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	<title>Paulo Teixeira &#187; Trabalho</title>
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	<description>Deputado Federal</description>
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		<title>DPSE anuncia vagas para profissionais na área de gestão de políticas sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 20:16:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[crack]]></category>
		<category><![CDATA[DPSE]]></category>
		<category><![CDATA[políticas sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[DPSE divulga o edital referente à contratação de 6 consultores com pós-graduação na área de gestão de políticas sociais para desenvolver ações voltadas ao aprimoramento do ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2012/04/dpse-anuncia-vagas-para-profissionais-na-area-de-gestao-de-politicas-sociais/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DPSE divulga o edital referente à contratação de 6 consultores com pós-graduação na área de gestão de políticas sociais para desenvolver ações voltadas ao aprimoramento do apoio federal a Estados, Capitais e Distrito Federal na gestão, organização e implementação das ações do Programa Nacional &#8220;Crack, é possível vencer&#8221;.</p>
<blockquote><p><strong><span style="text-decoration: underline;">ENTREGA DE CURRÍCULO ATÉ DIA 20 DE ABRIL.</span></strong> <strong></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>O trabalho dos consultores consiste numa parceria entre<strong> <em> </em></strong>a Secretaria  Nacional de  Assistência Social – SNAS/MDS, e o  Programa das  Nações Unidas para o  Desenvolvimento  – PNUD e, terá como  referência os Estados, DF e Capitais definidos como prioritários, em 2012, para  implementação  do Programa Nacional “Crack é Possível Vencer&#8221;.</p>
<p>Edital No. 82/2012 publicado domingo, dia 15/04/2012, folha de São Paulo. Os interessados deverão enviar o currículo, a para o endereço: <strong><a href="mailto:sedp.pnud04046@mds.gov.br" target="_blank">sedp.pnud04046@mds.gov.br</a> (exclusivamente</strong>). O currículo deverá ser enviado em formato PDF, no modelo disponível no sítio<strong>(<a href="http://www.mds.gov.br/sobreoministerio/licitacoesecontratos" target="_blank">http://www.mds.gov.br/sobreoministerio/licitacoesecontratos</a></strong>), bem como o número do edital deverá ser informado no campo assunto – e-mails que não atenderem a tais requisitos serão desconsiderados</p>
<p>Informações complementares:</p>
<p>- TR prevê como requisitos:</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">- Formação Acadêmica -  Requisitos mínimos exigidos para seleção</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ul>
<li>Graduação na área de Ciências Sociais Aplicadas e/ou Ciências Humanas e/ ou Saúde.</li>
<li>Especialização em gestão pública e/ou políticas sociais<strong></strong></li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> Requisito desejável para a seleção</strong></p>
<ul>
<li>Especialização na temática do uso/abuso de crack e/ou outras drogas.</li>
<li>Mestrado em gestão pública, políticas sociais e/ou na temática uso/abuso de Crack e/ ou outras drogas.</li>
<li>Doutorado em gestão pública, políticas sociais e/ou na temática uso/abuso de Crack e/ ou outras drogas.</li>
</ul>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Experiência Profissional &#8211; Requisitos mínimos exigidos para seleção</span></strong></p>
<ul>
<li>Experiência de trabalho mínima de 3 (três) anos na área de gestão de políticas sociais: coordenação, planejamento, acompanhamento da oferta de serviços, programas e/ou projetos sociais.</li>
</ul>
<p><strong> Requisitos desejáveis para a seleção &#8211; pontuação</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ul>
<li>Experiência de trabalho na área da Política de Assistência Social: coordenação, planejamento, acompanhamento, monitoramento e avaliação da oferta de serviços, programas e/ou projetos socioassistenciais<strong>.</strong></li>
<li>Experiência de trabalho em gestão, consultoria, assessoria, avaliação ou monitoramento, articulação intersetorial de ações, nas esferas Federal, Estadual, Municipal ou do Distrito Federal, voltada para a temática uso/abuso de crack e /ou drogas;</li>
<li>Experiência na área de gestão pública com recorte na área de gestão orçamentária e financeira.</li>
<li>Experiência de trabalho com capacitação profissional de equipes técnicas e/ou facilitação e moderação de grupos na área das políticas de Seguridade Social (Saúde, Assistência Social e Previdência Social).</li>
<li>Ter publicação na área de políticas públicas sociais, com recorte na política de Assistência Social ou na temática do uso/abuso de drogas;</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Entrevista &#8211; pontuação</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ul>
<li>Conhecimento sobre normativas e documentos orientadores do SUAS, dentre os quais: Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS e suas alterações, especialmente aquelas advindas da Lei nº 12.435, de 6 de julho de 2011;  Política Nacional de Assistência Social; Norma Operacional Básica &#8211; NOB/SUAS; NOB/RH; Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais; Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferência de Renda no âmbito do SUAS; Orientações Técnicas: CRAS Orientações Técnica: CREAS; Orientações Técnicas: Centro POP;<strong> </strong></li>
<li>Capacidade de relacionar o papel do Sistema Único de Saúde- SUS e Sistema Único de Assistência Social-SUAS na atenção integrada a famílias/indivíduos que vivenciam uso/abuso de Crack ou outras drogas;</li>
<li>Conhecimento sobre o Plano Integrado de enfrentamento ao Crack e outras drogas e sobre o Programa <em>Crack é Possível Vencer</em></li>
<li>Trabalho em equipe, comunicação verbal, coerência e consistência argumentativa, demonstração de competência para o cargo, disponibilidade de tempo para a realização de viagens semanais.</li>
</ul>
</blockquote>
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		<title>Petrobras abre concurso para 1.520 vagas</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 16:51:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[A Petrobras abriu concurso para preenchimento de 1521 vagas de 60 cargos diferentes em todo o país. As inscrições vão de 27/03 a 11/04 e devem ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2012/03/petrobras-abre-concurso-para-1-520-vagas/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Petrobras abriu concurso para preenchimento de 1521 vagas de 60 cargos diferentes em todo o país. As inscrições vão de 27/03 a 11/04 e devem ser realizadas no site da <a title="Confira as informações no site da Fundação Cesgranrio" href="http://www.cesgranrio.org.br/concursos/evento.aspx?id=petrobras0112" target="_blank"><strong>Fundação Cesgranrio</strong></a> ou nos postos credenciados. Do total, 874 vagas são para o nível médio e 647 para o nível superior.</p>
