletto &#8211; Presidente da Alampyme•BR</p>
<p>Francisco dos Reis &#8211; Presidente de Eurolatim 98%</p>
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