<p>A taxa de inscrição é de R$ 35 para o nível médio e R$ 50 para o nível superior. As provas objetivas serão realizadas no dia 06/05. Para o cargo de Advogado(a) Júnior, haverá ainda prova discursiva. Para os cargos de Inspetor(a) de Segurança Interna Júnior e Técnico(a) de Perfuração e Poços Júnior, também serão realizados exames de capacitação física.</p>
<p>Os cargos de nível superior, polo nacional, são de administrador júnior, advogado júnior, analista ambiental júnior &#8211; biologia, analista de comercialização e logística júnior &#8211; comércio e suprimento, analista de comercialização e logística júnior -transporte marítimo, analista de pesquisa operacional júnior, analista de sistemas júnior &#8211; engenharia de software, analista de sistemas júnior &#8211; infraestrutura, analista de sistemas júnior &#8211; processos de negócio, bibliotecário júnior, economista júnior, engenheiro-agrônomo júnior, engenheiro civil júnior, engenheiro de equipamentos júnior &#8211; elétrica, engenheiro de equipamentos júnior &#8211; eletrônica, engenheiro de equipamentos júnior &#8211; inspeção, engenheiro de equipamentos júnior &#8211; mecânica, engenheiro de equipamentos júnior &#8211; terminais e dutos, engenheiro de meio ambiente júnior, engenheiro de petróleo júnior, engenheiro de processamento júnior, engenheiro de produção júnior, engenheiro de telecomunicações júnior, engenheiro naval júnior, geofísico júnior &#8211; física, geólogo júnior, médico do trabalho júnior, profissional de comunicação social júnior &#8211; relações públicas e psicólogo júnior.</p>
<p>Os cargos de nível médio/técnico, demais polos, são inspetor de segurança interna júnior, técnico ambiental júnior, técnico de administração e controle júnior, técnico de comercialização e logística júnior, técnico de contabilidade júnior, técnico de enfermagem do trabalho júnior, técnico de estabilidade júnior, técnico de exploração de petróleo júnior &#8211; geologia, técnico de informática júnior, técnico de inspeção de equipamentos e instalações júnior, técnico de logística de transporte júnior &#8211; controle, técnico de logística de transporte júnior &#8211; operação, técnico de manutenção júnior &#8211; caldeiraria, técnico de manutenção júnior &#8211; elétrica, técnico de manutenção júnior &#8211; eletrônica, técnico de manutenção júnior &#8211; instrumentação, técnico de manutenção júnior &#8211; mecânica, técnico de operação júnior, técnico de perfuração e poços júnior, técnico de projetos, construção e montagem júnior &#8211; edificações, técnico de projetos construção e montagem júnior &#8211; elétrica, técnico de projetos, construção e montagem júnior &#8211; eletrônica, técnico de projetos, construção e montagem júnior &#8211; estruturas navais, técnico de projetos, construção e montagem júnior &#8211; instrumentação, técnico de  projetos, construção e montagem júnior &#8211; mecânica, técnico de segurança júnior, técnico de suprimento de bens e serviços júnior &#8211; administração, técnico de suprimento de bens e serviços júnior &#8211; elétrica, técnico de suprimento de bens e serviços júnior &#8211; mecânica, técnico de telecomunicações júnior e técnico químico de petróleo júnior.</p>
<p>Os cargos de analista de sistemas júnior &#8211; engenharia de software, analista de sistemas júnior &#8211; infraestrutura e analista de sistemas júnior &#8211; processos de negócio aceitam tecnólogos. Serão aceitos diplomas e certificados de outros cursos superiores de tecnologia, com denominações distintas, desde que constem na Tabela de Convergência anexa ao Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia e que sejam convergentes para os cursos de graduação  tecnológica requeridos para o cargo ofertado, conforme a citada Tabela de Convergência, disponível no endereço eletrônico do Ministério da Educação.</p>
<p>Os cargos com maior número de vagas disponíveis são Técnico(a) de Operação Júnior e Técnico(a) de Administração e Controle Júnior, para o nível médio, e Engenheiro(a) de Equipamentos Júnior &#8211; Mecânica e Administrador(a) Júnior para o nível superior.</p>
<p>A remuneração mínima inicial varia de R$ 1.994,30 a R$ 2.896,02 para cargos de nível médio e R$ 6.388,31 a R$ 6.883,05 para cargos de nível superior. Nós também oferecemos uma série de benefícios, como previdência complementar (opcional), plano de saúde (médico, hospitalar, odontológico, psicológico e benefício farmácia) e benefícios educacionais para dependentes, entre outros.</p>
<p>O concurso tem validade de seis meses, podendo ser prorrogado por igual período. Confira o edital em nossa <strong><a href="http://www.petrobras.com.br/pt/quem-somos/carreiras/concursos" target="_self">área de Carreiras</a> </strong>ou no site da <a title="Confira as informações no site da Fundação Cesgranrio" href="http://www.cesgranrio.org.br/concursos/evento.aspx?id=petrobras0112" target="_blank"><strong>Fundação Cesgranrio</strong></a>.</p>
<p>Para mais informações, visite o site: <a href="http://www.petrobras.com.br/pt/noticias/abrimos-novo-processo-seletivo-para-mais-de-1-500-vagas/">http://www.petrobras.com.br/pt/noticias/abrimos-novo-processo-seletivo-para-mais-de-1-500-vagas/</a></p>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%" align="left">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<th scope="row"></th>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<item>
		<title>Concurso público abre mais de 140 vagas em Jacareí</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 19:14:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[concurso público]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[jacareí]]></category>

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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para o concurso público da Prefeitura de Jacareí e do Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), com mais de 140 vagas ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2012/03/concurso-publico-abre-mais-de-140-vagas-em-jacarei/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para o concurso público da Prefeitura de Jacareí e do Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), com mais de 140 vagas em diversos cargos – agente social, auxiliar de serviços gerais, técnico de segurança, operador de máquinas e motorista, entre outros.</p>
<p>As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site <a href="http://www.consesp.com.br/">www.consesp.com.br</a>, até o dia 9 de abril, e as provas estão previstas para ser realizadas no dia 29 de abril – a taxa de inscrição varia de R$ 9,23 a R$ 14,10, dependendo do cargo. Os editais podem ser consultados no Boletim Oficial 797, que pode ser acessado no site oficial da Prefeitura: <a href="http://www.jacarei.sp.gov.br/">www.jacarei.sp.gov.br</a>.</p>
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		<title>Baixo desemprego e alta do rendimento são recordes em fevereiro no país, aponta IBGE</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 21:05:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>

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		<description><![CDATA[O rendimento médio real dos ocupados, já com desconto da inflação, atingiu em fevereiro o nível mais alto da série histórica, iniciada em 2002, com remuneração ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2012/03/baixo-desemprego-e-alta-do-rendimento-sao-recordes-em-fevereiro-no-pais-aponta-ibge/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O rendimento médio real dos ocupados, já com desconto da inflação, atingiu em fevereiro o nível mais alto da série histórica, iniciada em 2002, com remuneração de R$ 1.699,70. Também a taxa de desemprego no mês, de 5,7%, é a menor já apurada da série, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</em></p>
<p>São Paulo &#8211; A taxa de desemprego registrou 5,7% no país em fevereiro, o menor valor para esse mês desde o início da série, em 2002. Houve um pequeno aumento em relação a janeiro (5,5%), mas uma queda considerável ao apurado em fevereiro de 2011 (6,4%).</p>
<p>Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.</p>
<p>A população desocupada (1,4 milhão de pessoas) foi considerada estável no confronto com janeiro. Quando comparada com fevereiro do ano passado, recuou 8,6% (menos 130 mil pessoas).</p>
<p>O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,2 milhões) não registrou variação na comparação com janeiro. Na comparação anual, houve uma elevação de 5,4%, o que representou um adicional de 578 mil postos de trabalho com carteira assinada em um ano.</p>
<p>A evolução da renda também é positiva. O rendimento médio real dos ocupados atingiu R$ 1.699,70, o valor mais alto desde o início da série. Ele aumentou 1,2% em comparação com janeiro e 4,4% sobre fevereiro do ano passado.</p>
<p>A massa de rendimento real dos ocupados (R$ 38,7 bilhões) aumentou 1,6% em relação a janeiro. Em comparação com fevereiro de 2011, a massa cresceu 5,8%. A massa de rendimento real efetivo dos ocupados (R$ 47,1 bilhões), estimada em janeiro de 2012, caiu 0,7% no mês e subiu 29,6% no período de um ano.</p>
<p>A Pesquisa Mensal de Emprego é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na página<a href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pme_nova/" target="_blank">www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pme_nova/</a>.</p>
<p>(Da Carta Maior)</p>
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		<title>Taxa de desemprego é a menor já vista no mês de janeiro</title>
		<link>http://pauloteixeira13.com.br/2012/02/taxa-de-desemprego-e-a-menor-ja-vista-no-mes-de-janeiro/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 17:39:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>

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		<description><![CDATA[Taxa medida pelo IBGE deixa o patamar histórico de 4,7% em dezembro por conta de demissões pós-festas de fim de ano. Puxada pelo aumento de 14% ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2012/02/taxa-de-desemprego-e-a-menor-ja-vista-no-mes-de-janeiro/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Taxa medida pelo IBGE deixa o patamar histórico de 4,7% em dezembro por conta de demissões pós-festas de fim de ano. Puxada pelo aumento de 14% do salário mínimo, renda média sobe para R$ 1,672 mil. Mercado de trabalho aquecido é uma das apostas do governo para país crescer mais do que em 2011.</em></p>
<p><strong>Brasília</strong> – Depois de atingir o nível mais baixo da história em dezembro, a taxa de desemprego subiu em janeiro, o que é comum na passagem entre estes meses, e ficou em 5,5%. Esse patamar foi o menor já registrado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em um mês de janeiro desde que ele começou a fazer essa pesquisa, em 2002.</p>
<p>O levamento é feito todo mês em seis regiões metropolitanas (Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo). A falta de abrangência nacional é uma das razões apontadas para que ainda não se possa falar em “pleno emprego” no Brasil, segundo estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta quinta-feira (16).</p>
<p>Ainda de acordo com a pesquisa do IBGE, a renda média dos trabalhadores subiu 0,7% na virada de 2011 para 2012, época em que o salário mínimo teve reajuste de 14%. A remuneração ficou em R$ 1.672,20 em janeiro.</p>
<p>A manutenção de um mercado de trabalho aquecido é uma das apostas do governo para o país crescer este ano mais do que em 2011. Com a economia global com tendência de se sair ainda pior do que no no passado, o governo acha que o mercado interno será fundamental para compensar o que se pode perder nas exportações.</p>
<p>(Da Carta Maior)</p>
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		<title>Taxa de desemprego fica em 4,7% em dezembro e atinge o menor nível desde 2002</title>
		<link>http://pauloteixeira13.com.br/2012/01/taxa-de-desemprego-2011-registra-media-de-6/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 16:46:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[carteira assinada]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[geração de emprego]]></category>
		<category><![CDATA[ibope]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Do IBGE Desocupação fica em 4,7% em dezembro e fecha 2011 com média de 6,0% A taxa de desocupação foi estimada em 4,7% em dezembro de 2011, a menor para ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2012/01/taxa-de-desemprego-2011-registra-media-de-6/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Do IBGE</strong></p>
<p><em>Desocupação fica em 4,7% em dezembro e fecha 2011 com média de 6,0%</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><img src="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/images/2074_3194_073840_864149.gif" alt="" /></em></p>
<p>A taxa de desocupação foi estimada em 4,7% em dezembro de 2011, a menor para o mês de dezembro e também a menor taxa de toda a série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) iniciada em março de 2002, registrando queda de 0,5 ponto percentual em relação ao resultado apurado em novembro (5,2%) e de 0,6 ponto percentual na comparação com dezembro de 2010 (5,3%).</p>
<p>Com esse resultado, na média dos 12 meses de 2011, a taxa de desocupação ficou em 6,0%, também a menor média anual, inferior em 0,8 ponto percentual à observada em 2010 (6,7%) e 6,4 pontos percentuais abaixo da média de 2003 (12,4%)</p>
<p><a name="more"></a>A população desocupada em dezembro de 2011 (1,1 milhão de pessoas) caiu 9,5% no confronto com novembro (menos 119 mil pessoas) e 9,4% em comparação com dezembro de 2010 (menos 118 mil pessoas). No ano de 2011, os desocupados somaram, em média, 1,4 milhão de pessoas, 10,4% a menos que em 2010 (1,6 milhão), o que representou menos 166 mil desocupados em um ano. Com relação a 2003, o contingente de desocupados, de 2,6 milhões, caiu 45,3% ou seja, nesse período a redução atingiu 1,2 milhão de pessoas.</p>
<p>A população ocupada (22,7 milhões) manteve-se estável frente a novembro e apresentou aumento de 1,3% no confronto com dezembro de 2010, o que representou elevação de 283 mil ocupados no intervalo de 12 meses. Na média de 2011, os ocupados somaram 22,5 milhões de pessoas, um contingente 2,1% maior que o de 2010 (22,0 milhões) e 21,3% superior a 2003.</p>
<p>O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,2 milhões) não registrou variação na comparação com novembro e teve elevação de 6,0% na comparação com dezembro de 2010, o que representou um adicional de 638 mil postos de trabalho com carteira assinada no período de um ano. Esses resultados levaram, na média de 2011, a um recorde na proporção de trabalhadores com carteira assinada (10,9 milhões) em relação ao total de ocupados: 48,5%, frente a 46,3% em 2010 e 39,7% em 2003.</p>
<p>O rendimento médio real habitual dos ocupados (R$ 1.650,00, o valor mais alto para o mês de dezembro desde 2002) subiu 1,1% em comparação com novembro. Frente a dezembro de 2010, o poder de compra dos ocupados cresceu 2,6%. A média anual do rendimento médio mensal habitualmente recebido no trabalho principal foi estimada em R$ 1.625,46(aproximadamente três salários mínimos), o que correspondeu a um crescimento de 2,7%, em relação a 2010. Entre 2003 e 2011, o poder de compra do rendimento de trabalho aumentou em 22,2%.</p>
<p>O rendimento domiciliar per capita aumentou de 2010 para 2011 em 3,8%. De 2003 para 2011, o crescimento chegou a 35,5%.</p>
<p>A massa de rendimento real habitual (R$ 37,8 bilhões) aumentou 0,7% em relação a novembro. Em comparação com dezembro de 2010, a massa cresceu 3,4%. A massa de rendimento real efetivo dos ocupados (R$ 40,9 bilhões), estimada em novembro de 2011, subiu 9,3% no mês e 7,1% no ano.</p>
<p>A massa de rendimento real mensal habitual (média anual) estimada para 2011, em R$ 36,9 bilhões, nas seis regiões metropolitanas, resultou em um aumento de 4,8% em relação a 2010 e 47,9% na comparação com 2003.</p>
<p>A Pesquisa Mensal de Emprego é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/images/2074_3194_073904_650244.gif" alt="" /></p>
<p>Taxa de desocupação de 2011 é inferior à de 2010 em 0,8 ponto percentual</p>
<p>Em 2011, foi registrado um contingente médio de 1,4 milhão de pessoas desocupadas, 10,4% inferior à média de 2010 (1,6 milhão), o que representou menos 166 mil desocupados em um ano. Em relação a 2003 (2,6 milhões de desocupados), houve redução de 45,3% no número de pessoas nessa situação (menos aproximadamente 1,2 milhão de pessoas).</p>
<p>A taxa de desocupação (proporção de pessoas desocupadas em relação à população economicamente ativa, que é formada pelos contingentes de ocupados e desocupados) de 2011 (média de janeiro a dezembro) foi estimada em 6,0%, 0,8 ponto percentual abaixo da observada em 2010 (6,7%). Na comparação com 2003, quando a taxa foi estimada em 12,4%, a redução foi de 6,4 pontos percentuais.</p>
<p>A tabela a seguir mostra a evolução da taxa de desocupação por ano para o total e cada uma das regiões pesquisadas pela PME.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/images/2074_3194_073935_566589.gif" alt="" /></p>
<p>População ocupada tem aumento de 2,1% de 2010 para 2011</p>
<p>A população ocupada no total das regiões da PME em 2011 (média de janeiro a dezembro) foi de 22,5 milhões de pessoas, 2,1% maior que a de 2010 (22,0 milhões) e 21,3% maior do que em 2003, um incremento de 4,0 milhões de pessoas. Esse crescimento foi inferior ao registrado de 2009 para 2010 (3,5%). Este resultado contribuiu para que o nível de ocupação (a proporção de ocupados, no total de pessoas com 10 anos ou mais de idade, na média dos 12 meses), passasse de 53,2%, em 2010, para 53,7%, em 2011 (em 2003 era 50,0%). Em relação a 2003, a população ocupada cresceu 21,3%.</p>
<p>Nas Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte, São Paulo e Porto Alegre o nível da ocupação foi superior ao do conjunto das seis regiões metropolitanas, respectivamente, 57,0%, 55,8% e 55,1%, enquanto em Recife foi registrado o menor, de 46,6%.</p>
<p>Em 2011 a população ocupada estava distribuída entre 54,6% de homens (12,3 milhões de pessoas) e 45,4% de mulheres (10,2 milhões de pessoas). Como já observado em anos anteriores, as mulheres continuam sendo minoria na população ocupada e maioria na população em idade ativa. Contudo, a participação da mulher na população ocupada, embora não tenha variado em relação a 2011 (de 45,3% em 2010, para 45,4% em 2011), apresenta tendência de aumento (2,4 pontos percentuais em relação a 2003, quando era 43,0%).</p>
<p>Trabalhadores com carteira são 48,5% dos ocupados</p>
<p>Na média de 2011, 10,9 milhões de trabalhadores eram empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado. O percentual dos trabalhadores com carteira assinada em relação ao total de ocupados passou de 46,3% em 2010 para 48,5% em 2011 (em 2003 eram 39,7%).</p>
<p>Em todas as Regiões Metropolitanas, o percentual de empregados com carteira assinada no setor privado representou, aproximadamente, metade da população ocupada, variando e 43,9% no Rio de Janeiro a 52,0% em São Paulo. A região metropolitana de São Paulo continuou com a maior proporção desta categoria dentre os ocupados (52,0%). O Rio de Janeiro foi a Região Metropolitana que menor cresceu no período de 2003-2011 (6,8%), de tal forma que Recife e Salvador, que apresentaram as menores proporções até 2010, ultrapassaram o Rio de Janeiro em 2011.</p>
<p>Como consequência do aumento do contingente de trabalhadores com carteira assinada, também aumentou o número de trabalhadores que contribuíam para a previdência social. Em 2003, 61,2% das pessoas ocupadas contribuíam para a previdência; em 2010, 68,4% e, em 2011, esta proporção atingiu 71,0%.</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/images/2074_3194_074014_565927.gif" alt="" /></p>
<p>Pessoas com 50 anos ou mais de idade representam 22,0% da população ocupada</p>
<p>De 2010 para 2011, houve um aumento significativo da participação da população de 50 anos ou mais de idade (4,0%, em relação a 2010) na população em idade ativa, alcançando o contingente 12,6 milhões. Nos grupos de 25 a 49 anos e 15 a 17 anos de idade, também houve crescimento, porém com menor intensidade (0,9% e 0,7%, respectivamente), enquanto nas demais faixas etárias analisadas houve queda ou estabilidade.</p>
<p>Na população ocupada, a presença das pessoas de 50 ou mais anos de idade no mercado de trabalho passou de 21,5% em 2010, para 22,0% em 2011, enquanto todos os demais grupos etários apresentaram redução ou estabilidade na participação relativa na ocupação no ano. Em 2003 o grupo de 50 anos ou mais representava 16,7% da população ocupada.</p>
<p>Trabalhadores com 11 anos ou mais de estudo são 60,7% da população ocupada</p>
<p>De 2010 para 2011, a escolaridade da população com 10 anos ou mais de idade aumentou. O percentual de pessoas com 11 anos ou mais de estudo cresceu 1,3 ponto percentual (passou de 44,5%, em 2010, para 45,8%, em 2011). Em 2003, este percentual era 34,3% (de 2003 para 2011 cresceu 11,4 pontos percentuais). Entre os trabalhadores, o avanço da população com 11 anos ou mais de estudo também foi percebido, passou de 59,2%, para 60,7%. De 2003 para 2011, o percentual de pessoas ocupadas com 11 anos ou mais de estudo cresceu 14,0 pontos percentuais (passou de 46,7%, para 60,7%).</p>
<p>Rendimento médio de trabalho aumenta, mas disparidades persistem</p>
<p>Em 2011, a média anual do rendimento médio mensal habitualmente recebido no trabalho principal foi estimada em R$ 1.625,46 reais (equivalente a aproximadamente três salários mínimos), a mais alta desde 2003, o que correspondeu a um crescimento de 2,7%, em relação a 2010. Entre 2003 e 2011, o poder de compra do rendimento de trabalho aumentou em 22,2%.</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/images/2074_3194_074039_500479.gif" alt="" /></p>
<p>A pesquisa apontou disparidades entre os rendimentos de homens e mulheres e, também, entre brancos, pretos e pardos. Em 2011, em média, as mulheres ganhavam em torno de 72,3% do rendimento recebido pelos homens (R$ 1.343,81 contra R$ 1.857,64). A diferença permaneceu constante em relação a 2010, o que interrompe os avanços que ocorreram desde 2007. A menor proporção foi a registrada em 2003, de 70,8%.</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/images/2074_3194_074111_787802.gif" alt="" /></p>
<p>O rendimento dos trabalhadores de cor preta ou parda, entre 2003 e 2011, teve um acréscimo de 38,6% para os pretos e 36,7% para os pardos, enquanto o rendimento dos trabalhadores de cor branca cresceu 22,4%. Mas a pesquisa registrou, também, que os trabalhadores de cor preta ou parda ganhavam, em média, em 2011, pouco mais da metade (pretos eram 52,3% e pardos 54,7%) do rendimento recebido pelos trabalhadores de cor branca – as médias anuais do rendimento foram de R$ 1.073,22 para os trabalhadores de cor preta e de R$ 1.121,44 para os de cor parda, enquanto a dos trabalhadores de cor branca foi de R$ 2.050,25. Em 2010, esta razão era 50,0% para os pretos e 53,7% para os pardos. Destaca-se que, em 2003, não chegava à metade (pretos era 46,2% e pardos 49,0%).</p>
<p>De 2010 para 2011, o rendimento aumentou em todas as formas de inserção: empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado (6,1%); militares e funcionários públicos estatutários (2,1%); trabalhadores por conta própria (4,0%); e trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado (1,4%). Para os empregadores o aumento foi de 3,0%.</p>
<p>O mesmo ocorreu nos grupamentos de atividade, todos apresentaram ganho no poder de compra do rendimento do trabalho. Em termos percentuais, os grupamentos com os maiores aumentos foram os que tinham os menores rendimentos. No período 2010-2011, houve ganho no rendimento dos grupamentos: indústria e construção, cerca de 5,0%; nos outros serviços, de 5,7%; nos serviços domésticos, de 5,6%.</p>
<p>Nos serviços domésticos, na comparação 2003 e 2011, foi verificado o maior aumento entre os grupamentos, 42,4%. Ainda em relação a 2003, outro grupamento de destaque foi o da construção, composto em sua maioria por pedreiros, que apresentou ganho de 37,1%, neste período. Apenas o grupamento dos serviços prestados as empresas apresentou perda (-1,8%), entre 2010 e 2011. Este grupamento, de 2003 para 2011, foi o que apresentou o menor percentual de ganho, 10,9%.</p>
<p>O rendimento domiciliar per capita aumentou 3,8% de 2010 (R$ 1.046,13) para 2011 (R$ R$ 1.085,66).</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/images/2074_3194_074153_729307.gif" alt="" /></p>
<p>A massa de rendimento real mensal habitual (média anual) estimada para 2011, em R$ 36,9 bilhões, nas seis regiões metropolitanas, resultou em um aumento de 4,8% em relação a 2010 e 47,9% na comparação com 2003.</p>
<p>Resultados de dezembro de 2011: desocupação cai para 4,7%</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/images/2074_3194_074217_15954.gif" alt="" /></p>
<p>Regionalmente, na comparação com novembro de 2011, a taxa de desocupação registrou variação significativa apenas no Rio de Janeiro (queda de 0,6 ponto percentual). Frente a dezembro de 2010, a Região Metropolitana de Recife apresentou queda de 2,2 pontos percentuais nesse indicador. Nas Regiões Metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte e São Paulo a taxa de desocupação atingiu o menor patamar da série.</p>
<p><img src="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/images/2074_3194_074238_811593.gif" alt="" /></p>
<p>O contingente de desocupados, estimado em 1,1 milhão de pessoas no agregado das seis regiões investigadas, atingiu o menor patamar da série histórica (iniciada em 2002) nas Regiões Metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte e São Paulo, o contingente de desocupados. A análise regional mostrou que, em relação a novembro, o contingente de desocupados assinalou queda no Rio de Janeiro (12,5%) e ficou estável nas demais regiões metropolitanas. No confronto com dezembro de 2010, verificou-se queda expressiva na Região Metropolitana de Recife (32,6%) e nas demais regiões não foram observadas variações significativas.</p>
<p>Para a população ocupada (22,7 milhões de pessoas), em dezembro de 2011, no total das seis regiões metropolitanas, na análise por grupamentos de atividade econômica, de novembro para dezembro de 2011, ocorreu queda de 2,6% na Educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social e os demais grupamentos não registraram movimentação significativa. No confronto com dezembro de 2010, ocorreram acréscimos nos Serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira, 10,5% (mais 357 mil pessoas) e na Construção, 7,7% (mais 126 mil pessoas).O grupamento dos Serviços domésticos apresentou retração de 5,0% (menos 81 mil pessoas) e os demais grupamentos permaneceram estáveis.</p>
<p>Considerando o nível da ocupação, estimado em dezembro de 2011 em 54,0% para o total das seis regiões, não variou frente a novembro último e também ficou estável em relação a dezembro de 2010. Regionalmente, na comparação mensal, todas as regiões metropolitanas mantiveram resultados estáveis, exceto a do Rio de Janeiro, onde o indicador apresentou queda de 1,0 ponto percentual. Frente a dezembro de 2010, ocorreu variação significativa apenas em Salvador (declínio de 2,3 pontos percentuais).</p>
<p>Em dezembro de 2011, os trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,2 milhões de pessoas) representavam 49,3% das pessoas ocupadas.</p>
<p>O rendimento médio real habitual dos trabalhadores na análise regional, em relação a novembro de 2011, subiu em Salvador (1,3%), Belo Horizonte (1,3%), Rio de Janeiro, (2,2%) e São Paulo (1,4%). Caiu em Recife (4,2%) e ficou estável em Porto Alegre. Na comparação com dezembro de 2010, o rendimento cresceu em Recife (2,7%), Salvador (12,4%), Belo Horizonte (5,5%) e São Paulo (2,4%). Ocorreu declínio em Porto Alegre (0,5%) e ficou estável no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/images/2074_3194_074328_196384.gif" alt="" /></p>
<p>Na análise mensal do rendimento médio real habitual por grupamentos de atividade, foi verificado ganho em Indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (0,9%), Construção (5,3%), Serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (3,3%), Educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (1,1%), Serviços domésticos (0,5%) e Outros serviços (1,8%). Foi verificada queda em Comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (3,2%). Na comparação com dezembro de 2010, foi verificado ganho em Indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (1,4%), Construção (13,4%),Serviços prestados à empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (0,9%), Educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (0,9%), Serviços domésticos (5,3%) e Outros serviços (6,2%), enquanto houve queda em Comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (3,3%).</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/images/2074_3194_074348_895669.gif" alt="" /></p>
<p>Por posição na ocupação, em relação a novembro, houve ganho para os empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado (1,5%) e trabalhadores por conta própria (1,1%). Houve queda para os empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado (2,5%). Já para os militares e funcionários públicos, foi verificada estabilidade.</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/images/2074_3194_074411_595548.gif" alt="" /></p>
<p>Na comparação com dezembro de 2010, houve ganhos para todas os empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (2,5%), militares ou funcionários públicos estatutários (1,6%) e trabalhadores por conta própria (4,6%). Já os empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado tiveram queda de 2,7%.</p>
<p>Em relação a novembro, o rendimento domiciliar real habitual per capita dos ocupados (R$ 1.079,86) cresceu 0,9%. Em relação a dezembro de 2010, o aumento foi de 2,5%. Na tabela abaixo, os valores e as variações desse indicador para as seis regiões metropolitanas investigadas pela PME.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/images/2074_3194_074433_510106.gif" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;">Comunicação Social<br />
26 de janeiro de 2012]</p>
<p style="text-align: left;">(Do Luis Nassif Online)</p>
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	<creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/</creativeCommons:license>
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		<title>Vaga para projeto &#8220;Trabalho Informal e Direito à Cidade&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 17:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[O Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos, com suporte institucional da Christian Aid e financeiro da União Europeia, está em busca de uma pessoa para compor a ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2012/01/vaga-para-projeto-trabalho-informal-e-direito-a-cidade/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos, com suporte institucional da Christian Aid e financeiro da União Europeia, está em busca de uma pessoa para compor a equipe do projeto “Trabalho Informal e Direito à Cidade”, que se iniciou em Janeiro de 2011 e termina em Dezembro de 2013.</p>
<p>Perfil profissional:</p>
<p>Graduação concluída há mais de 2 anos nas áreas de Assistência Social, Ciências Sociais, Urbanismo, Pedagogia, Direito, etc.;</p>
<p>Experiência profissional em Educação Popular;</p>
<p>Acompanhamento de reuniões/assembleias populares de comunidades de baixa renda;</p>
<p>Levantamento de campo de famílias em vulnerabilidade social;</p>
<p>Coordenação de grupos para articulação em rede de representantes de Movimentos Sociais;</p>
<p>Participação na sistematização de relatórios da pesquisa de campo.</p>
<p><strong>Informações</strong></p>
<p>O horário de trabalho é meio-período e o salário líquido é R$1.500,00.</p>
<p>(11) 3322-8604</p>
<p><a href="mailto:Trabalhadorinformal@gaspargarcia.org.br" target="_blank">Trabalhadorinformal@gaspargarcia.org.br</a></p>
]]></content:encoded>
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	<creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/</creativeCommons:license>
	</item>
		<item>
		<title>Mapeamento de rota beneficia trabalho de catadores</title>
		<link>http://pauloteixeira13.com.br/2011/12/mapeamento-de-roda-beneficia-trabalho-de-catadores/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 18:31:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[catadores]]></category>
		<category><![CDATA[coopamare]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativa]]></category>
		<category><![CDATA[fau]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), dos Estados Unidos, em parceria com a Cooperativa ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/12/mapeamento-de-roda-beneficia-trabalho-de-catadores/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pauloteixeira13.com.br/wp-content/uploads/2011/12/ilustracao1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-20382" title="ilustracao" src="http://pauloteixeira13.com.br/wp-content/uploads/2011/12/ilustracao1.jpg" alt="" width="425" height="284" /></a>Pesquisadores da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), dos Estados Unidos, em parceria com a Cooperativa de Catadores Autônomos de Papel, Aparas e Materiais Reaproveitáveis (COOPAMARE), desenvolveram uma ferramenta que vai melhorar a produtividade, a eficiência e o planejamento logístico da cooperativa.</p>
<p>Os pesquisadores Dietmar Offenhuber e David Lee, alunos de doutorado do Senseable City Lab, do MIT, entregaram um aparelho de GPS para dois trabalhadores da cooperativa. Durante aproximadamente quatro dias, o catador Francisco da Silva, o Tico, em sua carroça, e o motorista Laerte Paz, no caminhão da cooperativa, munidos cada um com um aparelho, fizeram o trajeto diário que estão habituados a fim de recolher materiais recicláveis na região de Pinheiros, em São Paulo, bairro onde a COOPAMARE está localizada.</p>
<p>Após este período, os aparelhos foram entregues aos pesquisadores e os dados transferidos para um software. Junto com outras informações obtidas com a ajuda de pesquisadores da FAU, coordenados pela professora Maria Cecília Loschiavo, como o volume, o tipo e o local onde o reciclável foi recolhido, foi possível mapear a rota de coleta de materiais recicláveis. Esses dados vão ajudar os catadores a expandir a coleta e a otimizar o trabalho.</p>
<p>Outra vertente do projeto será a criação, no futuro, de um website para a população informar a cooperativa sobre a disponibilidade de material para coleta. Para isso, a pessoa irá preencher um formulário indicando o tipo de reciclável disponível para descarte, o dia, o horário e o local para a coleta e os catadores da cooperativa poderão se organizar para recolher o material. Atualmente, muitas vezes os catadores chegam aos locais onde estão habituados a recolher recicláveis mas a pessoa responsável não está ou não há material para ser entrega. Nestes casos, o gasto — seja de combustível do caminhão ou de tempo —, é alto e prejudica a rotina de trabalho.</p>
<p><strong>Visibilidade</strong><br />
“Os catadores conhecem a cidade como ninguém e documentar este conhecimento por meio das tecnologias digitais pode auxiliar a organização interna das cooperativas e tornar o trabalho dos catadores mais visível”, aponta o pesquisador Dietmar Offenhuber. Para David Lee, “empresas e o governo estão preocupados com a reciclagem sob a perspectiva da eficiência e imagem para o mundo afora. Entretanto, cooperativas como a COOPAMARE mostram que a reciclagem pode trazer benefícios locais importantes e são mais eficientes quando as pessoas podem confiar em quem entrega seus recicláveis. Mapear e compartilhar como isso funciona pode promover estes laços de confiança na comunidade”, destaca o doutorando.</p>
<p>Na última sexta-feira (25), à tarde, os catadores fizeram uma pausa no trabalho para ouvir os pesquisadores da FAU e do MIT explicarem os principais resultados do projeto realizado durante as duas semanas anteriores. Offenhuber e Lee fizeram cartazes com o mapa da região de Pinheiros mostrando as rotas dos trabalhadores durante o tempo em que andaram com o GPS.</p>
<p>Segundo o motorista Laerte Paz, funcionário da organização não-governamental Organização de Auxílio Fraterrno (OAF) que presta serviços há 15 anos na COOPAMARE e há 3 atua como motorista do caminhão, participar do projeto o ajudou a ampliar seus horizontes. “Não imaginava que andava tanto assim”, disse ao observar no cartaz a marcação da rota feita pelo caminhão. Já o catador Tico comentou que, de posse do GPS, fez o caminho normal que está habituado, passando por ruas da região das ruas Teodoro Sampaio e Pedroso de Moraes. “Foi muito bom participar do projeto”, disse o catador. A presidente da cooperativa, Dulcinéia Silva Santos, se sente privilegiada por estar participando da pesquisa do MIT. “O projeto vai nos ajudar a localizar onde estão os recicláveis e também a mostrar quando haverá material pra ser coletado”, afirmou.</p>
<p><strong>O valor do “lixo”</strong><br />
A professora Maria Cecília Loschiavo, que há vários anos desenvolve projetos com a COOPAMARE, destaca que o Brasil deve aos catadores de todo o País a visibilidade dada aos recicláveis. “Foram eles, com o seu trabalho, que ajudaram a mudar a visão das pessoas. Antes materiais como garrafas PET, papelão, vidro e latas de alumínio eram considerados apenas lixo. Foram os catadores que mostraram o real valor destes materiais”, aponta.</p>
<p>Outra professora integrante do projeto, a docente Sylmara Gonçalves Dias, do curso de Gestão Ambiental da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, aponta que “a ferramenta desenvolvida com os pesquisadores do MIT se mostrou muito útil e com certeza irá melhorar a produtividade e a eficiência da COOPAMARE”.</p>
<p>Os pesquisadores do MIT destacam que o próximo passo do projeto é aprimorar o software e treinar alguém da cooperativa para utilização da ferramenta, bem como aprimorar ideias para o site de cadastramento de coleta de recicláveis. Para isso, será necessário a realização de parcerias e o treinamento de trabalhadores da cooperativa.</p>
<p>(Da Agência USP de Notícias, por Valéria Dias)</p>
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		<title>Taxa de desemprego fica em 5,8% em outubro, a menor para o mês desde 2002</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 15:04:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>catia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego em seis regiões metropolitanas do país ficou em 5,8% em outubro. É a menor taxa para o mês desde 2002, quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reformulou a Pesquisa Mensal de Emprego. Os dados divulgados hoje (24) mostram que a taxa apresentou leve queda em relação ao resultado de setembro (6%) e de outubro do ano passado (6,1%).</p>
<p>Cerca de 1,4 milhão de pessoas estavam desocupadas no mês passado, enquanto 22,7 milhões de brasileiros trabalhavam. Na comparação com outubro de 2010, houve aumento de 1,5% no número de pessoas ocupadas (adicional de 336 mil trabalhadores) em 12 meses.</p>
<p>O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,1 milhões) não teve variação significativa em relação ao total de setembro. Na comparação com o de outubro de 2010, houve aumento de 7,4%, o que representou um adicional de 765 mil postos de trabalho com carteira assinada no período de um ano.</p>
<p>O rendimento médio real dos ocupados (R$ 1.612,70) também não variou na comparação com setembro e permaneceu estável ante outubro do ano passado. A massa de rendimento real (R$ 36,9 bilhões) ficou estável em relação a setembro. Na comparação com o valor registrado em outubro de 2010, houve alta de 0,9%.</p>
<p>As regiões metropolitanas analisadas (Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre) não apresentaram variação significativa na taxa de desocupação na comparação com a de setembro. Já em relação à de outubro de 2010, houve queda de 2 pontos percentuais na região metropolitana de Recife e de 0,8 ponto percentual em Belo Horizonte e elevação de 0,7 ponto percentual em Porto Alegre. Nas demais, o índice ficou estável.</p>
<p>(Da Liderança do PT na Câmara)</p>
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		<title>Desemprego de julho é o menor desde 2002, aponta IBGE</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 14:01:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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		<description><![CDATA[Taxa de desemprego fica em 6% e registra melhor julho da história, diz IBGE O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira (25) ...<p class="readmore"><a class="readmore" href="http://pauloteixeira13.com.br/2011/08/desemprego-de-julho-e-o-menor-desde-2002-aponta-ibge/">leia mais &#8594;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Taxa de desemprego fica em 6% e registra melhor julho da história, diz IBGE</strong></p>
<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira (25) a Pesquisa Mensal de Emprego de julho. De acordo com o levantamento, 6% dos brasileiros estavam desempregados no mês passado, menor número para julho desde o início da série, em março de 2002. Em junho de 2011, a taxa de desocupação registrou 6,2%, com 1,4 milhão da população desocupada.</p>
<p>Na comparação com julho do ano passado, a taxa caiu 0,9 ponto percentual, e a população desocupada apresentou queda de 12,1% (menos 200 mil pessoas a procura de trabalho).</p>
<p>A população ocupada (22,5 milhões) do mês passado não apresentou variação significativa frente a junho. No confronto com julho de 2010, ocorreu aumento de 2,1%, representando adicional de 456 mil ocupados.</p>
<p>O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (10,9 milhões) registrou alta de 1,2% na comparação com junho. Na comparação anual, houve uma elevação de 7,1%, representando adicional de 726 mil postos de trabalho com carteira assinada.</p>
<p>O rendimento médio real habitual dos ocupados ficou em R$ 1.612,90, o valor mais alto para o mês de julho desde 2002, e apresentou alta de 2,2% na comparação mensal e de 4% sobre o mesmo período do ano passado. A massa de rendimento real habitual (R$ 36,6 bilhões) ficou 2,7% acima da registrada em junho e cresceu 6% em relação a julho de 2010. A massa de rendimento real efetivo dos ocupados (R$ 36,2 bilhões), estimada em junho de 2011, subiu 2,5% no mês e 6,% no ano.</p>
<p>A Pesquisa Mensal de Emprego é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. A publicação completa da pesquisa pode ser acessada no site do IBGE.</p>
<p>Regiões metropolitanas</p>
<p>A taxa de desocupação não registrou variações significativas nas regiões metropolitanas na comparação com o mês anterior. Frente a julho de 2010, foram registradas quedas em Recife (3,7 pontos percentuais) e em Salvador (2,5 pontos percentuais).</p>
<p>Na análise mensal, o contingente de desocupados revelou um quadro de estabilidade em todas as regiões pesquisadas. No confronto com julho de 2010, ocorreu variação apenas em Recife e Salvador, onde a queda atingiu 35,4% e 21,4%, respectivamente.</p>
<p>O nível da ocupação (proporção de pessoas ocupadas em relação às pessoas em idade ativa), estimado em 53,6% no total das seis regiões, ficou estável frente a junho e também apresentou estabilidade em relação a julho do ano passado. Regionalmente, na comparação mensal, todas as regiões mantiveram resultados estáveis. Frente a julho de 2010, ocorreu variação significativa apenas em Recife, onde o indicador subiu 2,4 pontos percentuais, passando de 44,7% para 47,1%.</p>
<p>A análise da ocupação segundo os grupamentos de atividade mostrou que, de junho para julho, foi verificada variação apenas nos grupamentos dos Serviços domésticos, que assinalou queda de 4,4%, e Outros serviços, com elevação de 3%. No confronto anual, aumentou o contingente de trabalhadores da Construção e dos Serviços prestados à empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira, de 5,5% (90 mil pessoas) e 7,3% (243 mil pessoas), respectivamente. Os demais grupamentos não tiveram alteração no período.</p>
<p>Na análise regional, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores subiu 4,1% em Recife, 6% em Salvador, 2,8% no Rio de Janeiro, 1,7% em São Paulo, 1,9% em Porto Alegre e ficou estável em Belo Horizonte. Na comparação com julho de 2010, houve crescimento em Recife (1,5%), Salvador (9,5%), Belo Horizonte (4,2%), Rio de Janeiro (6,2%), São Paulo (2,0%) e Porto Alegre (5,7%).</p>
<p>Na classificação por grupamentos de atividade, o maior aumento no rendimento médio real habitualmente recebido em relação a julho de 2010 foi de 6,1%, referente ao Comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis. Já na classificação por categorias de posição na ocupação, o maior aumento no rendimento médio real habitualmente recebido em comparação com julho do último ano foi para os Empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado (12,2%):</p>
<p><em>(Do IBGE)</em></p>
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